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02 abril 2026

Cotado para disputar o governo de Minas Gerais, senador Rodrigo Pacheco se filia ao PSB

 

O ex-presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSB-MG) oficializou nesta quarta-feira (1º) a sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). O evento ocorreu em Brasília.

“Com 9 anos de atraso eu estou aqui, para poder me filiar ao PSB com muita alegria e o coração cheio de esperança”, disse Pacheco. As informações são do g1.

A escolha do partido é mais um passo de alinhamento de Pacheco com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que desde o ano passado tenta convencer o senador a ser candidato ao governo de Minas Gerais.

A ideia é que Pacheco apoie Lula no estado. O movimento se tornou inviável no antigo partido do senador, o PSD, após a filiação do então vice-governador do estado, Mateus Simões, que assumiu o governo com a renúncia de Romeu Zema (Novo) para disputar a Presidência, e disputará a reeleição.

“Eu destaco algo que pra mim foi a motivação desta filiação. Primeiro que é um partido que tem história, uma história muito longa, de oito decadas. […] o PSB, desde a sua inauguração concebeu uma ideia de combater o autoritarismo”, disse Pacheco.
O evento contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), principal figura do partido, e do prefeito de Recife (PE), João Campos, presidente nacional do partido.

“O PSB não fica apenas maior, mas fica melhor, Rodrigo Pacheco, com a sua filiação. Nós estamos muito felizes. Minas Gerais, estado que você é senador, em tamanho de país, é uma síntese do Brasil”, afirmou Alckmin durante o evento.

O peso de Minas
Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral brasileiro. O estado é estratégico para todos os candidatos presidenciáveis, uma vez que costuma ditar o rumos das eleições.

De acordo com os dados estatísticos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acumulados desde 1998, todos os candidatos que venceram no estado acabaram levando as eleições presidenciais.

Em 2022, o presidente Lula venceu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no estado por uma margem pequena, pouco mais de 563 mil, uma diferença de 9%.

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