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28 abril 2026

Atirador que abriu fogo em jantar é acusado de tentar matar Trump e pode pegar prisão perpétua

 

O homem que invadiu, no fim de semana, um jantar de Donald Trump com correspondentes da Casa Branca foi formalmente acusado de tentar matar o presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira (27). O crime pode levar à prisão perpétua. As informações são do g1.

O atirador, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, compareceu nesta segunda-feira à primeira audiência sobre o caso, em um tribunal de Washington. le foi denunciado por três crimes, segundo o Departamento de Justiça:

  • tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos, que pode levar à prisão perpétua;
  • transporte interestadual de arma de fogo para cometer um crime, com pena de até 10 anos de prisão;
  • disparo de arma de fogo durante um crime violento, com pena mínima de 10 anos e máxima de prisão perpétua.

A procuradora-geral dos EUA no Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, disse que mais acusações serão apresentadas conforme as investigações avançarem.

O jornal The New York Times informou que uma das promotoras do caso afirmou que Allen foi até Washington com uma espingarda, uma pistola e três facas, com o objetivo de realizar um “assassinato político”. As informações foram confirmadas por Pirro em uma coletiva de imprensa.

Allen respondeu a perguntas do juiz e permaneceu aparentemente calmo durante a audiência, segundo a imprensa americana. Ele não apresentou declaração de culpa ou inocência.

Ainda durante a audiência, promotores pediram a prisão preventiva do acusado. A Justiça determinou a custódia temporária e marcou nova audiência para quinta-feira (30).

Outros crimes devem ser adicionados ao processo, segundo Pirro. Também há a possibilidade de que o caso seja analisado por outras instâncias da Justiça dos Estados Unidos.

O caso

O jantar, evento anual em que o presidente dos EUA se reúne com correspondentes que cobrem a Casa Branca, ocorria na noite de sábado (25), em um hotel em Washington, quando foi interrompido após tiros serem ouvidos. Trump foi retirado às pressas e o autor dos disparos foi detido por agentes do Serviço Secreto.

Allen é professor e não tinha antecedentes criminais.

A polícia ainda investigava, nesta segunda-feira, a motivação do crime, com base em imagens e anotações do suspeito.

O jantar foi interrompido, e jornalistas e autoridades do alto escalão do governo Trump que estavam no local se agacharam. Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance, que estavam em uma mesa no palco do salão, foram retirados, enquanto os jornalistas permaneceram para checagens de agentes do Serviço Secreto.

Jornalistas relataram que o esquema de segurança para entrada no evento não foi rigoroso. A equipe da TV Globo que esteve no local afirmou ter passado por apenas uma checagem de segurança.

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