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15 abril 2026

 


Em sua 4ª edição, evento promovido pelo Sebrae e Artfully acontece de 15 de abril a 30 de maio e convida o público a uma imersão nos sabores e experiências do café

Os amantes da bebida mais apreciada do mundo já podem preparar o roteiro: Petrolina recebe a 4ª edição do Festival Rota do Café, de 15 de abril a 30 de maio de 2026. Realizada pelo Sebrae Pernambuco e pela Artfully, a iniciativa convida moradores e visitantes a embarcarem em uma jornada pelos sabores e aromas do café, celebrando a cultura de apreciar a bebida que conquista diferentes paladares.

Como o próprio nome sugere, o café é o grande protagonista da rota. Mais do que degustar uma boa xícara, o público é convidado a conhecer histórias, experimentar combinações criativas e descobrir novos espaços dedicados ao universo cafeeiro. Durante o festival, as cafeterias se transformam em pontos de encontro para quem busca experiências gastronômicas marcadas por criatividade e identidade local.

VITRINE

Nesta edição, 27 estabelecimentos participam da Rota do Café, reforçando o crescimento do setor na região - um crescimento de 50% na comparação com a última edição. O festival se consolida como uma importante vitrine para os empreendimentos locais, contribuindo para ampliar o fluxo de clientes, estimular o turismo gastronômico e fortalecer a economia criativa da cidade.

Uma das novidades deste ano é a possibilidade de as cafeterias participantes escolherem entre café especial ou café gourmet na elaboração das bebidas, ampliando as experiências oferecidas ao público e valorizando ainda mais a qualidade dos produtos servidos.

Assim como nas edições anteriores, o evento aposta no formato de experiência compartilhada, incentivando o público a visitar diferentes empreendimentos. Para isso, os visitantes recebem um passaporte da rota, entregue gratuitamente ao adquirir um combo em qualquer cafeteria participante. A cada nova parada, o passaporte recebe um selo, registrando a jornada pelos sabores do café.

Cada estabelecimento criou um combo exclusivo, composto por uma bebida à base de café acompanhada de um doce ou salgado, proporcionando uma experiência gastronômica cheia de personalidade. A proposta da Rota do Café não é estimular a competição entre os participantes, mas incentivar o público a conhecer melhor as cafeterias da região.

Além de proporcionar uma experiência diferenciada aos consumidores, a iniciativa também impulsiona os empresários do setor. “O Sebrae tem sido um grande parceiro nesse crescimento, oferecendo suporte desde a implementação do empreendimento até a orientação para obtenção de linhas de crédito. O consumo de café tem aumentado significativamente, especialmente em Petrolina, o que reflete a valorização da cultura cafeeira e a busca por experiências diferenciadas pelos consumidores”, explica Charlys Bezerra, especialista em Gestão Empresarial do Sebrae/PE.

Os primeiros participantes que completarem o passaporte receberão, ao final do festival, vouchers com diversos prêmios, reconhecendo aqueles que percorrerem todo o circuito.

A 4ª edição do Festival Rota do Café tem patrocínio da Abrasel Pernambuco, River Shopping e Alfa Energia Solar, parceiros que fortalecem a iniciativa e contribuem para ampliar o alcance do evento.

Estabelecimentos participantes

Petrolina:
Bolerie – Doceria e Confeitaria; Café de Bule; Cafeto; Canto Café Bistrô; Cheirin Bão; Delidéia Cozinha Raiz; Empório Barracão; Go Coffee – Petrolina; Gran Nutri; Loov Café; Lugano – Petrolina; Magrella Bolos; Mais1.Café Integração; Many Confeitaria Saudável; Odara – Boulangerie e Confeitaria; Olya Café; Oxe Vinhos; Ponto com Café; Reduto Coffice; São Braz Coffee Shop; Splash Bebidas Urbanas; The Lopes Coffee; Valle Café; Villa’s Café & Bistrô.

Juazeiro:
Casa Bauducco – Juá Shopping; Delícias da Mell; Mr. Black Café.

Mais informações e novidades do festival podem ser acompanhadas pelo Instagram @rotadocafefestival.

Fotos: Divulgação Artfully

Prefeito de Araripina participa de assinatura que garante inclusão do aeroporto no sistema nacional de aviação; investimento de R$ 19 milhões

 


O prefeito de Araripina, Evilásio Mateus, e o vice-prefeito Bringel Filho, estão em Brasília cumprindo agenda institucional em busca de investimentos e melhorias para o município.

Durante a agenda, a comitiva esteve no Ministério de Portos e Aeroportos, onde participou da assinatura do aditivo da concessão da GRU Airport. O ato garante a inclusão do Aeroporto de Araripina no sistema que conecta o Brasil, ampliando as possibilidades de integração aérea da região.

Atualmente, o aeroporto já opera 24 horas e desempenha papel fundamental no atendimento de urgências, especialmente em situações que exigem transporte aeromédico. Com a inclusão no sistema nacional, a expectativa é de ampliação da estrutura, fortalecendo o desenvolvimento regional e criando novas oportunidades.

“Não é sobre aeroporto para poucos. É sobre salvar vidas. É sobre as UTIs aéreas que chegam na hora que mais importa. É sobre o filho que precisa de transferência urgente. É sobre o povo que antes não tinha esse acesso”, destacou o prefeito Evilásio Mateus.

A gestão municipal reforça que segue trabalhando com responsabilidade e visão de futuro, buscando ações concretas que impactem diretamente a vida da população.

A GRU Airport vai investir aproximadamente R$ 19,6 milhões na modernização do Aeroporto de Araripina. Os recursos fazem parte do leilão do programa AmpliAR, arrematado em novembro de 2025, e serão destinados à ampliação do terminal de passageiros, pátio de aeronaves, estacionamento e construção de áreas de segurança (RESA) na pista.

Assessoria de Imprensa/Foto: reprodução

Em tom de brincadeira, Lula diz que vai chamar Galípolo e afirma que juros podem cair se BC ‘olhar para pessoas como ele’

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, hoje, em tom de brincadeira, que vai chamar o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para conversar e criticou a taxa de juros. Lula firmou também que se o BC olhar para “pessoas como ele”, que foi metalúrgico, vai baixar taxa de juros.

O presidente comentava o fato de pessoas falarem que o governo só está preocupado com pessoas que estão enquadradas no programa CadÚnico. Nesse sentido, o presidente afirmou que está olhando, sim, para pessoas em categorias “médias”. As informações são do portal G1.

“Uma pessoa que ganha R$ 10 mil, R$ 9 mil, R$ 11 mil, se for uma pessoa muito equilibrada, ele tem um dinheirinho para pagar uma prestação de casa. E todo mundo quer trocar o aluguel por uma prestação de casa”, afirmou.

“Todo mundo quer trocar. As pessoas têm que ter uma chance só. E esse é o papel desse programa. É tentar criar condições para que as pessoas tenham uma casa, porque senão o cara, pô, esse Lula só governa para o CadÚnico. E eu, e eu, que sou metalúrgico, que sou torneiro mecânico igual a ele. Por que eu não tenho direito de ter uma casa?”, questionou.

Segundo Lula, foi a partir daí que eles pensaram em elevar o padrão dos programas habitacionais do governo, como “Minha Casa, Minha Vida” e “Reforma Casa Brasil”.

“A gente pensou em elevador o padrão e baixar a taxa de juro, gente. Veja que se o Banco Central olhar pra nós, vai baixar a taxa de juros. O Banco Central precisa olhar o que o Tesouro fez, o que o Planejamento fez aqui. Quando o Galipolo voltar da viagem dele da Europa, eu vou dizer, olha, os ‘meninos da gastança’ estão reduzindo dinheiro” declarou Lula.

O presidente não especificou exatamente sobre “os meninos da gastança”. O Banco Central reduziu a taxa Selic para 14,75% ao ano em março, foi o primeiro corte após quase dois anos. Essa não é o primeiro momento em que o presidente afirmar que os juros já poderiam estar em patamares menores no Brasil. Em março, Lula reclamou que a queda foi pequena e demonstrou insatisfação com o Banco Central.

As críticas de Lula com relação as decisões do Banco Central vêm ocorrendo deste quando assumiu o governo. A declaração foi dada durante reunião de anúncio de medidas econômicas para sustentar o crescimento habitacional.

As dez ilhas do STF já não formam um arquipélago

 

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

O advogado e analista político Melillo Dinis costuma classificar o Supremo Tribunal Federal (STF) como “um conjunto de onze ilhas que de vez em quando formam um arquipélago”. Atualmente, o Supremo está somente com dez ministros. Melillo lá esteve na semana passada.

Ele é advogado do Instituto Kabu, que representa o povo kaiapó e agora está na causa em torno da Ferrogrão. E sentiu o clima pesado. “O arquipélago faleceu. Se as ilhas pareciam se unir de vez em quando, neste momento isso não existe mais”, observa. A crise do Master elevou de tal forma a temperatura que agora os ministros parecem exercer como nunca suas individualidades. Sempre foram ilhas; agora, tornaram-se muito mais.

Há alguma saída para essa situação? “Não tem saída”, avalia Melillo. “Só tensão e tentação”. A forma como a ministra Carmen Lúcia, que é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sentiu-se agredida com as críticas que foram feitas à decisão da Justiça Eleitoral quanto à forma como conduziu a questão das eleições para governador-tampão do Rio de Janeiro quebrou uma aliança que havia, especialmente na Primeira Turma.

O atual momento isola Cármen Lúcia e o presidente do STF, Edson Fachin, a partir de sua ideia de criação de um código de ética para os magistrados. Em outros tempos, muito provavelmente o relatório apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE) pedindo o indiciamento de três ministros do STF – Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gimar Mendes – uniria imediatamente os demais numa resposta corporativa da Corte. A nota de repúdio do presidente do STF, Edson Fachin, só foi divulgada já na noite de terça.

O que acontece é que, no íntimo, há hoje reprovação dentro da Suprema Corte à forma como alguns ministros se comportam. A farra das caronas de jatinhos e festas constrange quem não participa disso e gera reação dos demais. A verdade é que a crise que estoura agora já era algo percebido há 30 anos. Em 1996, Melillo foi um dos organizadores de um livro sobre o tema.

O livro foi publicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com artigos que discutiam a necessidade de uma profunda reforma do Judiciário. Se chama “Ética, Justiça e Direito – Reflexões sobre a Reforma do Judiciário”. E já defendia que os ministros deveriam passar a ter mandato.

Melillo defendia mandato de dez anos. PEC do deputado Luciano Ducci (PSB-PR), como mostramos aqui no Correio Político, propõe 12 anos. Hoje, um ministro pode ficar até 40 anos no STF. Outro ponto que os textos do livro de 1996 já discutia era a forma de indicação dos ministros.

Hoje, são indicados somente pelo presidente da República com aprovação e sabatina do Senado. É outro ponto abordado na PEC de Ducci: um modelo de indicação compartilhada entre os poderes e com nomes escolhidos a partir de uma lista tríplice produzida por ainda outras instituições.

Entre os pontos que já eram discutidos no livro da CNBB de 1996 estava também a criação de um código de ética e conduta para os senhores supremos. O ponto que hoje mais gera as desavenças na Corte. Reações que vêm – o que, é claro, não surpreende – mais exatamente daqueles que mais têm hoje questionadas certas atitudes suas.

Uma proposta ali discutida concretizou-se: a criação de um espaço de controle da atividade jurídica, uma espécie de controladoria da Justiça. Tal instrumento foi criado. É o atual Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem essa tarefa de controle e acompanhamento. Mas que no próprio STF dificilmente toca.

E já propunha também uma reestruturação da Justiça, talvez com a criação de novas instâncias. Hoje, o STF está entupido de julgamentos de temas coletivos que não exatamente constitucionais. A forma como virou tribunal penal por conta das prerrogativas de foro é outro ponto que atiça as vaidades.

Quaest 1º turno: Lula tem 37% contra 32% de Flávio Bolsonaro

 

Pesquisa Quaest, divulgada hoje, mostra o presidente Lula (PT) com 37% de intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 32% no 1º turno das eleições para a Presidência em 2026. As informações são do portal G1.

O pré-candidato do PSD Ronaldo Caiado aparece em terceiro lugar com 6%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) teve 3% das citações, o que o deixa em empate técnico com Caiado, pois a diferença entre os dois está dentro da margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos.

Em março, a Quaest testou cenários com diferentes pré-candidatos, entre eles Eduardo Leite e Ratinho Junior (ambos do PSD), que saíram da disputa. Na época, os percentuais de intenção de voto de Lula variaram entre 36% e 39%. Os de Flávio, entre 30% e 35%.

Agora, em abril, além de Lula, Flávio, Caiado e Zema, foram citados na pesquisa os pré-candidatos Aldo Rebelo (DC), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Renan Santos (Missão) e Samara Martins (UP).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-09285/2026.

Veja os números da pesquisa:

  • Lula (PT): 37%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 32%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 6%
  • Romeu Zema (Novo): 3%
  • Augusto Cury (Avante): 2%
  • Renan Santos (Missão): 2%
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
  • Samara Martins (UP): 1%
  • Aldo Rebelo (DC): não pontuou
  • Indecisos: 5%
  • Branco/Nulo/Não vai votar: 11%

Lula pede que Alcolumbre organize jantar com senadores para articular aprovação de Jorge Messias para vaga no STF

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), que organizasse um jantar com senadores para intensificar o corpo-a-corpo para aprovar a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, para a vaga de ministros no Supremo Tribunal Federal (STF).

Lula pediu que Alcolumbre reúna os senadores em um jantar na residência oficial do Senado Federal. A indicação de Messias, que hoje comanda a Advocacia-Geral da União está sendo relatada pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A sabatina deve ser realizada em 29 de abril. As informações são do blog do Camarotti.

“Qual sua agenda?”, quis saber Lula, segundo relatos. “Se o senhor ficar perguntando da minha agenda eu também vou querer saber da sua”, respondeu Alcolumbre em tom de brincadeira. O presidente do Senado ainda sugeriu que Lula chamasse os senadores para um jantar no Alvorada.

O pedido foi feito ontem, no Palácio do Planalto, quando Alcolumbre esteve para participar da solenidade de posse do novo ministro das Relações Institucionais da Presidência, José Guimarães (PT). A posse de Guimarães marcou a volta de Alcolumbre a um evento na sede do Poder Executivo.

O presidente do Senado não pisava no Planalto há tempos. A ida ocorreu após Guimarães convidá-lo pessoalmente para sua posse. Lula já queria marcar o jantar com senadores nesta semana. Mas o presidente do Senado disse que já tinha uma agenda de jantar para esta quarta. Amanhã, Lula embarca em uma viagem internacional, ele terá agendas na Europa durante o feriadão de Tiradentes.

Gilmar Mendes quer ação contra relator da CPI do Crime Organizado e ala da corte articula inelegibilidade

 

BLOG DA ANDRÉIA SADI – G1

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, quer entrar com uma representação criminal contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) na Procuradoria-Geral da República.

O pedido de indiciamento apresentado por Vieira contra ministros da Corte provocou forte reação pública de ministros e também nos bastidores do Supremo. Integrantes do tribunal relatam irritação e classificam a iniciativa como uma escalada de tensão institucional.

Nesta terça-feira (14), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado rejeitou por 6 votos a 4 o relatório final apresentado pelo senador, relator dos trabalhos.

O texto pedia o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, e do procurador-geral da República (PGR) Paulo Gonet. Vieira apontou que há indícios de crimes de responsabilidade.

Reservadamente, uma ala do STF passou a discutir alternativas jurídicas para tentar tornar o senador inelegível ainda neste ano. A avaliação é que o movimento de Vieira cruzou uma linha ao mirar diretamente membros da Corte.

O caso aprofunda o clima de confronto entre setores do Legislativo e do Judiciário em meio ao ambiente pré-eleitoral.

A derrota de Vieira na CPI foi selada após uma manobra que alterou a composição da Comissão horas antes da votação, trocando três membros titulares.

Se Gilmar Mendes confirmar o pedido e a representação for adiante, quem deve discutir o caso é a Primeira Turma do STF (ministro decano está na segunda turma). Vale ressaltar que é a própria Corte quem julga a denúncia.

Gilmar afirmou nas redes sociais que “CPI não tem base legal para pedir indiciamento de ministros” e, durante sessão da 2ª Turma, chamou o relatório de “proposta tacanha”.

Segundo o ministro, eventuais excessos da comissão podem configurar crime de abuso de autoridade. Reservadamente, uma ala do STF discute alternativas jurídicas para tentar tornar o senador inelegível ainda neste ano, avaliando que Vieira cruzou uma linha ao mirar diretamente membros da Corte.

14 abril 2026

Rodrigo Farias recebe apoio de Helbinha Rodrigues, prefeita mais votada da história de Trindade


 A prefeita de Trindade, no Sertão do Araripe, Helbinha Rodrigues (PSD), anunciou agora há pouco apoio à pré‑candidatura à reeleição do deputado estadual Rodrigo Farias (PSB), reforçando ainda mais suas bases para campanha 2026. Helbinha filiada ao PSD apoia a governadora Raquel Lyra, fazendo a opção por apoiar Rodrigo Farias como deputado estadual. 

O grupo de vereadores da base de Helbinha também estarão ao lado de Farias nesta pré-campanha. O anúncio ocorre em um momento estratégico para a pré‑campanha de Rodrigo, que é vice‑presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, e já vinha consolidando base forte no Sertão pernambucano.

Helbinha Rodrigues é prefeita reeleita de Trindade com a maior votação da história da cidade, o que dá peso político ao seu apoio. 


No encontro com o deputado, a gestora destacou a atuação de Rodrigo Farias ao longo do mandato, apontando‑o como um deputado atuante, preocupado com o povo, principalmente com o interior. “Em seu primeiro mandato, Rodrigo mostrou ser um deputado que realmente se importa com o que acontece nas cidades de pequena e médio porte, que entende o que o povo precisa e que não abaixa a cabeça para defender o povo pernambucano. 

Ele é um parceiro importante para quem busca desenvolvimento para o Sertão”, afirmou Helbinha.

cretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Juventude


Espaço amplia ações e garante mais oportunidades para a população

Trindade inaugurou, nesta segunda-feira (13), a nova Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Juventude.

O espaço foi estruturado para fortalecer as ações nessas áreas e ampliar o acesso da população a atividades que promovem desenvolvimento, inclusão e participação.


Com a nova secretaria, passam a ser ofertadas aulas de música, oficinas, cursos e outras atividades voltadas à valorização da cultura, ao incentivo ao turismo, à prática esportiva e ao fortalecimento da juventude.

A iniciativa é mais um trabalho da gestão municipal no investimento em políticas públicas que geram oportunidades e contribuem para a qualidade de vida da população.

Inteligência Artificial no curso do IEL Araripina ensina pequenos negócios a aumentar resultados

 


Empresários e profissionais de Araripina terão a oportunidade de mergulhar no universo da inovação com a realização do curso “Inteligência Artificial para Pequenos Negócios”, promovido pela Escola de Negócios do IEL Pernambuco. A capacitação será realizada de forma presencial nos dias 24 e 25 de abril, com carga horária de 12 horas, reunindo conteúdos práticos voltados à aplicação da tecnologia no dia a dia das empresas. A proposta é mostrar como a inteligência artificial pode ser uma aliada estratégica para quem precisa fazer mais com menos, aumentando a eficiência e a competitividade no mercado.

Durante o curso, os participantes terão acesso a conceitos fundamentais e, principalmente, a aplicações práticas da IA, incluindo automação de tarefas, análise de dados, otimização de processos e redução de desperdícios operacionais. A metodologia é voltada para resultados imediatos, permitindo que empreendedores e gestores desenvolvam soluções adaptadas à realidade de seus negócios. A formação também aborda o uso de ferramentas acessíveis e estratégias de gestão enxuta, possibilitando decisões mais assertivas e aumento da produtividade.
Voltado especialmente para donos de micro e pequenas empresas, gestores e profissionais que buscam inovação, o curso reforça o papel da tecnologia como motor de crescimento sustentável. As inscrições podem ser realizadas através do link https://capacitacao.ielpe.org.br/inteligenciaartificial2026ursa-673935/ onde também estão disponíveis informações completas sobre investimento e condições de participação. A iniciativa integra as ações de qualificação profissional da instituição, preparando o público regional para os desafios da transformação digital e para o uso inteligente das novas tecnologias nos negócios. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato através do Whatsapp (87) 98174-7870

Relator de CPI do Crime Organizado pede indiciamento de Moraes, Toffoli, Gilmar e Gonet

 


O relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), propôs o indiciamento dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de MoraesDias Toffoli e Gilmar Mendes. O parlamentar atribui aos três magistrados crimes de responsabilidade, que poderiam fundamentar pedidos de impeachment.

Vieira afirma que Moraes e Toffoli agiram “de modo incompatível” com a honra, a dignidade e o decoro de suas funções devido à relação mantida com o Banco Master. No caso de Gilmar, ele aponta que o ministro teria suspendido quebras de sigilo da CPI para proteger os colegas.

As únicas pessoas com indiciamento proposto por Vieira são os três ministros e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. Neste caso, o senador afirma que o chefe da PGR (Procuradoria-Geral da República) deixou de investigar autoridades envolvidas no caso Master.

O indiciamento é a atribuição da prática de crimes a determinadas pessoas. O relatório ainda precisa ser votado pela CPI, em sessão prevista para esta terça-feira (14).

Em caso de aprovação, o indiciamento será enviado à presidência do Senado, que pode determinar ou não a abertura de um processo de afastamento por crime de responsabilidade contra os ministros e o procurador-geral. O chefe da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sempre deu sinais de que é contra esse tipo de caminho.

O STF e a PGR foram procurados na manhã desta terça para comentar as afirmações apresentadas no relatório, mas não responderam até a publicação da última versão deste texto.

A CPI foi criada originalmente para investigar o crime organizado e a atuação de facções no país, especialmente ligadas ao narcotráfico.

No entanto, os senadores passaram a usar a comissão para driblar as resistências à criação de uma CPI para investigar o Banco Master e suas relações com autoridades, em especial ministros do STF.

O relator afirma que o caso do Banco Master “constitui, possivelmente, o maior escândalo financeiro da história recente do Brasil” e mostra a convergência entre a criminalidade financeira sofisticada e o crime organizado violento de base territorial.

Para Vieira, além do esquema de alavancagem por meio de CDBs (certificados de depósitos bancários) com taxas acima do normal para o mercado e a venda de carteiras de crédito para o BRB (Banco de Brasília), o Master também se sustentou em empréstimos fictícios a empresas, que direcionavam os recursos para fundos administrados pela Reag, gestora investigada na Operação Carbono Oculto por suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

“O caso Master, contudo, não se esgota na fraude financeira. Sua dimensão mais grave, do ponto de vista do escopo desta CPI, reside na comprovação de que estruturas financeiras sofisticadas foram instrumentalizadas para a lavagem de dinheiro de facções criminosas, notadamente o PCC, e para a corrupção”, diz o relatório, que lista pagamentos ligados a políticos, escritórios de advocacia e ministros do STF.

Alexandre de Moraes

Vieira aponta o envolvimento de Moraes com o Master a partir da assinatura de um contrato entre o banco de Daniel Vorcaro e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. Como mostrou a Folha, o Master teria pagado R$ 80,2 milhões à banca em dois anos.

O relator afirma que esse vínculo implica o impedimento de Moraes para julgar processos relacionados ao Master, embora o ministro não tenha proferido decisões nesse caso.

“A remuneração recebida pela família Moraes estava, portanto, diretamente associada à gestão das relações do banco com os poderes e órgãos perante os quais o banco tinha interesse em processos pendentes”, escreve o relator.

Vieira também cita uma troca de mensagens que teria ocorrido entre Moraes e Vorcaro horas antes da prisão do banqueiro. Documentos que estavam no celular do dono do Master mostraram que ele havia enviado pedidos para bloquear ações da Justiça naquela data, e Moraes é apontado como provável destinatário. O ministro nega.

“Essa conduta, se confirmada pelo conjunto probatório que a comissão reuniu, é das mais graves e incompatíveis com a função de magistrado: sugere que um ministro do STF pode ter utilizado sua posição institucional para interferir em ato de polícia judiciária sobre investigado que remunerava sua esposa”, anota o senador.

O relator aponta também que Moraesa voou em jatinhos que pertenciam a uma empresa que tinha Vorcaro como acionista, informação revelada pela Folha. Além disso, diz que o magistrado teria aberto investigações para intimidar funcionários da Receita por suposto vazamento de informações sobre autoridades.

Vieira afirma ainda que Moraes teria pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a aprovar a compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília), o que o ministro também nega.

Dias Toffoli

No caso de Toffoli, Vieira afirma que o ministro tomou decisões como relator do inquérito do Master no STF apesar de ter impedimentos claros por conflito de interesses.

O relator aponta a sociedade entre a Maridt, empresa de Toffoli, e um fundo ligado ao Master no resort Tayayá, revelada pela Folha em janeiro, e diz que as decisões tomadas pelo ministro no inquérito favoreciam aos investigados.

“Cada ato individual, embora isoladamente pudesse ser interpretado como exercício legítimo de competência jurisdicional, adquire significado diverso quando lido no conjunto do padrão decisório: a convergência sistemática entre o sentido das decisões e o interesse financeiro do relator constitui prova indiciária qualificada de desvio de finalidade”, escreve Vieira.

O senador lista a decisão de Toffoli de impor sigilo ao inquérito, restringir acesso da Polícia Federal a provas colhidas em operações, convocar uma acareação no fim do ano passado e outros atos.

Vieira atribui incorretamente ao ministro uma decisão de soltar Vorcaro, no fim de dezembro de 2025. Essa medida foi proferida por uma juíza federal do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).

Toffoli foi o primeiro relator do Master na corte. Ele teve sua atuação posta sob suspeita após uma série de decisões consideradas incomuns. Entre elas, o reconhecimento da competência do Supremo para o caso, a convocação de acareação com um diretor do BC, decretação de alto nível de sigilo e a noameção pelo seu gabinete dos peritos.

Deixou a condução do caso depois de a PF encaminhar um relatório ao presidente da corte, Edson Fachin, detalhando as transferências financeiras entre a empresa de sua família e os fundos ligados ao Master, reveladas pela Folha. Toffoli chegou a se defender no plenário do Supremo, dizendo que “vários magistrados são donos de empresas”.

No relatório da CPI, Vieira acrescenta ainda outros atos de Toffoli, como uma viagem ao Peru no mesmo jatinho do advogado de um executivo do Master, e voos em aeronaves da empresa de Vorcaro. Aponta ainda que havia relação direta do ministro com o banqueiro.

Abuso de poder nas redes sociais: quando o impulsionamento vira ilícito eleitoral

 

Por Diana Câmara

À medida que o processo eleitoral se adapta às dinâmicas digitais, as redes sociais deixam de ser meras ferramentas de comunicação para se consolidarem como verdadeiros espaços de disputa política. Nesse ambiente, o impulsionamento de conteúdo ganha protagonismo como estratégia de alcance e visibilidade, sendo prática admitida pela legislação eleitoral. No entanto, o uso dessa ferramenta exige cautela, pois, a depender das circunstâncias, pode ultrapassar os limites da legalidade e configurar ilícito eleitoral capaz de comprometer a própria lisura do pleito.

A legislação brasileira não proíbe o uso da internet nas campanhas eleitorais. Ao contrário, reconhece sua relevância e estabelece parâmetros para sua utilização, especialmente por meio da Lei nº 9.504/97 e das resoluções do Tribunal Superior Eleitoral. O impulsionamento de conteúdo é permitido, desde que realizado diretamente por candidatos, partidos ou coligações, com a devida identificação do responsável e o registro regular das despesas na prestação de contas. Trata-se, portanto, de um instrumento legítimo dentro do jogo democrático, desde que utilizado com transparência e observância das regras.

O problema surge quando essa prática, aparentemente regular, passa a ser utilizada de forma a gerar desequilíbrio na disputa eleitoral. O impulsionamento deixa de ser lícito quando se distancia de sua finalidade informativa e passa a servir como mecanismo de manipulação ou obtenção de vantagem indevida. Isso ocorre, por exemplo, quando há financiamento por terceiros não identificados, mascarando a origem dos recursos empregados na campanha digital, ou quando se utilizam estruturas paralelas de divulgação, como páginas que não possuem vínculo formal com o candidato, mas que atuam em seu benefício. Também se verifica a irregularidade quando há disseminação massiva de conteúdo negativo ou desinformativo contra adversários, bem como quando são empregados mecanismos automatizados para ampliar artificialmente o alcance das publicações.

Nessas hipóteses, não se está mais diante de uma estratégia legítima de comunicação política, mas de condutas que podem caracterizar abuso de poder econômico ou uso indevido dos meios de comunicação social. A Justiça Eleitoral tem avançado de forma significativa na análise dessas práticas, sobretudo diante do protagonismo que o ambiente digital assumiu nas eleições mais recentes. O Tribunal Superior Eleitoral tem sinalizado que não apenas o conteúdo veiculado deve ser examinado, mas também a forma como ele é disseminado. Em outras palavras, não basta que a mensagem seja, em si, lícita; o modo como ela é impulsionada pode torná-la juridicamente reprovável.

A jurisprudência vem se consolidando no sentido de que o uso desproporcional de recursos financeiros para amplificação de conteúdo nas redes sociais, especialmente quando não declarado ou operacionalizado por terceiros, compromete a igualdade de oportunidades entre os candidatos, que constitui um dos pilares do processo democrático. Nesse contexto, a análise da gravidade da conduta e de seu potencial de influência sobre o eleitorado passa a ser determinante para o enquadramento jurídico da situação.

Outro aspecto relevante diz respeito à responsabilidade do candidato. Ainda que o conteúdo seja divulgado por terceiros, a Justiça Eleitoral tem admitido a responsabilização quando houver benefício direto ou indireto decorrente da conduta. Essa compreensão impõe às campanhas uma postura mais diligente e preventiva, exigindo não apenas a observância das regras formais, mas também o monitoramento constante do ambiente digital. Não basta que o candidato se abstenha de praticar o ilícito; é necessário evitar, inclusive, ser beneficiado por práticas irregulares realizadas por apoiadores ou terceiros.

As consequências jurídicas decorrentes do uso irregular do impulsionamento podem ser severas. A depender da gravidade do caso concreto, a conduta pode ensejar a aplicação de multa, a desaprovação das contas de campanha, a cassação do registro ou do diploma e, em situações mais graves, a declaração de inelegibilidade por abuso de poder. O enquadramento dependerá da análise das circunstâncias específicas de cada caso, especialmente quanto à intensidade da conduta e ao seu impacto no equilíbrio da disputa eleitoral.

Diante da crescente sofisticação das estratégias digitais e da profissionalização das campanhas, é razoável afirmar que o uso das redes sociais será ainda mais intenso nas eleições de 2026. Nesse cenário, o impulsionamento continuará sendo uma ferramenta relevante, mas também se consolidará como um dos principais pontos de atenção jurídica. A linha que separa o uso legítimo da prática ilícita é, muitas vezes, sutil, o que exige preparo técnico e responsabilidade por parte de candidatos e assessores.

A busca por visibilidade não pode se sobrepor ao respeito às regras do processo eleitoral. Mais do que nunca, estratégia política e conformidade jurídica precisam caminhar lado a lado, sob pena de transformar uma ferramenta legítima de comunicação em fator de risco capaz de comprometer candidaturas e resultados eleitorais.