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PREFEITURA DE ARARIPIINA

ATELTELECOM

16 maio 2026

Prefeitura de Araripina inaugura a 4ª Sala Azul aumentando o acolhimento à alunos com TEA

 


Expansão da rede de suporte especializado garante atendimento humanizado

e pedagógico para estudantes com Transtorno do Espectro Autista

​Nesta sexta-feira (15), a Prefeitura de Araripina deu mais um passo
significativo para transformar a realidade escolar de diversas famílias
ao inaugurar a quarta Sala Azul da rede municipal. O novo espaço,
localizado na Escola Dr. Francisco de Alencar Lima, no bairro Aplausos,
foi projetado especificamente para atender estudantes com Transtorno do
Espectro Autista (TEA), oferecendo um ambiente seguro e adaptado às suas
necessidades sensoriais e pedagógicas.

​Esta nova sala soma-se a um total de sete salas que serão entregues,
essa expansão que já beneficiou o distrito de Lagoa do Barro, na Escola
Enoque Mateus, além das unidades Guiomar Costa Reis e Luzanira Ramos,
localizadas na sede. Com a chegada desta sala ao bairro Aplausos, o
município solidifica uma rede estruturada de suporte, garantindo que o
cuidado especializado esteja cada vez mais próximo da residência dos
alunos, facilitando o acesso e a permanência escolar.


​A iniciativa faz parte de um ecossistema de proteção à infância que vai

além das salas de aula. A gestão municipal mantém o foco total na
assistência integral,  com o trabalho das escolas e com os serviços
oferecidos pela Casa Acolhe e pelo Cenide. Essas instituições atuam em
conjunto para oferecer diagnósticos, terapias e acompanhamento
multidisciplinar, assegurando que o desenvolvimento da criança seja
monitorado por profissionais capacitados em diferentes frentes de saúde
e educação.

​"Ver o sorriso de uma mãe que agora sabe que seu filho terá o apoio
necessário me dá a certeza de que estamos no caminho do coração. Nosso
objetivo é que nenhuma criança com TEA em Araripina se sinta invisível,
mas sim abraçada por uma cidade que cuida", declarou o prefeito Evilásio
Mateus. Complementando, a secretária Rachel Cantarelli pontuou que "as
salas são recursos pedagógicos estratégicos que permitem a adequação
curricular e o suporte clínico-educacional necessário para o
desenvolvimento cognitivo desses alunos."

​O conceito de equidade guia cada nova entrega desta gestão,
compreendendo que oferecer oportunidades iguais significa dar mais apoio
a quem possui desafios específicos. Ao investir em recursos lúdicos,
mobiliário adaptado e formação para os educadores, a prefeitura retira
barreiras que antes impediam o aprendizado pleno, promovendo uma
convivência harmoniosa entre todos os estudantes e combatendo o
isolamento social desde a base.

​Com a entrega de hoje, Araripina se posiciona como uma referência
regional em políticas públicas de inclusão. O compromisso firmado com a
comunidade do bairro Aplausos simboliza a continuidade de um projeto que
entende a educação como o maior instrumento de transformação social,
onde o acolhimento institucional se torna a base para que cada criança
autista alcance seu potencial máximo de autonomia e cidadania.

Prefeitura de Araripina em parceria com a FAP inaugura sala de pequenas cirurgias no Centro de Especialidades

 


Procedimentos ambulatoriais serão realizados todas as quintas-feiras no Centro de Especialidades Médicas e Não Médicas, facilitando o acesso da população da sede 

Nesta quinta-feira (14), a rotina de cuidados em Araripina ganhou um novo capítulo com a entrega da sala de pequenas cirurgias no Centro de Especialidades Médicas e Não Médicas. O espaço é fruto de uma parceria entre a Prefeitura Municipal e a Faculdade Paraíso (FAP), desenhada para humanizar o atendimento e reduzir o tempo de espera. Com agendamentos realizados diretamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), os moradores passam a contar com um fluxo organizado que conecta a atenção primária diretamente ao tratamento especializado.

As intervenções ocorrem semanalmente, sempre às quintas-feiras, garantindo que o cidadão encontre um suporte contínuo e previsível. Além da nova estrutura na sede, o cronograma de atendimentos que já percorria os distritos permanece ativo, assegurando que o interior continue assistido. O objetivo principal dessa expansão é promover a equidade, permitindo que tanto quem reside no centro quanto quem vive nas comunidades rurais tenha exatamente a mesma qualidade de infraestrutura e rapidez no cuidado com a saúde.

O ambiente passou por uma renovação completa, recebendo mobiliário e equipamentos modernos que atendem aos mais rigorosos padrões sanitários. Um avanço significativo nesse projeto foi a instalação de uma Central de Material e Esterilização (CME) e uma central de Expurgo exclusiva dentro do Centro de Especialidades. Esse novo setor garante autonomia total à unidade, assegurando que todo o instrumental utilizado seja processado com segurança e agilidade no próprio local, elevando o padrão de biossegurança oferecido aos pacientes.

Vale destacar que esses procedimentos, conhecidos como cirurgias ambulatoriais, são focados na resolução de problemas que, embora simples, impactam diretamente a autoestima e o conforto do paciente. São intervenções de baixa complexidade, como a retirada de sinais, cistos, lipomas e pequenas lesões de pele. Por serem realizadas sob anestesia local, elas dispensam a necessidade de jejum prolongado ou internamento hospitalar, simplificando a jornada de quem precisa do serviço.

A dinâmica foi pensada para não interferir na produtividade do cidadão: as cirurgias duram, em média, menos de uma hora e a alta é imediata. Isso significa que o paciente resolve sua demanda de saúde e pode retornar para casa no mesmo momento, sem as burocracias de um ambiente hospitalar de grande porte. É a medicina resolutiva aplicada de forma prática, priorizando o tempo e o bem-estar de quem busca o serviço público de saúde de Araripina.

Embora o município já realizasse esses procedimentos anteriormente, a centralização técnica na sede e a modernização do espaço representam um salto no atendimento. A gestão municipal e a FAP unem forças para transformar o Centro de Especialidades em uma referência de acolhimento, onde a tecnologia e a medicina caminham juntas para oferecer uma vida mais saudável e tranquila para todos os araripinenses.

Após áudio de Flávio, Congresso acumula sete iniciativas de CPI do Master

 

Em meio às repercussões de conversas atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, parlamentares renovaram a pressão em prol de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o caso do Banco Master. O Congresso Nacional já acumula ao menos sete iniciativas neste sentido, que seguem travadas.

Revelado nesta semana, o caso envolvendo o patrocínio de Vorcaro ao filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) motivou a articulação de dois novos pedidos de comissões mistas de inquérito, ambos ainda em fase de coleta de assinaturas. As informações são da CNN Brasil.

Um é articulado pela oposição, sob a coordenação do senador Carlos Viana (PSD-MG), e outro é de iniciativa da base governista, liderado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo na Câmara.

Mesmo com as novas cobranças, as chances de uma investigação própria no Legislativo ainda são baixas. Por um lado, integrantes da base aliada do governo veem na CPI uma nova frente de ofensiva contra Flávio Bolsonaro. Por outro, a oposição mira inverter o foco da crise e insiste no discurso de que todas as relações envolvendo o Master precisam ser investigadas pelo Congresso.

Ontem (15), Lindbergh Farias também apresentou no STF (Supremo Tribunal Federal) mandado de segurança para obrigar a abertura de uma CPMI, formada por deputados e senadores.

Além das novas iniciativas em fase de coleta de assinaturas, outros cinco pedidos no Congresso já reuniram as assinaturas mínimas e ainda não tiveram andamento:

• CPI do Master da Câmara, articulada pelo deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF);

• CPI do Master no Senado, sugerida pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE);

• CPI no Senado para investigar Daniel Vorcaro e os ministros do STF Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, articulado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE);

• CPMI do Master, de iniciativa do deputado Carlos Jordy (PL-RJ);

• CPMI do Master, apresentada pelas deputadas Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e Heloísa Helena (Rede-RJ).

Os pedidos de uma CPI no Senado ou um colegiado misto esbarram no aval necessário de Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da Casa e do Congresso. Ele, no entanto, resiste aos apelos sobre o tema e não deu sinalização favorável sobre a instalação.

No STF, além da solicitação de Lindbergh, um outro mandado de segurança, patrocinado pela oposição, pede a instalação obrigatória da comissão de inquérito. O pedido tramita sob a relatoria do ministro Nunes Marques, mas não teve andamento. Senadores têm cobrado que o ministro se declare suspeito e, assim, o pedido seja enviado para a análise de outro integrante do Supremo.

Na Câmara, a instalação de uma CPI já foi descartada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), que argumenta haver pedidos mais antigos para a abertura de outras comissões de inquérito. O entendimento foi reforçado pelo ministro do STF Cristiano Zanin, que rejeitou pedido para determinar a abertura da CPI.

Sobre as tratativas com Vorcaro, Flávio Bolsonaro nega irregularidades e tem afirmado que discutiu “especificamente” sobre a produção do filme. Segundo ele, acordo envolvia apenas recursos privados. O senador também tem defendido e afirmado ser “fundamental” a instalação de uma comissão de inquérito.

“Não abaixem a cabeça”, diz Flávio a aliados após áudio vazado com Vorcaro

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (15), durante evento de lançamento da pré-candidatura de Guilherme Derrite (PP) ao Senado, que aliados não devem “abaixar a cabeça” diante da crise envolvendo áudios e mensagens divulgados pelo Intercept Brasil sobre pedidos de recursos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em seu primeiro discurso em palanque desde o início da repercussão do caso, Flávio adotou tom de enfrentamento político, mas falou cercado por apoiadores e lideranças bolsonaristas em Campinas (SP). As informações são da CNN.

“Quando a verdade está do nosso lado, quando a gente sabe que fez a coisa certa, isso nos motiva. Marretada neles”, afirmou o senador.

Flávio repetiu no evento a versão apresentada à CNN e nas redes sociais sobre a negociação envolvendo o filme em homenagem a Jair Bolsonaro, voltando a afirmar que buscava financiamento privado para o projeto audiovisual.

“Tem filme que é com dinheiro privado, tem filme que é com dinheiro público, tem filme que toma dinheiro dos impostos do trabalhador”, declarou

Flávio ainda citou o senador Sergio Moro, presente no evento, como exemplo de enfrentamento ao crime. “Podem reparar o Moro, um símbolo de honestidade no nosso país”.

O ato de Derrite se transformou em um palanque para Flávio Bolsonaro, com jingles de campanha e discursos em defesa de sua pré-candidatura ao Planalto em 2026.

O evento teve tom emotivo, com um mini-documentário sobre a trajetória policial de Derrite, críticas ao PT e defesa de pautas conservadoras. Flávio e Derrite abriram o ato entrando de mãos dadas no palco.

O governador Tarcísio de Freitas chegou cerca de duas horas após o início do evento, acompanhado do presidente da Alesp, André do Prado.

Apesar da presença de aliados importantes, lideranças evitaram fazer manifestações diretas de defesa de Flávio sobre o caso Vorcaro. Ainda assim, o senador contou com demonstrações públicas de alinhamento político durante o evento.

Além de Tarcísio, Sergio Moro e Derrite, participou do evento o senador Rogério Marinho, coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

Em um vídeo exibido no telão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, apareceu afirmando que Derrite “estará certamente na base do nosso presidente Flávio Bolsonaro”. Carlos Bolsonaro também enviou mensagem de apoio.

Em discurso, Derrite defendeu a eleição de um presidente do Senado “conservador e de direita” para “frear abusos do Poder Judiciário” e voltou a defender anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

PGR denuncia Romeu Zema por calúnia contra Gilmar Mendes e pede indenização

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, por calúnia contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e pediu a condenação do político ao pagamento de indenização mínima equivalente a 100 salários mínimos por danos morais.

Na denúncia oferecida ao Superior Tribunal Justiça (STJ), o Ministério Público Federal sustenta que Zema publicou conteúdo nas redes sociais atribuindo falsamente ao ministro a prática do crime de corrupção passiva. Segundo a acusação, a postagem sugeria que Gilmar teria colocado a função jurisdicional “a serviço de interesse privado”, em troca de vantagem indevida. As informações são do jornal O GLOBO.

“O denunciado não se limitou a formular crítica institucional, paródia política ou inconformismo com decisão judicial”, afirma a PGR no documento. “Ao atribuir falsamente ao ministro Gilmar Mendes a prática de corrupção passiva, fez incidir o tipo de calúnia”, prossegue a denúncia.

O órgão enquadrou a conduta no crime de calúnia majorada, previsto no Código Penal, combinado com agravantes do artigo 141, aplicáveis quando a ofensa é praticada contra funcionário público em razão da função e por meio que facilite a ampla divulgação.

A PGR também destacou o alcance da publicação nas plataformas digitais. Segundo a denúncia, até a apresentação da acusação, o conteúdo havia registrado 487,2 mil visualizações na rede X e 2,8 milhões de visualizações no Instagram. Para o Ministério Público, a repercussão ampliou os danos à honra objetiva e à reputação funcional do ministro do STF.

O órgão ainda requer que, ao final da ação penal, seja fixado valor mínimo de reparação civil equivalente a 100 salários mínimos, “compatível com a gravidade da imputação caluniosa, a extensão da divulgação e a repercussão pública da ofensa”.

Fantoches
No mês passado, o pré-candidato à Presidência pelo Novo publicou um vídeo em que os ministros do STF são representados por fantoches — Dias Toffoli pede que o boneco de Gilmar suspenda a quebra de seus sigilos, determinada pela CPI do Crime Organizado; em troca da anulação, o personagem de Gilmar pede “uma cortesia” no resort Tayayá, que já teve irmãos de Toffoli como donos e está envolvido nas investigações ligadas ao escândalo do Banco Master.

Na sequência, Gilmar enviou uma notícia-crime ao colega de Corte, Alexandre de Moraes, solicitando que Zema fosse investigado devido à publicação do vídeo em que satiriza suas decisões, o que o mineiro definiu como “absurdo”.

No pedido enviado a Moraes, Gilmar afirma que o conteúdo compartilhado pelo ex-governador de Minas Gerais “vilipendia não apenas a honra e a imagem deste Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa”.

Flávio diz que pode vazar “videozinho” ou “algum encontro” com Vorcaro

 

O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, disse à CNN Brasil nesta sexta-feira (15) que há a possibilidade de vazamento de algum “videozinho” com o banqueiro Daniel Vorcaro, mas que a relação entre os dois se deu estritamente para tratar do filme “Dark Horse”.

“É legitimo que pensem dessa forma [sobre novos vazamentos], mas não tem nada diferente do filme. Pode vazar um ‘videozinho’ mostrando o estúdio que eu possa ter enviado pra ele, algum encontro que eu possa ter tido com ele, foi tudo para tratar sobre o filme, não vai ter surpresinha”, afirmou. As informações são da CNN.

“Nunca viajei com ele [Vorcaro], não tinha convívio social com ele. Minha conexão foi estritamente para o investimento do filme”, completou.

Contrato
Durante a entrevista, o parlamentar disse estar “100% disposto” a tornar público os contratos de investimento do filme “Dark Horse”.

Segundo a troca de mensagens vazada pelo Intercept Brasil, Flávio teria negociado cerca de R$ 134 milhões com o dono do Banco Master para financiar a produção. À CNN o senador afirmou que os contratos tem vínculo com um fundo privado e sediado nos Estados Unidos e que a publicização depende de regras de compliance.

“Eu estou 100% disposto a isso [tornar o contrato público]. Mas é um contrato nos EUA que é gerido por um fundo privado, que tem as regras de compliance. Eu não sei se eles têm esse mesmo entendimento que eu”, declarou.

Desculpas

O senador pediu desculpas pela postura inicial que tomou, de negar qualquer relação com Vorcaro nas negociações de financiamento para a produção cinematográfica. Essa mudança de versão ocorreu justamente após a publicação do Intercept Brasil.

Questionado sobre como o público poderia confiar em sua versão atual, o parlamentar respondeu:

“Se alguém não entende a razão da minha obrigação de me comportar daquele jeito, eu peço desculpas. Eu sabia que isso ia acontecer, essa perseguição, sabia que iam jogar sujo”.

Relação com Romeu Zema
Logo após o vazamento da troca de mensagens, o também pré-candidato na disputa presidencial Romeu Zema (Novo), foi às redes sociais condenar o áudio de Flávio, afirmando ser “imperdoável” o relacionamento do parlamentar com o banqueiro.

Questionado sobre a declaração do ex-governador mineiro, Flávio afirmou que Zema se “precipitou” ao criticá-lo e que uma possível chapa se torna “inviável”.

“Eu acho que foi um equívoco, eu liguei para ele ontem, tentei falar com ele. Não é justo o que ele fez comigo. Ele se equivocou, tenho certeza que ele deve estar arrependido neste momento, depois das minhas explicações”, declarou Flávio.

Flávio Dino
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino decidiu, nesta sexta-feira, abrir uma investigação sigilosa para apurar supostos direcionamentos de emendas parlamentares para projetos culturais, entre eles está o filme sobre Jair Bolsonaro.

Questionado sobre a decisão do magistrado, o pré-candidato negou que recursos de emendas tenham sido usados para financiar o longa e saiu em defesa do deputado federal Mário Frias (PL-RJ).

“Não teve [uso de emendas]. O Mário Frias, o que ele me disse é que já foi investigado e não teve nada equivocado. Não tem essa vinculação com o filme. Não tem nada de errado na verba parlamentar que ele destinou para essa instituição”, afirmou.

Flávio também disse que os parlamentares envolvidos irão explicar a destinação dos recursos.

“Os deputados vão vir à tona e explicar com honestidade para onde foi esse dinheiro”, declarou.

“Os deputados vão vir à tona e explicar com honestidade para onde foi esse dinheiro”, declarou.

Confiança em Eduardo e Mario Frias

No que diz respeito ao repasse financeiro, Flávio disse confiar 100% no irmão Eduardo Bolsonaro e também em Mário Frias.

“Eu confio 100% neles! Eles se colocaram à disposição para fazer uma grande obra de arte”, respondeu durante a entrevista.

O senador informou, inclusive, que Eduardo teria investido dinheiro próprio na produção “para segurar o roteirista”.

“Todos os recursos que foram investidos nesse fundo privado nos Estados Unidos foram usados 100% no filme. Como eu falei anteriormente, esse contrato onde o Eduardo era colocado como diretor executivo que vocês chamam, esse contrato é um contrato antigo que foi a plataforma legal para ele, Eduardo, colocar dinheiro no filme para segurar o roteirista”, disse.

“Está todo mundo muito tranquilo, só ficamos chateados, obviamente, de ter que perder tempo e vir explicar, mas vou fazer. Sou pessoa pública e tenho que vir à público explicar, fornecer os detalhes o tempo que for necessário, mas quando a gente quer fazer tudo legal, tudo bonitinho, acontece isso. Por isso que tantas pessoas boas estão deixando de investir no Brasil”, acrescentou.

Eduardo Bolsonaro nega ter atuado como produtor do filme sobre o pai

 

O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) negou ter atuado como produtor de filme sobre Jair Bolsonaro (PL), seu pai, que recebeu dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Eduardo disse que investiu US$ 50 mil no filme e que, posteriormente, recebeu o dinheiro de volta. Mas que o recurso não passou pelo fundo que recebeu o dinheiro enviado por Vorcaro para financiar a produção. As informações são do g1.

“Recebi de volta o dinheiro investido, referente ao contrato com a produtora, mas essa transação não passou pelo fundo de investimento. A afirmação de que Eduardo Bolsonaro é financiado por Daniel Volcaro é falsa”, afirmou.

Reportagem do portal “Intercept Brasil” mostrou que Eduardo Bolsonaro trabalhou como produtor-executivo do filme “Dark Horse” sobre a história do pai. A função consta em contrato a que o portal teve acesso. Função incluía captação de recursos, diz site. A TV Globo confirmou as informações.

No vídeo, Eduardo Bolsonaro afirma que o contrato existiu apenas para garantir que o diretor continuasse trabalhando no projeto do filme.

“Investi US$ 50 mil nos Estados Unidos. O objetivo era garantir um contrato com um diretor de Hollywood, para que ele pudesse elaborar o roteiro e dar início ao projeto. Esse contrato permitiu manter o diretor por dois anos, assumindo eu, pessoalmente, todos os riscos”, disse.

“Próximo ao final do contrato, e diante da possibilidade de perder o diretor, surgiu a oportunidade de atrair um grande investidor, que posteriormente se consolidou em um grupo de investidores”, continuou o ex-deputado.

Com a chegada desse investidor, que Eduardo Bolsonaro não diz quem é, ele teria deixado a função prevista no contrato.

“Com a reestruturação da operação, que passou a envolver fundos de investimento, deixei a função de diretor-executivo, mantendo-me como detentor dos direitos autorais para que um ator pudesse me representar no filme. Desta forma, não haveria a necessidade de qualquer ação judicial posterior da minha parte”, disse.

Filme sobre Bolsonaro
Na quarta-feira (13), o site revelou que o banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar o filme e que as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A publicação exibiu áudio em que Flávio Bolsonaro pede dinheiro e pressiona pelos pagamentos. De acordo com a reportagem, o banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões. A TV Globo também confirmou essas informações.

Segundo publicou o blog da Andreia Sadi, uma das linhas de investigação busca esclarecer se o dinheiro teria sido destinado oficialmente à produção do filme ou se esse discurso serviu apenas como justificativa para a transferência dos valores para financiar despesas de Eduardo nos Estados Unidos.

O deputado cassado mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, e não retornou ao Brasil desde então.

Na quinta-feira (14), Eduardo disse em uma publicação na internet que o status migratório dele nos Estados Unidos o impediria de receber dinheiro de fundo de investimento ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo o Intercet, o contrato de produção foi assinado digitalmente por Eduardo em 30 de janeiro de 2024. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece ao lado do deputado federal Mario Frias, também do PL de São Paulo como produtor-executivo do filme.

O documento traz a empresa GoUp Entertainment, que tem sede nos Estados Unidos, como produtora.

Ainda de acordo com o contato, cujos trechos foram publicados pelo site e confirmados pela TV Globo, a produtora e os produtores-executivos deveriam se dedicar a atividades de desenvolvimento do projeto.

Essas atividades incluíam o “envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme e preparação de informações e documentação para investidores e assistência na identificação de recursos de financiamento de filmes, incluindo créditos e incentivos fiscais, colocação de produtos e patrocínio”.

Contrato de filme sobre Bolsonaro tinha Eduardo como produtor responsável por captar recursos, diz Intercept

 

O deputado cassado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, trabalhou como produtor-executivo do filme sobre a história do pai, o ex-presidente Jair Bolsanaro.

A função consta em contrato a que o Intercept Brasil teve acesso. A TV Globo confirmou as informações.

Na quarta-feira (13), o site revelou que o banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar “Dark Horse” e que as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As informações são do g1.

Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras bilionárias, segundo a Polícia Federal.

A publicação exibiu áudio em que Flávio pede dinheiro e pressiona Vorcaro pelos pagamentos. De acordo com a reportagem, o banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões. A TV Globo também confirmou essas informações.

Investigação sobre uso do dinheiro
Segundo publicou o blog da Andreia Sadi, uma das linhas de investigação busca esclarecer se o dinheiro teria sido destinado oficialmente à produção do filme ou se esse discurso serviu apenas como justificativa para a transferência dos valores para financiar despesas de Eduardo nos Estados Unidos.

O deputado cassado mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, e não retornou ao Brasil desde então.

Na quinta-feira (14), Eduardo disse, em uma publicação na internet, que o status migratório dele nos Estados Unidos o impediria de receber dinheiro de fundo de investimento ligado a Vorcaro.

Contrato traz definições sobre funções
Segundo o Intercet, o contrato de produção do filme foi assinado digitalmente por Eduardo em 30 de janeiro de 2024. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece ao lado do deputado federal Mário Frias, também do PL de São Paulo, como produtor-executivo do filme.

Além disso, o documento traz a empresa GoUp Entertainment, que tem sede nos Estados Unidos, como produtora.

Ainda de acordo com o contato, cujos trechos foram publicados pelo site e confirmados pela TV Globo, a produtora e os produtores-executivos deveriam se dedicar a atividades de desenvolvimento do projeto.

Essas atividades incluíam o “envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme e preparação de informações e documentação para investidores e assistência na identificação de recursos de financiamento de filmes, incluindo créditos e incentivos fiscais, colocação de produtos e patrocínio”.

Produtora sediada nos Estados Unidos
A GoUp Entertainment é uma empresa sediada na Flórida e tem como sócios a brasileira Karina Ferreira da Gama e um brasileiro naturalizado nos Estados Unidos, Michael Brian Davis.

Segundo o Intercetp, Karina é também sócia do Instituto Conhecer Brasil, uma organização-não governamental.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (15) a abertura de uma apuração preliminar para investigar supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares a um grupo de entidades ligadas a GoUp, entre elas o Instituto Conhecer Brasil.

A medida foi tomada após pedidos apresentados pelos deputados Tabata Amaral (PSB-SP) e Pastor Henrique (PSOL-RJ) dentro de uma ação que contesta a destinação de emendas.

O g1 revelou na quinta-feira (14) que o STF tenta, há mais de um mês, intimar o deputado Mário Frias (PL-SP) para que preste informações sobre “possíveis irregularidades na execução de recursos de emendas” destinados ao instituto.

Em nota, a ONG Instituto Conhecer Brasil, presidida por Karina da Gama, afirmou que os projetos que executa “seguem rigorosamente os trâmites exigidos pelos órgãos, incluindo apresentação formal de projetos, aprovação de plano de trabalho, metas, execução contratual, acompanhamento técnico, prestação de contas e fiscalização”.

12 maio 2026

Prefeitura de Araripina amplia prazos e inscrições para o Casamento Comunitário 2026

 


Com inscrições estendidas até 19 de setembro na Secretaria e nos CRAS, a iniciativa promove a união civil gratuita para todos os perfis de casais

A celebração do amor e o acesso pleno à cidadania ganharam um novo cronograma em Araripina, garantindo que mais famílias possam oficializar seus laços com tranquilidade. O Casamento Comunitário, inicialmente previsto para o primeiro semestre, foi reagendado para o dia 19 de novembro, oferecendo agora um prazo de inscrições que se estende até 19 de setembro. A iniciativa, organizada pela Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania, mantém as vagas ilimitadas e o caráter inclusivo, acolhendo casais de todos os gêneros que desejam formalizar a união civil sem custos cartoriais.

Para facilitar o acesso da população, o processo de cadastro foi descentralizado e agora pode ser realizado tanto na sede da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania quanto em qualquer unidade do CRAS no município. Essa mudança estratégica visa aproximar o serviço das comunidades e dos distritos, permitindo que o sonho do matrimônio seja alcançado com maior comodidade. A gestão entende que a documentação civil é um passo fundamental para a proteção jurídica das famílias e trabalha para remover barreiras financeiras e geográficas que poderiam impedir essa realização.

A proposta do evento vai além da cerimônia festiva, pautando-se no princípio da equidade ao garantir que pessoas em diferentes contextos sociais tenham as mesmas oportunidades de oficializar seus direitos. O projeto abrange desde jovens a partir de 16 anos até casais solteiros ou divorciados, respeitando a história individual de cada cidadão. Ao promover um evento aberto a todos os gêneros, a prefeitura demonstra um olhar humano e moderno sobre a constituição das famílias contemporâneas em nossa região.

Os interessados devem ficar atentos à documentação necessária, que varia conforme o estado civil. Solteiros precisam apresentar a certidão de nascimento original e atualizada (emitida nos últimos 90 dias), além de cópias de RG, CPF e comprovante de residência. Para quem já passou por um divórcio, é essencial levar a certidão de casamento com a devida averbação, a sentença judicial que trate da partilha de bens e os documentos pessoais básicos. Em todos os casos, a legislação exige a indicação de duas testemunhas maiores de idade, que não possuam parentesco direto (pais ou avós).

No caso dos jovens com idade entre 16 e 18 anos incompletos, o procedimento requer um cuidado especial com a autorização legal. Além da certidão de nascimento atualizada e dos documentos de identificação, é obrigatória a apresentação do RG dos pais ou responsáveis legais, que devem acompanhar o processo. A presença do casal e das testemunhas é indispensável no ato da inscrição, garantindo a transparência e a segurança jurídica de todo o processo de habilitação para o casamento.

Com essa nova oportunidade, Araripina se prepara para uma grande celebração da dignidade e do afeto no final do ano. A sede da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania continua disponível para tirar dúvidas na Avenida Florentino Alves Batista, nº 127, funcionando como o ponto central de apoio aos noivos. Este é um convite para que cada casal araripinense escreva um novo capítulo de sua história, amparado por políticas públicas que valorizam o respeito mútuo e a união de toda a sociedade.