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14 abril 2026

Inteligência Artificial no curso do IEL Araripina ensina pequenos negócios a aumentar resultados

 


Empresários e profissionais de Araripina terão a oportunidade de mergulhar no universo da inovação com a realização do curso “Inteligência Artificial para Pequenos Negócios”, promovido pela Escola de Negócios do IEL Pernambuco. A capacitação será realizada de forma presencial nos dias 24 e 25 de abril, com carga horária de 12 horas, reunindo conteúdos práticos voltados à aplicação da tecnologia no dia a dia das empresas. A proposta é mostrar como a inteligência artificial pode ser uma aliada estratégica para quem precisa fazer mais com menos, aumentando a eficiência e a competitividade no mercado.

Durante o curso, os participantes terão acesso a conceitos fundamentais e, principalmente, a aplicações práticas da IA, incluindo automação de tarefas, análise de dados, otimização de processos e redução de desperdícios operacionais. A metodologia é voltada para resultados imediatos, permitindo que empreendedores e gestores desenvolvam soluções adaptadas à realidade de seus negócios. A formação também aborda o uso de ferramentas acessíveis e estratégias de gestão enxuta, possibilitando decisões mais assertivas e aumento da produtividade.
Voltado especialmente para donos de micro e pequenas empresas, gestores e profissionais que buscam inovação, o curso reforça o papel da tecnologia como motor de crescimento sustentável. As inscrições podem ser realizadas através do link https://capacitacao.ielpe.org.br/inteligenciaartificial2026ursa-673935/ onde também estão disponíveis informações completas sobre investimento e condições de participação. A iniciativa integra as ações de qualificação profissional da instituição, preparando o público regional para os desafios da transformação digital e para o uso inteligente das novas tecnologias nos negócios. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato através do Whatsapp (87) 98174-7870

Relator de CPI do Crime Organizado pede indiciamento de Moraes, Toffoli, Gilmar e Gonet

 


O relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), propôs o indiciamento dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de MoraesDias Toffoli e Gilmar Mendes. O parlamentar atribui aos três magistrados crimes de responsabilidade, que poderiam fundamentar pedidos de impeachment.

Vieira afirma que Moraes e Toffoli agiram “de modo incompatível” com a honra, a dignidade e o decoro de suas funções devido à relação mantida com o Banco Master. No caso de Gilmar, ele aponta que o ministro teria suspendido quebras de sigilo da CPI para proteger os colegas.

As únicas pessoas com indiciamento proposto por Vieira são os três ministros e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. Neste caso, o senador afirma que o chefe da PGR (Procuradoria-Geral da República) deixou de investigar autoridades envolvidas no caso Master.

O indiciamento é a atribuição da prática de crimes a determinadas pessoas. O relatório ainda precisa ser votado pela CPI, em sessão prevista para esta terça-feira (14).

Em caso de aprovação, o indiciamento será enviado à presidência do Senado, que pode determinar ou não a abertura de um processo de afastamento por crime de responsabilidade contra os ministros e o procurador-geral. O chefe da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sempre deu sinais de que é contra esse tipo de caminho.

O STF e a PGR foram procurados na manhã desta terça para comentar as afirmações apresentadas no relatório, mas não responderam até a publicação da última versão deste texto.

A CPI foi criada originalmente para investigar o crime organizado e a atuação de facções no país, especialmente ligadas ao narcotráfico.

No entanto, os senadores passaram a usar a comissão para driblar as resistências à criação de uma CPI para investigar o Banco Master e suas relações com autoridades, em especial ministros do STF.

O relator afirma que o caso do Banco Master “constitui, possivelmente, o maior escândalo financeiro da história recente do Brasil” e mostra a convergência entre a criminalidade financeira sofisticada e o crime organizado violento de base territorial.

Para Vieira, além do esquema de alavancagem por meio de CDBs (certificados de depósitos bancários) com taxas acima do normal para o mercado e a venda de carteiras de crédito para o BRB (Banco de Brasília), o Master também se sustentou em empréstimos fictícios a empresas, que direcionavam os recursos para fundos administrados pela Reag, gestora investigada na Operação Carbono Oculto por suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

“O caso Master, contudo, não se esgota na fraude financeira. Sua dimensão mais grave, do ponto de vista do escopo desta CPI, reside na comprovação de que estruturas financeiras sofisticadas foram instrumentalizadas para a lavagem de dinheiro de facções criminosas, notadamente o PCC, e para a corrupção”, diz o relatório, que lista pagamentos ligados a políticos, escritórios de advocacia e ministros do STF.

Alexandre de Moraes

Vieira aponta o envolvimento de Moraes com o Master a partir da assinatura de um contrato entre o banco de Daniel Vorcaro e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro. Como mostrou a Folha, o Master teria pagado R$ 80,2 milhões à banca em dois anos.

O relator afirma que esse vínculo implica o impedimento de Moraes para julgar processos relacionados ao Master, embora o ministro não tenha proferido decisões nesse caso.

“A remuneração recebida pela família Moraes estava, portanto, diretamente associada à gestão das relações do banco com os poderes e órgãos perante os quais o banco tinha interesse em processos pendentes”, escreve o relator.

Vieira também cita uma troca de mensagens que teria ocorrido entre Moraes e Vorcaro horas antes da prisão do banqueiro. Documentos que estavam no celular do dono do Master mostraram que ele havia enviado pedidos para bloquear ações da Justiça naquela data, e Moraes é apontado como provável destinatário. O ministro nega.

“Essa conduta, se confirmada pelo conjunto probatório que a comissão reuniu, é das mais graves e incompatíveis com a função de magistrado: sugere que um ministro do STF pode ter utilizado sua posição institucional para interferir em ato de polícia judiciária sobre investigado que remunerava sua esposa”, anota o senador.

O relator aponta também que Moraesa voou em jatinhos que pertenciam a uma empresa que tinha Vorcaro como acionista, informação revelada pela Folha. Além disso, diz que o magistrado teria aberto investigações para intimidar funcionários da Receita por suposto vazamento de informações sobre autoridades.

Vieira afirma ainda que Moraes teria pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a aprovar a compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília), o que o ministro também nega.

Dias Toffoli

No caso de Toffoli, Vieira afirma que o ministro tomou decisões como relator do inquérito do Master no STF apesar de ter impedimentos claros por conflito de interesses.

O relator aponta a sociedade entre a Maridt, empresa de Toffoli, e um fundo ligado ao Master no resort Tayayá, revelada pela Folha em janeiro, e diz que as decisões tomadas pelo ministro no inquérito favoreciam aos investigados.

“Cada ato individual, embora isoladamente pudesse ser interpretado como exercício legítimo de competência jurisdicional, adquire significado diverso quando lido no conjunto do padrão decisório: a convergência sistemática entre o sentido das decisões e o interesse financeiro do relator constitui prova indiciária qualificada de desvio de finalidade”, escreve Vieira.

O senador lista a decisão de Toffoli de impor sigilo ao inquérito, restringir acesso da Polícia Federal a provas colhidas em operações, convocar uma acareação no fim do ano passado e outros atos.

Vieira atribui incorretamente ao ministro uma decisão de soltar Vorcaro, no fim de dezembro de 2025. Essa medida foi proferida por uma juíza federal do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).

Toffoli foi o primeiro relator do Master na corte. Ele teve sua atuação posta sob suspeita após uma série de decisões consideradas incomuns. Entre elas, o reconhecimento da competência do Supremo para o caso, a convocação de acareação com um diretor do BC, decretação de alto nível de sigilo e a noameção pelo seu gabinete dos peritos.

Deixou a condução do caso depois de a PF encaminhar um relatório ao presidente da corte, Edson Fachin, detalhando as transferências financeiras entre a empresa de sua família e os fundos ligados ao Master, reveladas pela Folha. Toffoli chegou a se defender no plenário do Supremo, dizendo que “vários magistrados são donos de empresas”.

No relatório da CPI, Vieira acrescenta ainda outros atos de Toffoli, como uma viagem ao Peru no mesmo jatinho do advogado de um executivo do Master, e voos em aeronaves da empresa de Vorcaro. Aponta ainda que havia relação direta do ministro com o banqueiro.

Abuso de poder nas redes sociais: quando o impulsionamento vira ilícito eleitoral

 

Por Diana Câmara

À medida que o processo eleitoral se adapta às dinâmicas digitais, as redes sociais deixam de ser meras ferramentas de comunicação para se consolidarem como verdadeiros espaços de disputa política. Nesse ambiente, o impulsionamento de conteúdo ganha protagonismo como estratégia de alcance e visibilidade, sendo prática admitida pela legislação eleitoral. No entanto, o uso dessa ferramenta exige cautela, pois, a depender das circunstâncias, pode ultrapassar os limites da legalidade e configurar ilícito eleitoral capaz de comprometer a própria lisura do pleito.

A legislação brasileira não proíbe o uso da internet nas campanhas eleitorais. Ao contrário, reconhece sua relevância e estabelece parâmetros para sua utilização, especialmente por meio da Lei nº 9.504/97 e das resoluções do Tribunal Superior Eleitoral. O impulsionamento de conteúdo é permitido, desde que realizado diretamente por candidatos, partidos ou coligações, com a devida identificação do responsável e o registro regular das despesas na prestação de contas. Trata-se, portanto, de um instrumento legítimo dentro do jogo democrático, desde que utilizado com transparência e observância das regras.

O problema surge quando essa prática, aparentemente regular, passa a ser utilizada de forma a gerar desequilíbrio na disputa eleitoral. O impulsionamento deixa de ser lícito quando se distancia de sua finalidade informativa e passa a servir como mecanismo de manipulação ou obtenção de vantagem indevida. Isso ocorre, por exemplo, quando há financiamento por terceiros não identificados, mascarando a origem dos recursos empregados na campanha digital, ou quando se utilizam estruturas paralelas de divulgação, como páginas que não possuem vínculo formal com o candidato, mas que atuam em seu benefício. Também se verifica a irregularidade quando há disseminação massiva de conteúdo negativo ou desinformativo contra adversários, bem como quando são empregados mecanismos automatizados para ampliar artificialmente o alcance das publicações.

Nessas hipóteses, não se está mais diante de uma estratégia legítima de comunicação política, mas de condutas que podem caracterizar abuso de poder econômico ou uso indevido dos meios de comunicação social. A Justiça Eleitoral tem avançado de forma significativa na análise dessas práticas, sobretudo diante do protagonismo que o ambiente digital assumiu nas eleições mais recentes. O Tribunal Superior Eleitoral tem sinalizado que não apenas o conteúdo veiculado deve ser examinado, mas também a forma como ele é disseminado. Em outras palavras, não basta que a mensagem seja, em si, lícita; o modo como ela é impulsionada pode torná-la juridicamente reprovável.

A jurisprudência vem se consolidando no sentido de que o uso desproporcional de recursos financeiros para amplificação de conteúdo nas redes sociais, especialmente quando não declarado ou operacionalizado por terceiros, compromete a igualdade de oportunidades entre os candidatos, que constitui um dos pilares do processo democrático. Nesse contexto, a análise da gravidade da conduta e de seu potencial de influência sobre o eleitorado passa a ser determinante para o enquadramento jurídico da situação.

Outro aspecto relevante diz respeito à responsabilidade do candidato. Ainda que o conteúdo seja divulgado por terceiros, a Justiça Eleitoral tem admitido a responsabilização quando houver benefício direto ou indireto decorrente da conduta. Essa compreensão impõe às campanhas uma postura mais diligente e preventiva, exigindo não apenas a observância das regras formais, mas também o monitoramento constante do ambiente digital. Não basta que o candidato se abstenha de praticar o ilícito; é necessário evitar, inclusive, ser beneficiado por práticas irregulares realizadas por apoiadores ou terceiros.

As consequências jurídicas decorrentes do uso irregular do impulsionamento podem ser severas. A depender da gravidade do caso concreto, a conduta pode ensejar a aplicação de multa, a desaprovação das contas de campanha, a cassação do registro ou do diploma e, em situações mais graves, a declaração de inelegibilidade por abuso de poder. O enquadramento dependerá da análise das circunstâncias específicas de cada caso, especialmente quanto à intensidade da conduta e ao seu impacto no equilíbrio da disputa eleitoral.

Diante da crescente sofisticação das estratégias digitais e da profissionalização das campanhas, é razoável afirmar que o uso das redes sociais será ainda mais intenso nas eleições de 2026. Nesse cenário, o impulsionamento continuará sendo uma ferramenta relevante, mas também se consolidará como um dos principais pontos de atenção jurídica. A linha que separa o uso legítimo da prática ilícita é, muitas vezes, sutil, o que exige preparo técnico e responsabilidade por parte de candidatos e assessores.

A busca por visibilidade não pode se sobrepor ao respeito às regras do processo eleitoral. Mais do que nunca, estratégia política e conformidade jurídica precisam caminhar lado a lado, sob pena de transformar uma ferramenta legítima de comunicação em fator de risco capaz de comprometer candidaturas e resultados eleitorais.

Trump rejeita proposta de suspensão nuclear de 5 anos do Irã

 

Poder360

Os Estados Unidos e o Irã trocaram propostas para a suspensão das atividades nucleares iranianas durante negociações realizadas no sábado (11.abr.2026), em Islamabad (Paquistão). No entanto, autoridades dos dois países afirmaram que ainda estão longe de chegar a um acordo.

O Irã afirmou, ontem, que poderia suspender o enriquecimento de urânio por até cinco anos – oferta rejeitada pelo governo norte-americano. O presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), teria defendido uma suspensão de 20 anos, segundo duas autoridades iranianas e uma norte-americana ouvidas pelo jornal.

Os iranianos já haviam apresentado proposta semelhante em fevereiro, durante uma rodada de negociações em Genebra, que convenceu Trump de que era o momento de entrar em guerra. Dias depois, o presidente ordenou um ataque ao Irã.

Autoridades iranianas e norte-americanas também afirmaram ao jornal que discutem a possibilidade de uma segunda rodada de conversas presenciais, mas não deram detalhes.

João Campos arrasta multidões em Agrestina e Vitória durante agenda no interior

 

O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), cumpriu agenda nesta segunda-feira (13) no município de Agrestina, no Agreste. Recebido pelo prefeito Josué Mendes (PSB), ele percorreu ruas do centro da cidade, conversou com comerciantes e concedeu entrevista a uma rádio local. Durante a visita, defendeu que o Estado adote um ritmo de gestão semelhante ao observado em outros estados do Nordeste e no Recife, capital que administrou nos últimos anos.

Na entrevista, João Campos afirmou que a disputa eleitoral deve envolver a comparação entre gestões e projetos. “Eu sei fazer um compromisso e sei concretizar e tirar do papel esse compromisso. Eu tripliquei as vagas de creche no Recife, enquanto o Governo do Estado só fez três creches. Então, o que a gente vai colocar à disposição é a comparação”, disse. Ainda em Agrestina, ele visitou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e destacou a importância da ampliação de serviços públicos voltados a pessoas com deficiência.

J

á em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, João Campos participou, à noite, da inauguração do Diretório Municipal do PSB. O ato contou com a presença do prefeito Paulo Roberto (MDB), do deputado estadual Sileno Guedes, da deputada federal Isa Arruda e de Túlio Arruda, que assumiu a presidência da legenda no município. Durante o evento, lideranças locais destacaram a importância da reorganização partidária.

Em seu discurso, João Campos afirmou que a iniciativa faz parte do processo de fortalecimento do partido no estado. “A gente vem fortalecer o nosso partido na cidade e no estado, agora com um novo diretório municipal, liderado por Túlio Arruda, junto com o prefeito Paulo Roberto”, disse. Ele também relembrou a trajetória do PSB e a relação histórica com o MDB, ao citar nomes como Miguel Arraes e Eduardo Campos.

13 abril 2026

Sem custos para os cofres públicos, Prefeitura de Araripina e TSLA TransNordestina lança Plano Diretor para organizar o crescimento da cidade nas próximas décadas

 


Com o olhar voltado para as próximas duas décadas, a Prefeitura de Araripina, em uma cooperação estratégica com a TLSA Transnordestina Logística SA, deu início à elaboração do seu novo Plano Diretor Urbano (PDU). O projeto foi desenhado para projetar a organização e o crescimento sustentável da cidade pelos próximos 20 anos, garantindo que o desenvolvimento econômico caminhe lado a lado com o bem-estar da nossa gente. Esta iniciativa marca um momento de maturidade administrativa, estabelecendo diretrizes claras para que Araripina cresça com ordem, segurança e um propósito definido para o seu território.

O novo Plano Diretor é considerado ultra moderno por delimitar detalhadamente todos os espaços urbanos, estabelecendo padrões rigorosos para a construção de avenidas, zoneamento comercial e áreas de expansão residencial. Sob a coordenação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, o projeto organiza o mapa da cidade de forma técnica, evitando o crescimento desordenado que costuma sobrecarregar os serviços públicos. Através desse mapeamento, Araripina define hoje onde estarão seus principais polos de progresso amanhã, facilitando a chegada de novos investimentos e a circulação de riquezas.

Para o prefeito Evilásio Mateus, o PDU é um presente para as futuras gerações e um compromisso com o presente. "Nós não estamos apenas fazendo um documento técnico; estamos desenhando o lar que nossos filhos e netos vão herdar. É uma alegria imensa poder entregar um planejamento que nunca foi pensado antes, cuidando de cada rua e de cada bairro com o carinho que nossa população merece. Este plano é a prova de que nossa terra tem destino, e esse destino é o desenvolvimento com dignidade para todos", declarou o gestor de maneira acolhedora.

O trabalho é fruto de uma união de esforços que envolve diretamente o coração da gestão municipal em diversas frentes. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Alexandro Grande, destaca que a parceria com a Transnordestina traz uma expertise fundamental para o avanço tecnológico da cidade, enquanto o secretário de Planejamento, José Carlos, enfatiza que o ordenamento territorial é a base para qualquer política pública de sucesso. Já o secretário da Fazenda, Rafael Noronha, ressalta que a organização urbana garante uma saúde financeira estável ao município, permitindo que os recursos sejam aplicados com mais precisão em obras que realmente mudam a vida das pessoas.

Ordenar o desenvolvimento urbano é uma tarefa que exige um equilíbrio sensível entre o crescimento industrial e a proteção ambiental. O Plano Diretor é uma lei municipal obrigatória para cidades com mais de 20 mil habitantes, devendo ser revisada periodicamente para se adaptar às novas realidades. Em Araripina, o foco vai além da obrigatória legalidade, buscando criar uma estrutura que proteja nossas áreas de interesse turístico e garanta que o crescimento econômico não fira a qualidade de vida do cidadão.

Ao final deste processo, Araripina terá em mãos uma ferramenta poderosa para gerir seu território com inteligência e sensibilidade. A expectativa é que o novo PDU melhore drasticamente a mobilidade urbana e a infraestrutura dos bairros, transformando a rotina de quem vive e trabalha aqui. É o início de um capítulo onde a cidade deixa de apenas crescer para se desenvolver de verdade, com uma engenharia pensada para acolher cada morador com o máximo de segurança e respeito.

Após ser chamado de “fraco”, Leão XIV reage: “Não tenho medo de Trump”

 

Metrópoles

O papa Leão XIV, afirmou, hoje, que não teme críticas e seguirá se posicionando contra a guerra após ser alvo de ataques do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou não ser “fã do papa Leão” e que o pontífice – “fraco” – “não estaria fazendo um bom trabalho”.

“Não tenho medo do governo Trump nem de proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho, que acredito ser o que estou aqui para fazer, o que a Igreja está aqui para fazer”, disse o pontífice.

“Não quero entrar em debate com ele. Não acho que a mensagem do evangelho deva ser deturpada da maneira como algumas pessoas estão fazendo. Continuarei a me manifestar veementemente contra a guerra, buscando promover a paz, o diálogo e as relações multilaterias entre os Estados para encontrar soluções justas para os problemas”, afirmou o papa.

A declaração do líder católico foi feita para jornalistas durante voo de Roma para a Argélia, onde o pontífice inicia nesta sgeunda uma viagem por quatro países africanos.

Ainda segundo Leão XIV, “muitas pessoas estão sofrendo no mundo hoje. Muitas pessoas inocentes estão sendo mortas. E acredito que allguém precisa se levantar e dizer que há um caminho melhor”.

Declaração de Trump

Nesse domingo (12/4), Donald Trump publicou críticas ao líder da Igreja Católica, na sua rede Truth Social. “O papa Leão XIV é fraco no combate ao crime e péssimo para a política externa. Não quero um papa que ache normal o Irã ter uma arma nuclear”, disse o presidente dos EUA.

Nos ataques ao pontífice, que é norte-americano, Trump disse que o religioso é “uma pessoa muito liberal” e deveria “parar de ceder à esquerda radical”. As informações são do jornal The Guardian.

Logo após as críticas a Leão XIV, Trump publicou, também na Truth Social, uma imagem de si mesmo, gerada por inteligência artificial, em que aparece vestido de Jesus na cura de enfermos. Veja:

Os ataques de Trump ao líder católico vieram depois de um apelo que Leão XIV fez, no sábado (11/4), para que os EUA, Israel e Irã cheguem a um consenso que determine o fim da guerra no Oriente Médio. O pontífice chamou o conflito de “loucura” e acusou os envolvidos de terem idolatria por dinheiro.

CPI do Crime Organizado deve ouvir Cláudio Castro e ter votação de relatório final amanhã

 

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado marcou para amanhã (14) o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL). As informações são do portal G1.

Na mesma sessão, os parlamentares devem acompanhar a leitura do relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) sobre os trabalhos do colegiado e votar o documento – que pode propor às autoridades o indiciamento de alvos da CPI e projetos de aperfeiçoamento da legislação.

A próxima terça é o último dia de funcionamento da comissão, instalada em novembro do ano passado. Os integrantes da comissão tentaram prorrogar os trabalhos, mas, segundo os parlamentares, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu não atender a esse pedido.

Além da frustração de não ter a prorrogação da CPI, os integrantes do colegiado tem se queixado de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que têm desobrigado o comparecimento de convocados, o que pode se repetir em relação ao depoimento de Cláudio Castro.

Encontrar uma liderança para substituir Lula ‘não é simples’, diz presidente do PT

 

Por Estadão Conteúdo

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que a construção de uma liderança capaz de substituir o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), “não é simples” no atual cenário político. A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band.

Na entrevista, Edinho defendeu a reeleição de Lula para o quarto mandato nas eleições presidenciais de 2026. “Precisamos reeleger o presidente Lula para que a gente tenha segurança de um Brasil que seja conduzido com segurança diante da estabilidade política e econômica que estamos vivenciando. O risco é o Brasil ter retrocesso, vivenciar uma situação de autoritarismo e desmanche.”

Segundo Edinho, Lula concentra hoje um capital político relevante, o que dificulta a definição de um sucessor imediato dentro do campo democrático. O dirigente ressaltou que a complexidade do cenário político e econômico amplia o desafio de formação de novas lideranças com capacidade de manter a mesma articulação e apoio.

“Evidente que uma liderança para substituir o presidente Lula não é simples, porque ele é hoje o maior líder político do mundo. Não é simples substituir o presidente Lula”, afirmou Edinho Silva.

O presidente do PT afirmou que novas lideranças tendem a surgir ao longo do tempo, desde que haja conexão com as demandas da sociedade. Para ele, o processo de renovação política ocorre de forma gradual e depende da consolidação de projetos e agendas no País.

Colisão entre ônibus e carro mata duas pessoas na PE-09, no acesso a Porto de Galinhas, em Ipojuca

 

Uma colisão entre um ônibus e um carro matou um homem e uma mulher na estrada PE-09, que dá acesso a Porto de Galinhas, em Ipojuca, no Grande Recife. A batida ocorreu por volta das 7h deste domingo (12). As informações são do Jornal do Commercio.

O carro trafegava no sentido Nossa Senhora do Ó quando o motorista perdeu o controle do veículo e invadiu a faixa contrária, colidindo com o ônibus. Segundo o motorista do coletivo, chovia no momento da batida. A violência do impacto destruiu o veículo e derrubou um poste de iluminação do canteiro central. Pedaços do carro ficaram espalhados em vários pontos da rodovia.

O motorista e a passageira ficaram presos às ferragens e os corpos foram retirados pelo Corpo de Bombeiros, que precisou cortar a lataria do veículo. A remoção foi finalizada por volta das 12h30.

As vítimas foram identificadas como Severino Mário Cavalcanti de Melo, que dirigia o veículo, e Beatriz Ruana Monte e Silva, que pegava carona com Mário para chegar ao trabalho. Os dois moravam no município de Sirinhaém, no Litoral Sul do estado, e se deslocavam diariamente para Porto de Galinhas, onde Mario vendia passeios turísticos e Beatriz trabalhava na cozinha de um restaurante.

No momento do acidente, os dois estavam a caminho de um posto de combustíveis em Muro Alto para abastecer o carro, e tinham a previsão de retornar a Porto logo em seguida para iniciar o expediente.

O ônibus envolvido na batida era fretado e transportava 15 funcionários de um hotel para o trabalho. Três ocupantes, incluindo uma gestante, ficaram feridos sem gravidade e foram levados a unidades de saúde.

Além dos bombeiros, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Instituto de Criminalística estiveram no local para atender as vítimas e realizar os procedimentos de perícia. A Polícia Civil informou que um inquérito foi instaurado para investigar o caso.

A PE-09 é uma rodovia de mão dupla na maior parte de sua extensão e está localizada em uma área com grande concentração de resorts instalados nas praias de Muro Alto e Cupe, além de servir como principal acesso a Porto de Galinhas e Maracaípe.

De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Ipojuca foi o município que registrou o maior volume de chuva em Pernambuco entre o início de ontem (11) e o início deste domingo, momento do acidente. O acumulado foi de 60,7 milímetros.

Diogo Moraes articula apoio da oposição de Tabira à pré-candidatura de João Campos

 

Acompanhando o pré-candidato ao Governo do Estado João Campos em agenda pelo Sertão do Pajeú, o deputado Diogo Moraes (PSB) participou, ontem (11), de um momento importante para a consolidação de apoios da chapa majoritária da Frente Popular: o anúncio da aliança do grupo de oposição de Tabira com o ex-prefeito. Os ex-prefeitos Dinca Brandino e Nicinha Melo estiveram com o socialista e confirmaram que caminharão juntos nas eleições de 2026.

Diogo Moraes já havia conquistado o apoio de Dinca Brandino e Nicinha Melo, que administraram o município de Tabira em períodos distintos. O parlamentar destacou a importância da adesão deste grupo ao projeto da Frente Popular.

“É muito gratificante ver que estamos todos unidos em torno de um bem comum: melhorar a vida do povo pernambucano e, especialmente, do povo de Tabira. Me sinto feliz em fazer parte desse conjunto e posso dizer que o Sertão do Pajeú recebe a candidatura de João Campos de braços abertos. Sabemos que ele vai mudar a realidade do nosso estado e estarei ao lado dele na Alepe, defendendo as principais necessidades do povo pernambucano”, afirmou Diogo Moraes.

O anúncio do apoio de Dinca Brandino e Nicinha Melo ao deputado Diogo Moraes, feito em julho do ano passado, teve papel fundamental na aproximação dos ex-gestores com a Frente Popular. Por trás dessa articulação esteve o ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, cuja influência regional foi decisiva para selar a parceria que agora se consolida também em torno da pré-candidatura de João Campos ao Governo do Estado.

A armadilha que Lula pode ter criado para si mesmo na eleição

 

Por Bernardo Mello Franco
Do jornal O Globo

Rumo à sétima campanha presidencial, Lula deixou escapar uma preocupação com os debates de TV. “Eu não sei quantos candidatos vai ter do lado de lá”, comentou, na quarta-feira. O petista disse que preferia participar de encontros “sem tanta regra”. “Quem sabe não precisa ser todo mundo junto, quem sabe faz uma mistureba?”, sugeriu, em entrevista ao ICL Notícias.

Pela lei eleitoral, outros três pré-candidatos têm lugar garantido nos debates: Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Eles são filiados a partidos que elegeram ao menos cinco congressistas em 2022. As emissoras também podem convidar representantes de legendas nanicas que pontuarem bem nas pesquisas. Em tese, poderá ser o caso de Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

Com três, quatro ou cinco rivais, o petista caminha para ficar isolado no ringue televisivo. Todos os oponentes estarão “do lado de lá”, e tendem a se revezar em ataques ao presidente que busca a reeleição.

Lula não terá a quem culpar. Foi ele quem definiu a estratégia de barrar outras candidaturas na esquerda e na centro-esquerda. Partidos como PDT e PSOL, que têm tradição de lançar presidenciáveis, foram convencidos a apoiá-lo desde o primeiro turno. O PSB se manteve na chapa em troca da permanência de Geraldo Alckmin como vice.

Em busca de votos do centro, presidente ainda ensaiou oferecer a vaga ao MDB, mas esbarrou num manifesto de 17 diretórios estaduais contra a aliança. Terá que se contentar com apoios regionais no Norte e no Nordeste. O mesmo vale para o PSD: a sigla lançou Caiado, mas autorizou as seções locais a se dividirem entre Lula e Flávio.

O “todos contra um” nos debates não será a única consequência da estratégia escolhida pelo presidente. Ao bloquear o surgimento de adversários no campo progressista, Lula pode ter criado uma armadilha para si mesmo no segundo turno.

No cenário de hoje, todos os rivais tendem a pedir votos para o primogênito de Bolsonaro. Lula teria dificuldade para repetir o efeito frente ampla de 2022, quando recebeu apoio declarado de Simone Tebet e envergonhado de Ciro Gomes.

Desta vez, o presidente deve encontrar pouco espaço para ampliar a votação num segundo turno. Como escreveu no Globo o pesquisador Mauricio Moura, isso o obrigará a fazer o possível para liquidar a fatura em 4 de outubro. Seria um feito inédito: nas cinco vezes em que levou a Presidência, o PT jamais conseguiu vencer no primeiro turno.

O ocaso do Tucanistão

Pela primeira vez, o PSDB admite não lançar candidato ao governo de São Paulo. O partido venceu sete eleições consecutivas no estado entre 1994 e 2018. Nos últimos anos, foi devorado pelo bolsonarismo e viu prefeitos e deputados migrarem em massa para o PSD, de Gilberto Kassab.

Sem nomes competitivos para o Palácio dos Bandeirantes, os tucanos agora negociam apoiar Kim Kataguiri, o deputado tiktoker do MBL.

O que diria Mario Covas?