01 setembro 2026
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Raquel Lyra diz ser alvo de tentativa de responsabilização por cartazes apócrifos: “Impressionante o nível de crueldade”
“Não posso atribuir nada a ninguém. Eu pedi investigações pela polícia, que é quem tem a competência de fazer. Não posso ser irresponsável. Agora, o que eu tô vendo circular, lamentavelmente, é de que vão tentar imputar a mim. Já estão fazendo isso. É impressionante o nível de crueldade que se pode fazer”, afirmou.
Questionada sobre o que estaria sendo atribuído a ela, a governadora respondeu: “Dizer que fui eu que criei.” Durante a entrevista, a jornalista perguntou se a suposta autoria teria o objetivo de “gerar um clima na campanha”. Em seguida, Raquel afirmou: “Eu sei lá. Me desculpa falar assim, né? Mas é algo tão absurdo para mim que eu não consigo nem raciocinar direito sobre isso.”
A governadora rejeitou a possibilidade de que tenha tentado transformar o caso em um fato político durante a campanha, dizendo que não teria interesse em provocar tal situação.
“Lamentável o que aconteceu. Isso é repugnante, me dá nojo. A gente precisa seguir. É mais um episódio de violência política e estão querendo, de novo, achar que eu posso querer talvez um fato político com isso. É algo abominável. Se não sou eu, o povo de Pernambuco me conhece. É só uma alma muito doente que pode pensar assim. Por eles, eu vou rezar”, declarou.
Posição de adversários
A candidata também foi questionada sobre possíveis suspeitas que associaram o episódio ao candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB). A governadora afirmou que não apontará responsáveis antes da investigação.
“Não posso atribuir nada a ninguém. Eu pedi investigações pela polícia, que é quem tem a competência de fazer. Não posso ser irresponsável”, declarou.
Ao comentar as manifestações de solidariedade, entre elas a do ex-prefeito do Recife, a gestora agradeceu os gestos, e disse não querer que seus familiares sejam envolvidos na disputa.
“Eu agradeço a solidariedade de quem se manifestou, mas o que eu não quero é que meus filhos e meu marido sejam o debate dessa campanha”.
Raquel critica violência política
Raquel afirmou ainda que o episódio representa uma forma de violência que não deve ser utilizada contra adversários políticos. Ao comentar as manifestações de solidariedade recebidas após a circulação dos cartazes, disse que agradece o apoio, mas reforçou que espera a identificação dos responsáveis.
A governadora também fez referência às suspeitas levantadas contra integrantes de sua campanha em outro episódio de ataques políticos. Segundo ela, seus advogados apresentaram uma interpelação para que as acusações sejam comprovadas.
“Eu jamais fomentaria qualquer tipo de ação desta natureza. Eu sempre fiz campanha limpa e transparente, como eu faço o governo, no chão com as pessoas, ouvindo, trabalhando, entregando. Essa não sou eu”, afirmou.
Teresa Leitão reconhece impacto eleitoral de votação do fim da escala 6×1
A campanha do petista afirma que o senador “veiculou diversas afirmações falsas e gravemente descontextualizadas acerca de fatos diretamente relacionados ao processo eleitoral e à candidatura” de Lula. As informações são do jornal O GLOBO.
A equipe jurídica de Lula contesta oito falas do adversário — entre elas, uma na qual o senador fluminense atribui a responsabilidade pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao petista, que não teria encaminhado nenhum representante para tratar do tema com o governo dos EUA. A campanha do postulante à reeleição sustenta que existiu “atuação efetiva” do Planalto para negociar com a gestão de Donald Trump, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
Outra declaração contestada é uma na qual o senador afirmou que o salário mínimo teria perdido poder de compra. A equipe jurídica de Lula argumenta que o governo federal aplicou correção acima da inflação ao longo do mandato.
Outras seis declarações de Flávio Bolsonaro são alvo do PT. Elas envolvem afirmações de que o Pix foi desenvolvido no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e que não seria taxado por determinação dele, além de outras sobre a trama golpista e o 8 de Janeiro. Também são contestadas falar do senador sobre urnas eletrônicas, o miliciano Adriano da Nóbrega e as relações com Daniel Vorcaro e o financiamento do filme Dark Horse pelo dono do Banco Master.
Lula aciona TSE por supostos ‘fatos descontextualizados e inverídicos’ ditos por Flávio Bolsonaro em entrevista à Globo
A campanha do petista afirma que o senador “veiculou diversas afirmações falsas e gravemente descontextualizadas acerca de fatos diretamente relacionados ao processo eleitoral e à candidatura” de Lula. As informações são do jornal O GLOBO.
A equipe jurídica de Lula contesta oito falas do adversário — entre elas, uma na qual o senador fluminense atribui a responsabilidade pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao petista, que não teria encaminhado nenhum representante para tratar do tema com o governo dos EUA. A campanha do postulante à reeleição sustenta que existiu “atuação efetiva” do Planalto para negociar com a gestão de Donald Trump, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
Outra declaração contestada é uma na qual o senador afirmou que o salário mínimo teria perdido poder de compra. A equipe jurídica de Lula argumenta que o governo federal aplicou correção acima da inflação ao longo do mandato.
Outras seis declarações de Flávio Bolsonaro são alvo do PT. Elas envolvem afirmações de que o Pix foi desenvolvido no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e que não seria taxado por determinação dele, além de outras sobre a trama golpista e o 8 de Janeiro. Também são contestadas falar do senador sobre urnas eletrônicas, o miliciano Adriano da Nóbrega e as relações com Daniel Vorcaro e o financiamento do filme Dark Horse pelo dono do Banco Master.
Defesa de Bolsonaro pede a Moraes retorno de ex-assessores à equipe
O pleito envolve Sérgio Rocha Cordeiro e Max Guilherme Machado de Moura. Os advogados pedem que os dois sejam incluídos novamente na relação de servidores autorizados a exercer atividades de rotina na casa do ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. As informações são da CNN.
Sérgio e Max atuaram como assessores durante o governo Bolsonaro e permaneceram na equipe de apoio ao ex-presidente após o fim do mandato. Foram afastados da função em 2023, quando começaram a ser investigados por suposta inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde. Os dois chegaram a ficar presos preventivamente por cerca de quatro meses naquele ano, mas as prisões foram revogadas.
Em junho deste ano, o MPF (Ministério Público Federal) pediu o arquivamento da investigação contra a dupla, sob o argumento de que não havia elementos mínimos que indicassem participação deles nos fatos apurados. Com base nesse parecer, a defesa sustenta, na petição enviada ao STF, que também não ficou demonstrado que Sérgio e Max tenham agido de forma dolosa nas supostas irregularidades.
Os advogados então argumentam que os dois devem ser reincorporados à equipe de assessoramento de Bolsonaro, respeitadas as medidas cautelares ainda em vigor.
Ex-primeira-dama de Granito, no Sertão, denuncia ter sofrido violência doméstica
Segundo a ex-primeira-dama, as agressões aconteceram há pouco mais de 20 dias dentro da própria casa. Nas filmagens, é possível ver hematomas no rosto e cortes na parte de trás da cabeça da vítima. Ainda de acordo com Raila Miranda, o filho de sete anos presenciou as agressões e “o desespero de uma mãe que sangrava”. As informações são do Diario de Pernambuco.
“As marcas que vocês estão vendo ficaram no meu corpo. Outras ficaram na minha memória e na memória de meu filho. […] Quando a violência aconteceu, a primeira coisa que passou pela minha cabeça não foi a política, não foi a reputação, não foi a imagem, foi sobreviver. Proteger meu filho e pensar como eu vou sair daqui viva”, destacou Raila Miranda.
Orçamento: governo projeta superávit de R$ 18,6 bilhões nas contas públicas em 2027
O objetivo de superávit para as contas do governo federal consta da proposta de Orçamento para 2027, enviada nesta segunda-feira (31) ao Congresso Nacional. As informações são do g1.
Pelas regras do arcabouço fiscal, entretanto, as contas poderão continuar no vermelho sem descumprimento da lei.
Mas o governo, até o momento, projeta saldo positivo em 2027, de R$ 18,6 bilhões.
“Temos toda confiança que somos capazes de entregar esse resultado cheio [superávit de R$ 18,6 bilhões]. Há um peso menor das despesas obrigatórias. Não estamos prevendo receitas que dependam de aprovação do Congresso, porque, em outros exercícios, encaminhamos o PLOA e outras medidas de arrecadação. Aqui não contamos com nenhuma medida nova”, disse o ministro do Planejamento, Bruno Moretti.
Se a meta fiscal e a estimativa de saldo positivo em 2027 for cumprida, ou seja, se a diferença entre o que se pretende arrecadar e gastar for positiva, será o primeiro resultado no azul desde 2022, último ano do governo Jair Bolsonaro.
Analistas consideram, porém, que o saldo positivo das contas do governo em 2022 foi pontual, sendo determinado pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos precatórios e maior pagamento de dividendos pelas estatais.
Meta é positiva, mas contas podem seguir no vermelho
A meta proposta pelo governo no orçamento de 2027 é de um resultado positivo de R$ 73,2 bilhões em 2027, o equivalente a 0,5% do PIB.
- Entretanto, há uma banda de tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo;
- Além disso, R$ 65,7 bilhões de gastos governo com precatórios — sentenças judiciais — e com projetos na área de defesa, saúde e educação podem ficar de fora da regra — exceções ao limite de gastos aprovados pelo Congresso nos últimos anos.
Na prática, portanto, o governo vai poder ter um déficit primário de até R$ 29,1 bilhões sem que a meta seja formalmente descumprida.
PEC da Segurança pode retirar R$ 500 milhões por ano do esporte
Em entrevista exclusiva à Folha de Pernambuco, a vice-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Yane Marques, detalhou o impacto da medida nos investimentos esportivos e como atletas e confederações estão lutando para convencer os senadores a evitarem a alteração na redistribuição dos recursos. As informações são da Folha de Pernambuco.
Entenda
Em março deste ano, a Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, a PEC da Segurança Pública (PEC 18/25). O texto, apresentado inicialmente pelo Poder Executivo, foi um substitutivo do relator, o deputado federal e atual candidato ao Senado por Pernambuco, Mendonça Filho (União-PE), que fez alterações na versão original.
Justiça manda ex-assessor de Priscila Krause remover postagem em que associa João Campos a panfletos contra Raquel
A liminar foi obtida em ação apresentada pela Frente Popular de Pernambuco. Segundo a coligação de João Campos, “embora inexistente qualquer elemento que vincule a produção ou distribuição do material” ao PSB, Medeiros “teria inserido os cartazes em narrativa destinada a atribuir ao grupo adversário a existência de um suposto ‘gabinete do ódio’”. O desembargador Fernando Braga Damasceno analisou o vídeo e concordou com os argumentos apresentados.
“A expressão ‘Pernambuco conhece esse modus operandi’, seguida da afirmação de que o Estado ‘responderá à altura nas urnas’, evidencia que a mensagem não se restringe a manifestação de solidariedade à governadora ou a repúdio aos cartazes, mas se insere diretamente na disputa eleitoral e busca produzir consequência sobre a escolha do eleitor”, avaliou.
Ainda conforme o magistrado, o ex-assessor de Priscila Krause associa João Campos e seu grupo político “a uma suposta estrutura organizada e subterrânea destinada a ‘destilar ódio contra adversários’, vinculando-os a perseguições, ataques, pichações, conteúdos ofensivos e à exploração de episódio relacionado à morte de Eduardo Campos”, fatos que fazem a imputação ter “gravidade”. “Não se trata, portanto, de simples crítica política, ainda que contundente”, definiu Damasceno.
Medeiros tem até 24 horas para remover a publicação de suas redes sociais. Ele também foi proibido de repostar ou republicar a postagem impugnada. Em caso de descumprimento, a multa diária a ser aplicada é de R$ 10 mil. Na noite do domingo (30), outros apoiadores de Raquel já haviam sofrido um revés semelhante na Justiça Eleitoral por tentativas de associar João Campos aos ataques anônimos contra Raquel: o candidato a senador Mendonça Filho (PL), o candidato a deputado estadual Ni do Badoque (PSD) e o blogueiro Ricardo Antunes.