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05 maio 2026

Eliane Soares celebra sucesso da 28ª Festa do Vaqueiro e Tropeiro em Santa Cruz: “Alegria que une gerações”

 


O Sertão do Araripe viveu um final de semana de tradição, cultura e pátio lotado. A ex-prefeita de Santa Cruz e pré-candidata a deputada federal, Eliane Soares, usou suas redes sociais e declarações públicas para comemorar o balanço positivo da 28ª Festa do Vaqueiro e Tropeiro, evento que se consolidou como um dos maiores marcos do calendário festivo da região.

Presente durante toda a programação, Eliane destacou a emoção de ver a cidade pulsando com a força da cultura sertaneja. “Minha gente, que alegria ver uma festa tão maravilhosa, que une gerações. A 28ª Festa do Vaqueiro e Tropeiro na minha amada Santa Cruz foi linda demais e bom mesmo foi estar no Pátio de Eventos junto do povo e prestigiando tudo de perto”, afirmou a ex-gestora.

Amado Batista emociona o Pátio de Eventos

O ponto alto da festividade foi a apresentação do cantor Amado Batista. Com um repertório repleto de clássicos que atravessam décadas, o artista atraiu uma multidão ao pátio, proporcionando um show marcado pelo coro do público e por momentos de forte emoção.

Além das grandes atrações musicais, a festa reafirmou sua importância social e econômica para Santa Cruz, reunindo vaqueiros e tropeiros de diversas localidades, mantendo viva a chama da identidade sertaneja. Para Eliane Soares, o sucesso do evento reflete o carinho da população pelas suas raízes e a capacidade do município em realizar celebrações de grande porte com segurança e organização.

Após reunião no Planalto, João Campos ressalta investimentos do governo Lula


Por Blog da Folha – Nesta segunda-feira (04/05), o presidente Lula anunciou uma Medida Provisória para liberação de R$ 305 milhões para municípios de estados atingidos pelas chuvas, incluindo Pernambuco. João Campos, presidente nacional do PSB e pré-candidato a governador, destacou a importância desse anúncio após sair do Palácio do Planalto, onde teve reunião com a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior.

“Tive uma reunião importante com a ministra Miriam Belchior para tratar do cenário das chuvas no Recife, na Região Metropolitana e na Zona da Mata. O presidente Lula acabou de assinar uma Medida Provisória para liberar cerca de R$ 300 milhões em recursos da Defesa Civil Nacional para as cidades atingidas. Esse suporte federal é fundamental, tanto para a resposta imediata quanto para o fortalecimento das obras de proteção e mitigação que já vêm sendo construídas em parceria com o Governo Federal”, ressaltou.

João Campos vem se articulando com o Governo Federal desde o primeiro momento, tendo sido citado pelo próprio Lula depois de discutir por telefone sobre o impacto das fortes chuvas que atingiram o solo pernambucano. Além disso, tratou dos primeiros encaminhamentos em conversa também com o senador Humberto Costa e, posteriormente, em reunião com o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, e prefeitos de municípios atingidos.

“É momento de unidade, de trabalho e de ação rápida. Quem mais precisa agora é quem deve estar no centro de todo esforço. Por isso, seguimos buscando apoio, articulando soluções e cobrando a proteção necessária para as pessoas atingidas”, pontuou o ex-prefeito do Recife.

“Massacre de Angico” lança edição 2026 em Serra Talhada

 

A Fundação Cultural Cabras de Lampião realiza, neste sábado (9), às 19h, no Shopping Serra Talhada, o lançamento do projeto da edição 2026 do espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”. O evento será aberto ao público e apresentará o formato e as novidades da próxima edição, que terá como tema os 100 anos do episódio conhecido como Fogo da Serra Grande.

A apresentação contará com a presença do elenco e da equipe de produção, incluindo os intérpretes de Lampião, Karl Marx, e Maria Bonita, Bruna Florie, além do autor Anildomá Willans de Souza e do diretor Izaltino Caetano. Considerado um dos maiores espetáculos ao ar livre da região, o evento detalhará a proposta artística e a organização da montagem prevista para 2026.

Prefeitura de Ipojuca recebe prêmio nacional de comunicação pública digital

 

A Prefeitura de Ipojuca foi premiada no Social Media Gov, evento voltado à comunicação pública digital realizado em Florianópolis, durante o Redes WeGov. A gestão municipal também foi indicada ao “Top 10” de prefeituras do país e figurou entre as finalistas na categoria conteúdo do ano. A premiação foi recebida pelo secretário de Comunicação, Fernando Monteiro.

O reconhecimento teve como base um vídeo publicado nas redes sociais da prefeitura, em outubro de 2025, com a proposta “E se você fosse o diretor(a)?”. A produção contou com a participação de alunos da rede municipal e foi avaliada entre iniciativas de diferentes regiões do país, considerando critérios como engajamento e alcance.

“Esse prêmio mostra que Ipojuca está na vanguarda da comunicação pública no Brasil”, afirmou o prefeito Carlos Santana. O secretário Fernando Monteiro também comentou o resultado. “Esse resultado é fruto de uma comunicação que coloca o ipojucano no centro”, disse. Segundo a gestão, a estratégia inclui ações voltadas à presença digital e à interação com a população por meio das redes sociais.

Congresso aposta em acordo velado com STF para manter Dosimetria

 

A cúpula do Congresso Nacional e parlamentares envolvidos na articulação do chamado PL da Dosimetria apostam que o Supremo Tribunal Federal deve manter a lei aprovada pelo Congresso.

A avaliação é de que um “acordo informal” sobre o texto deve servir como base para os ministros manterem a medida. A CNN Brasil já havia informado que, durante a elaboração do texto, ministros do STF chegaram a ser consultados sobre a necessidade da proposta, que só foi à votação depois de avalizada pelo Supremo. As informações são da CNN.

Até mesmo o ajuste feito pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à matéria teria sido submetido a ministros. Alcolumbre considerou prejudicados trechos do projeto da dosimetria que contradiziam a nova Lei Antifacção.

O texto aprovado pelo Congresso altera critérios de cálculo de penas e progressão de regime, podendo beneficiar diretamente condenados pelos atos antidemocráticos, incluindo aliados e o próprio ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo relatos de parlamentares e informações de bastidores, à época, houve uma tentativa de calibrar o projeto em conversas com integrantes do STF. Além de evitar um confronto direto com o Judiciário, parlamentares tentavam justamente evitar que a medida fosse derrubada pelo Supremo.

O relator do projeto, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), atuou como um dos principais articuladores dessa ponte.

A CNN Brasil apurou que o deputado buscou interlocução com ministros do STF para discutir o conteúdo da proposta e trabalhou para consolidar apoio dentro do Congresso com a segurança de que o Parlamento não sofreria um revés posteriormente.

Apesar do esforço, o risco de a matéria ser contestada ainda existe. Especialistas apontam que a proposta pode ser questionada por alterar critérios de punição em casos já julgados e impactar decisões do próprio STF sobre os atos de oito de janeiro.

Ainda assim, a aposta do Congresso é que um texto “ajustado” previamente tem mais chances de resistir a eventuais ações na Suprema Corte.

Na última semana, o Congresso derrubou o veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria por 318 votos a 144, com cinco abstenções. O PT deve recorrer ao Supremo para tentar barrar a lei.

PIX, minerais críticos e tarifas: o que o governo Lula quer discutir com Trump na economia

 

Anunciada de última hora, a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, deverá acontecer na quinta-feira (7/5).

Esta será a segunda vez que Lula vai à capital norte-americana durante seu terceiro mandato, mas será a primeira vez que ele fará uma visita oficial ao atual presidente Donald Trump. As informações são do g1.

A visita acontece em um momento em que já se falava, nos bastidores, de um eventual afastamento entre Lula e Trump após o que ambos classificaram como uma “boa química” obtida depois dos encontros que eles tiveram no ano passado.

O governo brasileiro ainda não divulgou, oficialmente, os temas que serão discutidos entre os dois governos em Washington, mas duas fontes ouvidas pela BBC News Brasil em caráter reservado afirmaram que a equipe econômica tem pelo menos três tópicos principais a serem discutidos com os norte-americanos durante a passagem de Lula pelos Estados Unidos:

  1. as investigações do governo Trump sobre o Pix;
  2. o fim das tarifas restantes do chamado “tarifaço” que ainda incidem sobre exportações brasileiras;
  3. investimentos em minerais críticos.

Essa agenda vinha sendo preparada há meses por integrantes de pelo menos quatro ministérios: Fazenda; Justiça e Segurança Pública (MJSP); Relações Exteriores (MRE); e Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Segundo a BBC News Brasil apurou, ainda não se sabe se todos os temas no radar da equipe econômica vão ser de fato tratados durante o encontro de Lula e Trump.

Essa definição será finalizada próximo ao embarque do presidente e, segundo uma das fontes ouvidas pela BBC News Brasil, vai depender da “temperatura” que a Casa Branca dará à reunião.

Apesar da confirmação da viagem por fontes ligadas ao governo brasileiro, a Casa Branca ainda não se manifestou sobre o assunto.

Pix na mira de Trump

A discussão em torno do sistema Pix é um dos tópicos sobre os quais os técnicos do governo brasileiro mais se debruçaram nos últimos meses. A equipe brasileira tenta dissuadir os Estados Unidos de adotarem medidas comerciais contra o Brasil em função da utilização do Pix.

A preocupação do Brasil com o assunto começou em julho do ano passado, no auge da crise causada pelo tarifaço aplicado pelo governo norte-americano.

Naquele mês, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) abriu uma investigação com base na seção 301 da Lei de Comércio do país sobre práticas comerciais supostamente irregulares do Brasil e incluiu o Pix entre os itens sob apuração.

As alegações norte-americanas seriam de que o sistema de transferência de valores eletrônico desenvolvido pelo Banco Central do Brasil representaria uma ameaça à atuação de empresas dos Estados Unidos que operam o mercado de meios de pagamento.

O governo brasileiro respondeu à investigação em agosto de 2025 negando que o Pix promova qualquer tipo de discriminação em relação a empresas norte-americanas e afirmou que até mesmo empresas do país como o Google já utilizam a ferramenta.

Apesar disso, o assunto voltou à tona em março deste ano.

O Pix foi mencionado em um relatório do USTR de 31 de março em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais de 60 países contra empresas norte-americanas.

O Pix é citado três vezes nas mais de 500 páginas do National Trade Estimate Report de 2026.

“O Banco Central do Brasil criou, detém, opera e regula o Pix, uma plataforma de pagamentos instantâneos. Partes interessadas dos EUA expressaram preocupação com o fato de o Banco Central do Brasil conceder tratamento preferencial ao Pix, o que prejudica os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA. O Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500.000 contas”.

Os especialistas em comércio exterior e regulação econômica ouvidos pela BBC News Brasil em abril frisaram que os EUA não teriam jurisdição para agir diretamente contra o Pix.

Segundo eles, as ferramentas à disposição dos norte-americanos caso queiram punir o Brasil pelo uso do Pix se concentrariam na esfera comercial, como prevê a Lei de Comércio de 1974 que baseia a investigação.

A lei prevê que os Estados Unidos podem retaliar suspendendo benefícios e acordos comerciais e restringindo importações de produtos ou serviços de um determinado país.

Politicamente, no entanto, o governo brasileiro vem usando o Pix como bandeira desde que o mecanismo foi citado pela primeira vez pela administração Trump.

Lula fez diversos discursos em defesa do Pix e o governo até lançou uma campanha publicitária sobre o assunto enfatizando que a defesa do Pix seria uma questão de soberania nacional.

“O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”, disse Lula no início de abril durante um evento na Bahia.

Guerra tarifária

Apesar do relaxamento do tarifaço de Trump a uma série de produtos brasileiros nos últimos meses, técnicos da área econômica brasileira querem aproveitar a visita a Washington para tentar diminuir ou eliminar o restante das tarifas que ainda vigoram sobre parte das exportações do país aos Estados Unidos.

Uma estimativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) aponta que pelo menos 29% das exportações brasileiras aos Estados Unidos estejam submetidas a tarifas adicionais impostas pelo governo norte-americano.

Em abril de 2025, os Estados Unidos impuseram uma tarifa de 10% linear a praticamente todos os países do mundo. Em julho daquele ano, a administração Trump impôs uma tarifa adicional de 40% sobre diversos produtos brasileiros.

À época, a medida foi justificada pelo governo norte-americano como uma resposta ao tratamento dado pelo Poder Judiciário ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que enfrentava um julgamento por crimes como golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O governo Trump chamou o processo de “caça às bruxas”. A administração do presidente Lula declarou que o governo não interferiria no julgamento de Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos de prisão. Sua defesa alega que ele é inocente.

O episódio foi considerado o auge do mal-estar nas relações entre os dois países, mas a partir de setembro daquele ano a situação começou a mudar. Naquele mês, Lula e Trump tiveram um primeiro encontro, em Nova York. Depois, os dois trocaram telefonemas e se encontraram novamente na Malásia.

Em novembro, o governo Trump retirou parte das tarifas que incidiam sobre produtos brasileiros.

Em fevereiro deste ano, foi a vez da Suprema Corte dos Estados Unidos decidir que o “tarifaço” de Trump era ilegal e derrubou outra parte das taxas cobradas pelas exportações ao país, o que beneficou países como o Brasil. Em seguida, os EUA implementaram uma tarifa linear de 15% sobre importações globais ao país.

Apesar de estudos como o do Global Trade Alert (GTA) apontarem que o Brasil foi um dos maiores beneficiados pela redução das tarifas, a equipe técnica brasileira quer convencer o governo norte-americano a reduzir tarifas que ainda incidem sobre segmentos considerados estratégicos para a economia brasileira como o da produção de máquinas industriais e a de revestimentos.

Dados da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) estimam as exportações do Brasil para os Estados Unidos no primeiro trimestre deste ano atingiram a menor participação histórica desde 1997.

As exportações somaram US$ 7,8 bilhões no período, o que aponta para uma redução de 18,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025. Os números apontam que os Estados Unidos passaram a responder por 9,5% das exportações brasileiras.

Minerais críticos

Um dos temas considerados estratégicos para ambos os países e que está na pauta dos negociadores brasileiros são os minerais críticos.

“Tem espaço na questão das big techs, terras raras e minerais estratégicos”, disse o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) ao comentar sobre a viagem de Lula aos Estados Unidos, segundo o jornal Valor Econômico.

De um lado, os norte-americanos querem acesso facilitado a projetos de mineração em jazidas de minerais críticos, especialmente de terras raras. Eles defendem menores barreiras a investimentos estrangeiros e facilitação do processo de licenciamento ambiental desses projetos.

Do outro lado, o governo brasileiro vem defendendo um maior controle estatal sobre estes projetos e que os investimentos na área incluam o beneficiamento dos minerais e não apenas a exportação da matéria-prima.

Os minerais críticos, entre eles as terras raras, são um conjunto de elementos químicos considerados cruciais por serem necessários tanto em equipamentos utilizados para gerar e armazenar energia limpa como para a indústria eletrônica e militar.

Entre eles, estão lítio, cobalto e nióbio. Eles são usados, por exemplo, na fabricação de baterias elétricas, ímãs para turbinas eólicas, chips eletrônicos, aviões, mísseis e satélites.

Desde que assumiu seu segundo mandato, o governo Trump estabeleceu que o país deveria reduzir sua dependência em relação à China para ter acesso a minerais críticos e, sobretudo, a terras raras.

Estima-se que a China detenha em torno de 60% das reservas conhecidas desse material e seja responsável por 90% do refino. A China é hoje o principal adversário geopolítico dos Estados Unidos.

Nessa estratégia, o Brasil surgiu como um possível parceiro, uma vez que o país tem, de acordo com estudos recentes, a segunda maior reserva conhecida de terras raras, atrás apenas da China.

Nos últimos meses, os Estados Unidos lançaram uma série de iniciativas para ampliar seu acesso a reservas de minerais críticos, entre elas o projeto Cofre, que estabeleceu parcerias com outras nações detentoras de minerais considerados estratégicos.

O Brasil, no entanto, vem resistindo a aderir a acordos do tipo com os Estados Unidos, especialmente se eles implicarem em regras que obriguem o Brasil a dar preferência à exportação aos norte-americanos.

O presidente Lula e seus interlocutores afirmam que o Brasil pretende adotar políticas para agregar valor aos minerais críticos e evitar a exportação deles de forma bruta, como acontece com o minério de ferro e outros produtos.

A BBC News Brasil apurou que os Estados Unidos enviaram uma proposta de memorando de entendimento para o governo brasileiro sobre o assunto no início do ano, mas o documento ainda não havia sido respondido até o início de abril.

Apesar disso, os Estados Unidos já deram início a uma série de investimentos para ter acesso a jazidas de minerais críticos. Entre eles está a compra da empresa Serra Verde, responsável pela única mina de terras raras fora da Ásia.

A transação foi anunciada em abril e está estimada em US$ 2,8 bilhões. A mineradora foi vendida para a empresa norte-americana USA Rare Earths. Antes disso, um braço do governo norte-americano, a Corporação Internacional de Desenvolvimento dos Estados Unidos (DFC, na sigla em inglês), já havia feito um investimento de US$ 565 milhões.

Na esfera política, o governo norte-americano tem procurado governos estaduais para firmar acordos sobre a exploração de minerais críticos.

Um dos mais recentes foi firmado com o governo de Goiás, no primeiro trimestre deste ano, pelo então governador e atual pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD).

Interlocutores do presidente brasileiro avaliam que esse tipo de acordo não teria validade e que ele pode ser interpretado como uma tentativa de influenciar o desenho de uma política nacional sobre minerais críticos, que está em discussão no Congresso Nacional.

Lula acena com nova indicação ao STF após viagem aos EUA

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acenou a auxiliares do governo que pretende definir uma nova indicação ao STF (Supremo Tribunal Federal) após retornar de sua viagem aos Estados Unidos.

O petista embarcará nesta quarta-feira (6) para um encontro na quinta-feira (7) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A expectativa é de que retorne ao Brasil no final de semana. As informações são da CNN.

A ideia desenhada atualmente é que Lula se reúna novamente com o advogado-geral da União, Jorge Messias, cujo nome foi recusado pelo Senado Federal na semana passada.

O petista quer definir o destino de Messias antes de indicar um novo nome. Hoje, a tendência é de que Messias assuma o Ministério da Justiça e se mantenha em evidência para ser indicado de novo à Suprema Corte caso o petista seja reeleito em outubro deste ano.

Depois, Lula quer ter uma conversa com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), O esforço é para que ambos superem as diferenças e o petista aproveite o encontro para sondar o senador sobre a disposição de uma nova indicação.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) disse nesta segunda-feira (4) que Lula quer definir a indicação ainda em maio.

Atualmente, o petista considera três nomes para a vaga. Além de Simone Tebet, são citadas no Palácio do Planalto a advogada Carol Proner e a procuradora federal Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha, da AGU (Advocacia-Geral da União).

04 maio 2026

Raimundo Pimentel e Socorro Pimentel montam gabinete do ódio para atacar a gestão Evilásio Mateus

 


Na manhã desta segunda-feira (04), a TV de Zé Silva e o portal de notícias Cidades na Net do Piauí foram flagrados na casa do ex-prefeito Raimundo Pimentel e da deputada Socorro Pimentel. Os dois veículos de imprensa supostamente foram contratados para postar conteúdos contra a gestão do prefeito Evilásio Mateus.

O radialista Zé Silva já é conhecido pelos seus modos operantes: se tem dinheiro, ele aplaude; se não tem, ele critica e vai buscar, das formas mais baixas e sujas, atacar gestões. 

Já o portal do Piauí, que é liderado por um comunicador que presta serviços informalmente como secretário de comunicação da Prefeitura de Marcolândia, Iago, que tentou várias vezes fechar contrato com a Prefeitura de Araripina, mas, como não teve êxito, resolveu procurar a oposição e começar a fazer ataques contra a Prefeitura de Araripina.

Há rumores de que Zé Silva teria recebido 20 mil reais do ex-prefeito para atacar a gestão de Evilásio.

Isso tem o dedo de Ébano Nunes, ex-secretário de Comunicação da gestão do ex-prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel. Ébano é o responsável por aliciar membros para formar o Gabinete do Ódio

Esse mesmo Ébano, que além de cantor, também é responsável pela assessoria de comunicação do Hospital Santa Maria em Araripina e do Hospital Regional em Ouricuri. 

Por que será que os ataques começam sempre depois dessas visitas?

Com 27 cidades em emergência, Pernambuco tem mais de 9,5 mil desalojados e desabrigados em decorrência das chuvas

 


Balanço da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil (SEPDEC), divulgado neste domingo (3), aponta que Pernambuco registra 9.540 pessoas entre desalojadas e desabrigadas após as fortes chuvas que atingiram o estado nos últimos dias e deixaram seis mortos.

Segundo o levantamento, são 1.632 desabrigados, que precisaram deixar suas casas e dependem de abrigos públicos, e 7.908 desalojados, que estão temporariamente em casas de familiares ou amigos. Ao todo, 30 abrigos foram abertos para acolher a população atingida.

Ainda de acordo com o governo estadual, mais de 4,4 mil itens de ajuda humanitária, como colchões, kits de higiene e materiais de limpeza, já foram distribuídos. Equipes também atuam no monitoramento de áreas de risco, atendimento a ocorrências e levantamento de danos nos municípios afetados.

O secretário executivo de Proteção e Defesa Civil, coronel Clóvis Ramalho, afirmou que as ações estão sendo realizadas em conjunto com outros órgãos estaduais e que o envio de assistência continua conforme a demanda das cidades atingidas.

Entre os municípios com registros de pessoas afetadas estão Goiana, Timbaúba, Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista e São Lourenço da Mata, além de outras cidades da Região Metropolitana e da Zona da Mata Norte.

“Goiana foi a cidade mais afetada pelas fortes chuvas que atingiram Pernambuco nos últimos dias. Hoje, estamos com máquinas trabalhando para recuperar os acessos aos povoados que estão isolados. O Governo de Pernambuco está chegando na maior velocidade possível a esses locais para atender a quem mais precisa”, pontuou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Rodrigo Ribeiro.

Ações

Neste domingo (3), a governadora Raquel Lyra vistoriou os serviços de recuperação das estradas de acesso aos Engenhos Novo e Folguedo, em Goiana, e conversou com a população no local. Mais cedo, a gestora comandou uma reunião no Recife com secretarias e órgãos do governo para dar continuidade às definições dos trabalhos.

Na próxima terça-feira (5), a governadora cumpre agenda em Brasília para solicitar recursos ao governo federal para o restabelecimento da normalidade. Além disso, o governo decretou situação de emergência em 27 municípios afetados pelas inundações, com prazo de 180 dias.

“Estamos aqui em uma estrada vicinal na cidade de Goiana, junto com as comunidades de Engenho Novo e Folguedo. Temos dezenas de famílias ilhadas após as chuvas que atingiram Pernambuco. Já estamos com as máquinas trabalhando para restabelecer o direito de ir e vir da população e só vamos sair daqui quando concluirmos todas essas reconexões. E estamos com muitos outros serviços para reconstruir perdas, como entregas de colchões e kits de limpeza”, destacou a governadora.

Já em Olinda, o governo realiza uma força-tarefa emergencial, com a mobilização de 42 equipamentos — entre escavadeiras hidráulicas, retroescavadeiras e caçambas — para acelerar a retirada de sedimentos e baronesas no Canal do Fragoso. O objetivo é otimizar o escoamento das águas.

Previsão

Também na noite de domingo (3), a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) informou que mantém o monitoramento das áreas afetadas pelas chuvas registradas nos dias 1º e 2 de maio, com atenção especial às condições dos rios no Estado.

A principal preocupação no momento é a Bacia do Rio Goiana. Segundo o informe, a bacia conta com quatro estações de monitoramento, sendo que três registram elevação no nível da água.

Apenas uma delas está em situação de inundação: o Rio Tracunhaém, no município de Nazaré da Mata, que permanece cerca de 40 centímetros acima da cota de segurança estabelecida pela Defesa Civil.

Apesar disso, a tendência é de redução no nível do rio nas próximas horas, com previsão de retorno à calha e normalização da situação.

Em relação às condições meteorológicas, a Apac prevê chuva fraca entre a noite deste domingo (3) e a manhã da segunda-feira (4) na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata e Agreste.

Há possibilidade de intensificação das precipitações na noite da segunda-feira, com registros pontuais de chuva moderada.

Os órgãos estaduais seguem acompanhando a situação e orientam a população a ficar atenta às atualizações dos canais oficiais da Apac e da Defesa Civil.

III Seminário da Construção Civil do Araripe debaterá inovação e futuro do setor em Araripina

 


A cidade de Araripina será palco do III Seminário da Construção Civil do Araripe, que acontecerá no dia 13 de maio, a partir das 8h, no auditório do CREA-PE. Promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco – FIEPE, o evento reunirá profissionais, empresários e especialistas para discutir tendências, desafios e oportunidades do setor, considerado um dos principais motores de desenvolvimento econômico da região. A iniciativa busca fortalecer a competitividade das empresas locais por meio da disseminação de conhecimento técnico e boas práticas de gestão.

A programação contempla temas estratégicos para o avanço da construção civil, com destaque para o uso do BIM na gestão integrada de projetos, planejamento com ferramentas como FAP e RAT, além da aplicação de normas de desempenho na indústria da construção. Ao longo da manhã, os participantes terão acesso a palestras técnicas e um painel de debates, promovendo troca de experiências e discussão sobre inovação, produtividade e qualidade no setor. A agenda também inclui momentos de networking, ampliando conexões entre empresas, profissionais e instituições de apoio.
O evento é realizado com apoio de entidades como AESPE, Instituto Engenheiro Joaquim Correia, CREA-PE, Sinduscon, SESI, SENAI e SEBRAE. O seminário se consolida como um espaço estratégico para atualização profissional e integração do setor no Sertão do Araripe. A proposta é incentivar a adoção de tecnologias, o cumprimento de normas técnicas e o fortalecimento da gestão nas empresas, contribuindo para um ambiente mais competitivo, sustentável e preparado para os desafios do futuro da construção civil na região. As inscrições são feitas gratuitamente e as vagas são limitadas através do site https://agenda.fiepe.org.br/iiiseminarioconstrucaocivil2026/

Lula lança pacote para reduzir endividamento das famílias

 

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lança, hoje, o Desenrola 2.0, novo programa de renegociação de dívidas que visa tirar os brasileiros do sufoco. A equipe econômica vai apresentar os detalhes do projeto em uma coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto. As informações são do portal Metrópoles.

Na quinta-feira (30/4), o presidente Lula deu alguns detalhes do programa em pronunciamento na TV, em alusão ao Dia do Trabalho. Segundo o petista, será possível negociar dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito rotativo, crédito pessoal e até do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os juros do programa de renegociação serão de até 1,99% ao mês, e os descontos poderão variar de 30% a 90% do valor devido. “Assim, você vai ter uma parcela bem menor e mais tempo para pagar sua dívida”, pontuou Lula. O uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas também foi confirmado. De acordo com o presidente, cada pessoa poderá sacar até 20% do saldo do fundo.

“Só lavagem cerebral coletiva explica”, diz Haddad sobre empate entre Lula e Flávio Bolsonaro

 

O ex-ministro Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, atribuiu o empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas de intenção de voto à Presidência da República a uma “lavagem cerebral coletiva”.

Segundo ele, há um “contraste grande” entre ambos, o que torna o atual cenário “inadmissível”. As declarações foram concedidas nesta sexta-feira em discurso na sede da Força Sindical, em São Paulo, em evento comemorativo ao Dia do Trabalhador. As informações são do jornal O Globo.

“Nós estamos num ano que é inadmissível o que está se vendo nas pesquisas eleitorais. Inadmissível. O contraste é tão grande, tão grande, que só uma lavagem cerebral coletiva explica uma comparação impossível entre dois personagens (Lula e Flávio) da história do Brasil”, discursou o ex-ministro.

“Nós temos um desafio cívico para cumprir, que é na defesa das prerrogativas dos trabalhadores, da democracia conquistada pelos trabalhadores. Essa agenda de democracia é nossa”, continuou.

Conforme a última pesquisa Genial/Quaest, divulgada em abril, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro possui 42% das intenções de voto em um eventual segundo turno ao Palácio do Planalto, enquanto Lula marca 40%. Foi a primeira vez que Flávio apareceu numericamente à frente do principal adversário. Devido à margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, no entanto, o cenário configura empate técnico.

‘Derrota no combate à corrupção’

Ainda na sexta-feira, no mesmo evento, Haddad também afirmou a jornalistas que as duas recentes derrotas da gestão Lula no Congresso foram “derrotas no combate à corrupção”. O ex-ministro se referiu à rejeição da indicação de Jorge Messias, Advogado-Geral da União, ao Supremo Tribunal Federal (STF), além da derrubada do veto presidencial ao PL da Dosimetria por parte do Congresso.

“Eu sou da opinião que essa derrota, essa dita derrota no Congresso, foi uma derrota do combate à corrupção. Hoje eu mesmo estava vendo analistas políticos dizendo que, por trás dessa derrota, tinha uma pretensão de um grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes no Brasil”, disse Haddad, em alusão às articulações em torno do escândalo do Banco Master na votação.

Haddad também afirmou “lamentar” as recentes decisões do Congresso devido à “desfaçatez dos criminosos envolvidos”: “Tudo o que as pessoas desse país desejam, os cidadãos comuns, é que as responsabilidades sejam todas elas apuradas até o fim. Então eu penso que essa suposta derrota da indicação do presidente para o Supremo, na verdade, é uma derrota de todos nós”, completou.

Também participaram as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), pré-candidatas ao Senado. A segunda já tem a vaga assegurada para a campanha. Ao contrário de outros anos, as centrais sindicais não fizeram grandes atos em conjunto, mas eventos menores em suas sedes.

Haddad foi questionado pelo jornal O Globo sobre a montagem da chapa em São Paulo, objeto de disputa interna entre Marina Silva e Márcio França, ambos postulantes à vaga que resta para concorrer ao Senado.

“Nós estamos com um bom problema, porque são quatro ex-ministros do presidente Lula aqui representados em São Paulo, cada um com uma visão de mundo convergente, mas com as suas especificidades que têm que ser consideradas pelo eleitor. Nós temos pessoas aqui, todo mundo aqui é ficha limpa, serviços prestados ao país, compromisso com ética na política, pessoas que têm anos e anos de vivência política”, avaliou.