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31 agosto 2026

Aluna do SESI Araripina se destaca no projeto "Baú Literário: Mulheres que Inspiram"

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) repudiou, neste domingo (30), os cartazes apócrifos com ataques pessoais à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e afirmou que quem atribuir o material a ele ou à sua candidatura deverá responder judicialmente.

Após a manifestação do candidato, o jurídico da Frente Popular de Pernambuco, coligação que sustenta João, acionou o Ministério Público Eleitoral (MPE) para pedir a apuração da autoria, produção e divulgação dos cartazes.

Em vídeo publicado nas redes sociais, João classificou o material como um “completo absurdo” e reagiu a eventuais tentativas de relacioná-lo à sua campanha.

“Esses panfletos apócrifos que estão circulando hoje, isso é um completo absurdo. E qualquer pessoa que queira atribuir isso a mim ou à minha candidatura vai responder criminalmente à Justiça brasileira”, declarou.

Os cartazes foram encontrados em pontos do Recife neste domingo e não apresentam identificação de autoria. Parte das peças faz referência à morte do marido de Raquel, Fernando Lucena, ocorrida em 2022.

Um dos materiais traz uma fotografia da governadora acompanhada da frase “Ela matou o marido para ganhar a eleição”. Outro utiliza uma montagem em que Raquel aparece ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão “Matadoras de maridos”.

Também circulou uma peça com uma imagem manipulada em que Raquel aparece abraçada ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), acompanhada dos dizeres “Chapa anti-Lula”.

Ao condenar o conteúdo, João Campos lembrou a morte do pai, o ex-governador Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e mencionou também a perda de Fernando Lucena por Raquel durante a eleição estadual de 2022.

“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante a eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política. Isso é um absurdo”, afirmou.

O socialista disse que recorreria à Justiça para pedir que a origem dos materiais fosse investigada.

“Eu estou entrando agora também à Justiça para que possa investigar esses panfletos. Para que a Justiça Eleitoral investigue de forma rigorosa, descubra quem fez e possa punir na forma mais severa da lei. Porque a democracia não permite isso”, declarou.

João afirmou ainda que seguirá a campanha com foco em propostas e disse que pretende manter o respeito às candidaturas adversárias.

Frente Popular aciona Ministério Público Eleitoral

Em seguida, a Frente Popular informou que seu jurídico acionou o Ministério Público Eleitoral para requerer a apuração da autoria, produção e divulgação dos materiais.

Na manifestação, a coligação também negou qualquer participação na produção ou disseminação dos cartazes.

“A Frente Popular repudia de forma categórica esse tipo de prática e defende que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados na forma da lei. A coligação reafirma que não possui qualquer participação na produção ou disseminação desse material”, afirmou.

Raquel Lyra aciona PF e Polícia Civil contra cartazes apócrifos e pede respeito à família

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) acionou, neste domingo (30), as polícias Federal e Civil após a circulação de cartazes apócrifos com ataques pessoais contra ela em pontos do Recife. Segundo a campanha, foram registrados boletins de ocorrência para que o caso seja investigado.

Raquel também publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece emocionada ao comentar os materiais, que fazem referência à morte do marido, Fernando Lucena, em 2022. A governadora pediu respeito à família, aos filhos e à memória do empresário.

“Eu entrei no carro pra seguir minha agenda hoje, Zona da Mata Sul, e, como eu sempre faço, eu abri o Instagram pra ver o que que tava acontecendo, né, eu sempre faço isso. E pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeite minha família, respeite meus filhos, respeite quem não tá mais aqui, respeite minha dor”, afirmou Raquel.

Os cartazes apareceram em pontos do Recife neste domingo e não apresentam identificação de autoria. Uma das peças traz uma fotografia da governadora acompanhada da frase “Ela matou o marido para ganhar a eleição”.

Também foi identificado um cartaz com uma imagem manipulada em que a governadora aparece abraçada ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), com os dizeres “Chapa anti-Lula”.

Campanha também acionará Ministério Público Eleitoral

Além das medidas junto às polícias Federal e Civil, a coligação Pernambuco de Coração, que sustenta a candidatura de Raquel, informou que acionará o Ministério Público Eleitoral (MPE) para pedir a investigação do caso.

Até o momento, não há identificação pública dos responsáveis pela produção ou pela instalação das peças.

Antes da manifestação de Raquel, adversários da governadora na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas já haviam repudiado os cartazes.

A Frente Popular de Pernambuco, coligação do candidato João Campos (PSB), afirmou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para pedir a investigação da produção e disseminação de conteúdos apócrifos contra candidaturas.

“Não aceitaremos ataques anônimos, crimes contra a honra ou qualquer prática que viole a legislação eleitoral e tente degradar o debate público”, afirmou a coligação.

João Campos chama cartazes de “completo absurdo”

O candidato João Campos também publicou um vídeo nas redes sociais para repudiar o material e afirmou que acionará a Justiça para pedir a investigação dos cartazes.

“Esses panfletos apócrifos que estão circulando hoje, isso é um completo absurdo”, afirmou.

João disse ainda que não aceitará que o conteúdo seja atribuído a ele ou à campanha e afirmou que quem fizer essa associação deverá responder judicialmente. Na gravação, o socialista lembrou a morte do pai, o ex-governador Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e comparou a experiência à perda de Fernando Lucena por Raquel durante a eleição de 2022.

“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante a eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política. Isso é um absurdo”, declarou.

O candidato afirmou que também está recorrendo à Justiça para pedir que a autoria dos materiais seja apurada.

“Eu estou entrando agora também à Justiça para que possa investigar esses panfletos. Para que a Justiça Eleitoral investigue de forma rigorosa, descubra quem fez e possa punir na forma mais severa da lei”, disse.

O candidato Ivan Moraes (PSOL) também condenou o episódio, pediu a identificação e responsabilização dos responsáveis e declarou solidariedade à governadora.

“A pessoa ou quadrilha responsável pelos cartazes ofensivos contra a governadora precisa ser identificada e responsabilizada urgentemente. Não se pode compactuar com um absurdo desses. A investigação tem que ser profunda e exemplar. Minha solidariedade a Raquel Lyra”, afirmou, em publicação no X.

O senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT) também repudiou os cartazes contra Raquel Lyra e afirmou que a campanha eleitoral em Pernambuco vive uma “escalada de agressões”.


João Campos repudia cartazes contra Raquel Lyra e ameaça processar quem atribuir material à sua campanha

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) repudiou, neste domingo (30), os cartazes apócrifos com ataques pessoais à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) e afirmou que quem atribuir o material a ele ou à sua candidatura deverá responder judicialmente.

Após a manifestação do candidato, o jurídico da Frente Popular de Pernambuco, coligação que sustenta João, acionou o Ministério Público Eleitoral (MPE) para pedir a apuração da autoria, produção e divulgação dos cartazes.

Em vídeo publicado nas redes sociais, João classificou o material como um “completo absurdo” e reagiu a eventuais tentativas de relacioná-lo à sua campanha.

“Esses panfletos apócrifos que estão circulando hoje, isso é um completo absurdo. E qualquer pessoa que queira atribuir isso a mim ou à minha candidatura vai responder criminalmente à Justiça brasileira”, declarou.

Os cartazes foram encontrados em pontos do Recife neste domingo e não apresentam identificação de autoria. Parte das peças faz referência à morte do marido de Raquel, Fernando Lucena, ocorrida em 2022.

Um dos materiais traz uma fotografia da governadora acompanhada da frase “Ela matou o marido para ganhar a eleição”. Outro utiliza uma montagem em que Raquel aparece ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão “Matadoras de maridos”.

Também circulou uma peça com uma imagem manipulada em que Raquel aparece abraçada ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), acompanhada dos dizeres “Chapa anti-Lula”.

Ao condenar o conteúdo, João Campos lembrou a morte do pai, o ex-governador Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e mencionou também a perda de Fernando Lucena por Raquel durante a eleição estadual de 2022.

“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante a eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política. Isso é um absurdo”, afirmou.

O socialista disse que recorreria à Justiça para pedir que a origem dos materiais fosse investigada.

“Eu estou entrando agora também à Justiça para que possa investigar esses panfletos. Para que a Justiça Eleitoral investigue de forma rigorosa, descubra quem fez e possa punir na forma mais severa da lei. Porque a democracia não permite isso”, declarou.

João afirmou ainda que seguirá a campanha com foco em propostas e disse que pretende manter o respeito às candidaturas adversárias.

Frente Popular aciona Ministério Público Eleitoral

Em seguida, a Frente Popular informou que seu jurídico acionou o Ministério Público Eleitoral para requerer a apuração da autoria, produção e divulgação dos materiais.

Na manifestação, a coligação também negou qualquer participação na produção ou disseminação dos cartazes.

“A Frente Popular repudia de forma categórica esse tipo de prática e defende que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados na forma da lei. A coligação reafirma que não possui qualquer participação na produção ou disseminação desse material”, afirmou.

Amigo de Lulinha assinou acordo com o MP para não ser preso por corrupção, revela revista

A Polícia Federal investiga as relações do empresário Cléber Ribas, dono da empresa de informática 3Structure, com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula (PT). A 3Structure recebeu R$58 milhões em contratos federais desde o início do atual governo. Reportagem da revista Veja, publicada neste domingo (30 de agosto de 2026) dos jornalistas Hugo Marques, Ricardo Chapola e Laryssa Borges, detalha mensagens, contratos e um acordo penal firmado pelo empresário.

Um dos três inquéritos da PF contra Lulinha envolve a Dataprev e Ribas. Mensagens em poder da polícia mostram que o empresário contratou a lobista Roberta Luchsinger — descrita pelos investigadores como sócia oculta de Lulinha e com trânsito em Brasília — para obter mais contratos na Dataprev e no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS). Também foram obtidas mensagens de Lulinha orientando a lobista a “emitir NF” (nota fiscal) para ser paga por Cleber, o que tem sido interpretado como provável pagamento pelos “serviços prestados” por Lulinha, investigado por tráfico de influência.

Em março de 2023, Luchsinger perguntou a Ribas se ele queria falar com alguém de outro ministério. Ele respondeu que havia “uma questão da Dataprev”. Ela prometeu verificar “quem está no comando”. Em abril, a lobista organizou um jantar com a presença de Lulinha e de Fernando Bittar, sócio do filho do presidente. “A ideia é aquela: vc contratar eles”, escreveu ela. No mesmo mês, mencionou um encontro com Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência. Em maio, Ribas pediu reunião com Fábio e comentou a posse do novo presidente da Dataprev.

Enquanto negociava com o governo, Ribas enfrentava outro problema. Em setembro de 2024, assinou um acordo de não persecução penal com o Ministério Público para não ser preso por corrupção. O MP concluiu que, entre 2006 e 2010, o então presidente do Centro de Processamento de Dados do Estado de Mato Grosso (Cepromat), Adriano Niehues, recebeu R$ 218 mil em vantagens indevidas da Consist Software Solutions Inc por intermédio de Ribas. O empresário classifica o episódio como “mal-entendido”.

Pelo acordo, Ribas se comprometeu a devolver valores a uma entidade social, informar qualquer mudança de endereço ao juízo e se abster de frequentar casas de prostituição e bares. Mesmo assim, ele visitou o Palácio do Planalto em maio de 2024 e fechou dois contratos com o MDS comandado pelo ministro Wellington Dias. Ribas afirma que tudo ocorreu “dentro da legalidade”.

O empresário atribui o estreitamento da amizade com Lulinha a um episódio pessoal. “Eu descobri um câncer em junho de 2024. Até então eu conhecia o Fábio, mas convivia pouco com ele”, disse à Veja. “Não sei se por conta do problema do pai e da mãe, ele resolveu se aproximar. Quando fiquei careca e raspei a cabeça, ele raspou também. Minha relação com o Fábio é de amizade, não é financeira.”

A reportagem da Veja se insere em uma série de apurações da PF sobre um suposto núcleo de atuação envolvendo Lulinha, Luchsinger e Bittar para interlocução de interesses privados junto a órgãos federais.

Lulinha é alvo de três inquéritos. Sua defesa tem sustentado que ele colabora com as investigações e que não cometeu ilícitos. Lula tem declarado que não interferirá nas apurações sobre o filho.

A PF segue analisando as mensagens e os contratos.

EUA atacam ilha iraniana e marcam 1ª ofensiva em mais de um mês

Neste domingo (30), as forças armadas dos EUA atacaram a ilha iraniana de Larak, onde tropas foram observadas se preparando para lançar foguetes com minas no Estreito de Ormuz, segundo um oficial. Esses foram os primeiros ataques americanos em mais de um mês.

As forças americanas atacaram dois lançadores iranianos na ilha, afirmou o capitão Tim Hawkins, porta-voz do Comando Central dos EUA. Moradores relataram ter ouvido uma explosão perto da Ilha de Larak no domingo, segundo a agência de notícias semioficial iraniana Fars.

A ilha de Larak fica próxima ao estratégico Estreito de Ormuz, uma importante rota marítima global que permanece no centro de tensões regionais e esforços diplomáticos.

O Comando Central dos EUA concluiu na semana passada a remoção de minas marítimas das rotas de navegação internacionais da hidrovia, segundo informou o governo Trump.

O presidente Donald Trump afirmou na terça-feira que “o Irã foi notificado de que qualquer navio ou embarcação que colocar novas minas será imediata e sistematicamente destruído”.

“As forças americanas estão monitorando a área de perto e permanecem preparadas para proteger o livre fluxo do comércio por meio dessa via navegável essencial”, disse o oficial americano.

Questionada sobre o assunto, a Casa Branca encaminhou a CNN ao Comando Central dos EUA. A CNN entrou em contato com o CENTCOM.

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã prometeu retaliação no domingo, após acusar o que descreveu como um “inimigo sionista-americano” de realizar um ataque à ilha de Larak, que, segundo eles, resultou em baixas entre as forças iranianas e civis.

Um porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica afirmou, em um breve comunicado divulgado pela emissora estatal IRIB, que a “ação foi um erro estratégico e fatal” do governo Trump.

Os ataques ocorrem enquanto o Irã e Omã continuam as discussões sobre um acordo proposto para restabelecer o tráfego marítimo pelo estreito, um dos pontos de estrangulamento energético mais importantes do mundo.

Mediadores regionais, incluindo o Catar, apoiaram as negociações, enquanto autoridades iranianas têm repetidamente vinculado o futuro da navegação pelo estreito a discussões mais amplas com Washington e aos desdobramentos da segurança regional.

O ataque de domingo marcou os primeiros ataques dos EUA contra o Irã desde 29 de julho, quando os EUA concluíram uma “forte onda de ataques” em resposta a uma tentativa de ataque contra posições militares americanas no dia anterior.

A Casa Branca afirmou na quinta-feira que não há negociações em andamento entre os EUA e o Irã a respeito da guerra que já dura seis meses.

Nas últimas semanas, Trump tem se concentrado em aumentar o sofrimento econômico do Irã em vez de ações militares, afirmando na semana passada que a força financeira dos EUA levará o país “rumo a uma grande vitória”. O Departamento do Tesouro dos EUA ameaçou impor novas e prejudiciais sanções a países que se recusem a romper laços econômicos com o Irã, chamando isso de um “Dia D econômico”.

Homem morre atropelado por caminhão-pipa em Santa Cruz, no Sertão do Araripe

Um trágico acidente resultou na morte de um homem na manhã da última sexta-feira, 29 de agosto, no município de Santa Cruz da Venerada, localizado no Sertão do Araripe, em Pernambuco. A vítima foi identificada preliminarmente por populares apenas como Jaílson.

De acordo com relatos de testemunhas e informações preliminares colhidas no local, a vítima estaria dormindo embaixo de um caminhão-pipa que estava estacionado. Ao dar partida e sair com o veículo, o motorista não teria percebido a presença do homem sob a estrutura e acabou passando com as rodas por cima dele.

O impacto causou ferimentos gravíssimos em Jaílson. Populares que presenciaram a cena tentaram intervir, mas a gravidade das lesões fez com que a vítima morresse no local, antes mesmo da chegada de socorro médico.

O condutor do caminhão-pipa permaneceu abalado após o ocorrido. As autoridades competentes foram acionadas para realizar a perícia no local do acidente e remover o corpo para o Instituto de Medicina Legal (IML) da região. O caso deve ser investigado pela Delegacia de Polícia Civil local para esclarecer as circunstâncias da fatalidade.

27 agosto 2026

Bancadas de situação e oposição declaram apoio á reeleição de Francisco Edivaldo

As bancadas de situação e oposição da Câmara Municipal de Araripina declararam oficialmente apoio à reeleição do presidente da Casa Joaquim Pereira Lima, vereador Francisco Edivaldo (PP).
As manifestações de apoio aconteceram na noite desta quarta-feira, 26, durante a 9ª Sessão Ordinária do segundo período Legislativo. Os vereadores das duas bancadas se revezaram em apartes para manifestar espontaneamente apoio à Edivaldo para a condução da presidência da Casa do Povo no biênio 2027
Todos os edis destacaram o trabalho sério e comprometido de Edivaldo à frente do Legislativo Municipal. Citaram o fortalecimento do legislativo e a valorização dos servidores e dos mandatários. Além da aproximação da Casa do Povo com a população, através de programas e projetos que garantem cidadania, conhecimento, bem estar e qualidade de vida.
A eleição acontece no dia 1 de outubro, e na próxima sessão, dia 02 de setembro, será apresentada a chapa da Mesa Diretora para o próximo biênio.

Câmara de Araripina aprova em segunda votação a Lei de Diretrizes Orçamentárias

Reunida durante a 9ª Sessão Ordinária do segundo período Legislativo, a Câmara de Vereadores de Araripina aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentária, projeto de iniciativa do Poder Executivo. A sessão aconteceu na noite desta quarta-feira, 26, e teve ainda a aprovação de algumas indicações que estavam na pauta.
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é a lei que estabelece as diretrizes para confecção da Lei Orçamentária Anual (LOA). Ela contém as metas, prioridades e despesas de capital do governo municipal, estadual e federal para o exercício financeiro do ano seguinte, sendo o documento que determina qual será o orçamento anual do Legislativo, Judiciário e Ministério Público e quais serão as alterações da legislação tributária, dispondo sobre gastos com colaboradores e política fiscal.
A LDO funciona como um ajuste anual das metas determinadas no Plano Plurianual – PPA, sendo pensado de maneira estratégica, visando metas sólidas e consistentes. Por isso, a LDO delimita exatamente o que será e o que não será possível realizar no próximo exercício financeiro, de acordo com as expectativas e o orçamento previsto para o próximo ano.
No caso dos municípios, a gestão de recursos públicos na LDO exige do legislativo o estudo prévio sobre o valor da receita (que varia conforme a arrecadação do município) e da despesa necessários à execução do plano de ação da prefeitura. De modo geral, o orçamento municipal serve para estabelecer o planejamento do Município em curto prazo (exercício financeiro – 1° de janeiro a 31 de dezembro) e médio prazo (Plano Plurianual – 4 anos), discriminando as ações, projetos e atividades que a Administração pretende realizar com o dinheiro público.
As sessões da Câmara de Vereadores podem ser acompanhadas nas plataformas digitais: no canal do Youtube: camaradeararipina e no site www.araripina.pe.leg.br

PoderData/Aya: Lula tem 45% contra 44% de Flávio no 2º turno

Pesquisa PoderData/AYA divulgada nesta quinta-feira (27) mostra que, em um eventual segundo turno para a Presidência da República, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados.

Lula oscila para baixo indo a 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro vai a 44%. Os votos em branco ou nulos somam 9%, e os eleitores que não sabem em quem votar representam 2%.

O levantamento testou outras três possibilidades de disputa de segundo turno. Em um cenário com Romeu Zema (Novo) a pesquisa também aponta para um empate técnico no limite da margem de erro.

Nesta simulação, Zema marca 43% das intenções de voto, enquanto Lula registra 44%. Brancos e nulos somam 10%, e 2% não sabem.

Na simulação direta contra Ronaldo Caiado (PSD), a disputa apresenta o mesmo grau de indefinição.

O levantamento indica que Caiado aparece com 44%, enquanto o atual presidente atinge 43%, configurando novo empate técnico. Aqueles que dizem votar em branco ou anular representam 10% da amostra, e os indecisos são 2%.

Em um quarto confronto medido pelo instituto, o cenário muda a favor do petista. Na disputa contra Renan Santos, o atual chefe do Executivo aparece numericamente à frente e fora da margem de erro.

Neste quadro, Lula marca 44%, contra 37% de Renan Santos. O índice de votos brancos e nulos nesta simulação sobe para 16%, e 3% não souberam responder.

Metodologia

A pesquisa PoderData/Aya ouviu 2.400 pessoas em 555 municípios das 27 unidades da federação, entre os dias 23 e 26 de agosto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-04974/2026.

Intolerância: Opositores queimam bandeiras da campanha de Raquel Lyra

Bandeiras de campanha eleitoral da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram incendiadas na Zona Sul do Recife nesta segunda-feira (24).

Apoiadores da candidata informaram que o caso foi denunciado à Polícia Federal (PF), que, segundo eles, seria responsável pela apuração e pela investigação de crimes eleitorais.

A conduta pode ser considerada crime eleitoral, já que o material incendiado era um meio de propaganda regularmente empregado e há indícios de intenção de utilizá-lo. A infração está prevista no artigo 331 do Código Eleitoral, que estabelece pena de detenção de até seis meses ou pagamento de 90 a 120 dias-multa.

Intolerância: Opositores queimam bandeiras da campanha de Raquel Lyra

Bandeiras de campanha eleitoral da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram incendiadas na Zona Sul do Recife nesta segunda-feira (24).

Apoiadores da candidata informaram que o caso foi denunciado à Polícia Federal (PF), que, segundo eles, seria responsável pela apuração e pela investigação de crimes eleitorais.

A conduta pode ser considerada crime eleitoral, já que o material incendiado era um meio de propaganda regularmente empregado e há indícios de intenção de utilizá-lo. A infração está prevista no artigo 331 do Código Eleitoral, que estabelece pena de detenção de até seis meses ou pagamento de 90 a 120 dias-multa.

Pacto entre Lula, Motta e Alcolumbre tem eleições no radar, promessas de apoio e união contra Flávio

Estadão – O pacto político firmado nesta quarta-feira entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), teve como pano de fundo as eleições de outubro. Na tentativa de ajudar Lula a ter uma agenda positiva na campanha, tanto Alcolumbre como Motta vão instalar comissões e pôr na pauta de votação da próxima semana temas com apelo popular, como o fim da escala de trabalho 6X1 e a Medida Provisória que trata do fim da chamada “taxa das blusinhas”.

O Congresso terá os últimos dias de trabalho antes das eleições na semana que vai de 31 de agosto a 4 de setembro. Será neste período de esforço concentrado que a Câmara e o Senado darão andamento à agenda de interesse do governo. Na lista de temas que Alcolumbre concordou em tirar da gaveta estão também a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e o projeto que cria a política nacional de minerais críticos e estratégicos, além do que concede isenção de impostos federais para estimular a instalação de data centers no Brasil.

O freio de arrumação entre o Palácio do Planalto e o Congresso foi anunciado por Lula após um almoço com Motta e Alcolumbre, que durou duas horas e meia, no Palácio da Alvorada.

O presidente saiu do encontro chamando tanto o chefe da Câmara como o comandante do Senado – dois expoentes do Centrão – de “companheiros”. Ao posar para fotos de mãos dadas com os dois, Lula era só sorrisos. “Poderia dizer juntos para sempre”, afirmou ele.

Nenhum desses acenos, porém, foi feito sem contrapartida. O acordo passou pela promessa de Lula de, se reeleito, apoiar a recondução de Motta à presidência da Câmara e de Alcolumbre ao comando do Senado, em fevereiro de 2027. Na outra ponta, os dois se comprometeram a trabalhar por um novo mandato para Lula. Motta também disputa a reeleição como deputado federal.

Diante das dificuldades enfrentadas pelo presidente por causa de investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha – suspeito de tráfico de influência –, há um movimento em curso na campanha petista para tentar garantir a vitória de Lula no primeiro turno.

Na prática, Alcolumbre e Motta tentarão dar agora um empurrão nessa ofensiva. Apesar de liderar as pesquisas de intenção de voto, o presidente viu sua vantagem diminuir no embate com o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL, após a série de denúncias envolvendo Lulinha e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, seu ex-chefe de gabinete.