25 agosto 2026
Câmara de Araripina realiza 3ª convocação de aprovados no Concurso Público de 2024
Flávio sobre “Dark Horse”: “Quem tem que prestar conta não sou eu”
A declaração foi dada após Flávio participar de uma reunião da diretoria da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo. As informações são da CNN.
Questionado sobre o compromisso assumido anteriormente de dar transparência ao contrato e aos recursos envolvidos no projeto, o candidato afirmou que a prestação de contas já teria sido apresentada no âmbito da investigação e, em seguida, disse:
“Da minha parte, eu digo o seguinte: quem tem que prestar conta não sou eu, é o Lula que tem que prestar conta”, declarou Flávio citando seu principal adversário e deixando de explicar o uso de R$ 61 milhões que teriam sido repassados por Daniel Vorcaro para gravação do filme Dark Horse.
A resposta representa uma mudança de postura em relação ao que o próprio candidato havia prometido publicamente. Em julho, durante entrevista à CNN, Flávio afirmou estar “100% disposto” a apresentar o contrato relacionado ao projeto e assumiu pessoalmente o compromisso de dar transparência às informações.
Nesta segunda, ao ser novamente confrontado sobre essa declaração e questionado diretamente se havia mudado de ideia, Flávio evitou responder objetivamente.
“Vocês querem insistir com uma relação privada, de um fundo privado, que não tem contrapartida pública de nada. Não adianta, vocês não vão me colocar na mesma página desse cara [Lula]. Não vão me colocar. Hoje o governo Lula é que deve explicações”, respondeu.
A cobrança sobre o Dark Horse já havia sido feita pela CNN na quinta-feira (20), durante agenda de Flávio em São Miguel Paulista, na Zona Leste da capital. Na ocasião, o candidato sustentou que as contas já haviam sido apresentadas e classificou o assunto como “página virada”.
Agora, além de não apresentar os documentos que havia prometido divulgar, Flávio passou a argumentar que a relação envolvendo o projeto é privada e que a responsabilidade pela prestação de contas não é dele.
O episódio envolve o filme “Dark Horse”, projeto relacionado à trajetória de Jair Bolsonaro e que passou a ser alvo de questionamentos sobre seu financiamento e a destinação dos valores arrecadados.
A passagem pela Fiesp também marcou uma tentativa de aproximação do candidato com representantes da indústria. Durante a reunião, Flávio apresentou pontos de seu programa econômico, criticou a política fiscal do governo Lula e defendeu redução da carga tributária, segurança jurídica e retomada dos investimentos privados.
Ao final do encontro, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, não declarou apoio formal à candidatura de Flávio, mas afirmou que o senador é “alinhado” com aquilo que a entidade defende.
Humberto Costa minimiza ausência de Lula em debate da Band
Por Alex Fonseca – Blog da Folha
O senador Humberto Costa (PT) minimizou a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no debate entre os presidenciáveis na Band, na noite de domingo (23). Antes de participar do lançamento da revista Folha Energia, organizada pela Folha de Pernambuco, na manhã desta segunda-feira (24), o congressista avaliou que o chefe de Estado não perderia votos por isso e que agiu corretamente ao não ir ao encontro.
Humberto criticou, ainda, o comportamento do candidato a Presidência pelo Missão, Renan Santos, que chamou o presidente de “bêbado” durante o debate.
“(Não havia necessidade de) expor o presidente da República, uma pessoa com a dimensão que ele tem, às agressões que assistimos daquele rapaz chamado Renan Santos (candidato à Presidência pelo Missão), completamente desqualificado”, disse o senador.
Ainda de acordo com o senador, o eleitor brasileiro não ganharia com a participação do presidente em um debate com alguém que não entende nada do Brasil e que é “profundamente agressivo”. “Acho que foi certo não ir.”
Ausências
A Rede Bandeirantes realizou o primeiro debate presidencial da eleição de 2026. O encontro registrou a presença de apenas três presidenciáveis: Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão). Já os candidatos Romeu Zema (Novo), Flávio Bolsonaro (PL) e Lula não estiveram presentes.
Zema abre série de entrevistas da Globo com presidenciáveis
A entrevista será conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli. Além da TV Globo, o público poderá acompanhar a transmissão pela GloboNews e pelo g1. Depois da exibição, o conteúdo ficará disponível na íntegra no Globoplay e no g1. As informações são do g1.
Esta será a primeira vez que as entrevistas da Globo com candidatos ao Palácio do Planalto serão exibidas após o Jornal Nacional, e não dentro do telejornal.
Logo após cada entrevista, a GloboNews apresentará a Central das Eleições, com análises e repercussões sobre as declarações e propostas apresentadas pelos candidatos.
Entrevistas com candidatos à Presidência
A Globo convidou os seis candidatos mais bem colocados na pesquisa de intenção de voto divulgada pela Quaest em 14 de agosto. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio, com a presença de representantes dos partidos.
A programação é a seguinte:
- 24 de agosto (segunda-feira): Romeu Zema (Novo)
- 25 de agosto (terça-feira): Ronaldo Caiado (PSD)
- 26 de agosto (quarta-feira): Renan Santos (Missão)
- 27 de agosto (quinta-feira): Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
- 28 de agosto (sexta-feira): Flávio Bolsonaro (PL)
- 29 de agosto (sábado): Augusto Cury (Avante)
Durante o período de entrevistas, Ana Paula Araújo e Hélter Duarte apresentarão o Jornal Nacional dos estúdios da emissora no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
Quaest no RN: Lula, 56%; Flávio Bolsonaro, 19%
Veja, abaixo, os resultados da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra a lista de candidatos aos eleitores entrevistados. A lista inclui Pablo Marçal (PRTB), que registrou candidatura apesar de estar inelegível. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai julgar se ele está apto a concorrer. As informações
Veja os números:
- Lula (PT): 56%
- Flávio Bolsonaro (PL): 19%
- Ronaldo Caiado (PSD): 1%
- Renan Santos (Missão): 1%
- Pablo Marçal (PRTB): 1%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 1%
- Edmilson Costa (PCB): 0
- Romeu Zema (Novo): 0
- Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0
- Clariana Barão (DC): 0
- Samara (UP): 0
- Hertz Dias (PSTU): 0
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0
- Branco/nulo/não vai votar: 11%
- Indecisos: 10%
Para 86% dos eleitores ouvidos no levantamento, a escolha do candidato é definitiva. Outros 14% dizem que ainda podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro.
A Quaest ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é RN-00876/2026.
Aprovação e avaliação do governo Lula
Aprovação do governo
- Aprova: 60%
- Desaprova: 35%
- Não sabe/não respondeu: 5%
Avaliação do governo
- Positivo: 47%
- Regular: 21%
- Negativo: 30%
- Não sabe/não respondeu: 2%
Flávio propõe a Tarcísio pacto de um mandato só
Segundo relato de duas fontes próximas a campanha do PL e uma próxima ao governador de São Paulo, o fiador do pacto seria o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio ao Planalto. As informações são do g1.
O pacote foi proposto para garantir o engajamento de Tarcísio na campanha de Flávio, vista até hoje como incerta.
Em conversas, Marinho tem dito que uma emenda constitucional poderia ser proposta logo depois da eleição ou que, se ele vencer a disputa à presidência do Senado, garante a aprovação na casa.
A discussão revela o baixo engajamento de nomes importantes da direita à campanha de Flávio Bolsonaro.
O engajamento de dois nomes é extremamente importante para a campanha de Flávio: Tarcísio, que pode agregar votos no maior colégio eleitoral, e a própria Michelle Bolsonaro, que ajuda com votos dos segmentos feminino e religioso.
Na sexta-feira, em evento com Tarcísio, Flávio disse ao governador que aceita fazer um “mandato de transição”.
“Eu pretendo entrar pra história, Tarcísio, nem que seja como presidente de transição. Porque esse Brasil precisa atravessar esse mar revolto nesse momento”, afirmou Flávio
“Meu presidente da República é Pernambuco”, declara Eduardo da Fonte
Por Beatriz Santana – Blog da Folha
Ao ser questionado, durante a na sabatina da Rádio Jornal, nesta segunda-feira (24), sobre o voto para Presidência da República na eleição deste ano, o candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) desconversou. “Meu presidente da República é Pernambuco, e meu voto é para eu poder defender as pautas que são boas para o estado”, esquivou-se.
O progressista considerou as questões pernambucanas e a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD) como prioridades da campanha eleitoral.
Relembrado do imbróglio que marcou a pré-definição de Eduardo como segundo candidato ao Senado pela chapa da pessedista, ele reforçou a relação positiva que nutre com a governadora e com o nome que também foi cotado para a vaga, mas não oficializada, Miguel Coelho (UB), aogra candidato a deputado federal.
“Minha relação com Raquel e Miguel está extraordinária. Fizemos o lançamento da candidatura de Miguel Coelho para deputado federal e estamos trabalhando juntos para que a gente possa unir forças para eleger Eduardo da Fonte senador, Raquel Lyra governadora e a maior bancada da assembleia e da câmara federal”, acrescentou.
Controle de dívidas
Segundo o candidato, diferentemente do Brasil que lida com uma dívida interna, o primeiro mandato da governadora Raquel Lyra foi capaz de controlar o endividamento no estado. As obras do Arco Viário Metropolitano de Recife (Trecho Sul), iniciadas em dezembro de 2025, foram mencionados pelo candidato como exemplo prático da reorganização das finanças para a melhoria da qualidade de vida da população.
“Ninguém entende a dívida financeira do Brasil, o governo não pode gastar mais do que arrecada. Estamos vendo a governadora ajustar as contas e ter capacidade de controlar o endividamento e de ter investimento. Ela tirou do papel as obras do Arco Metropolitano, esperada há mais de duas décadas”, lembrou.
Senado
Entre as competências de um senador, está a decisão sobre o impeachment. Diante disso, o progressista defendeu que, caso necessário, votará para retirar uma liderança do cargo. Teceu, no entanto, críticas aos candidatos que têm utilizado a pauta como palanque político para conquistar apoio, uma vez que dois terços do Senado estão em disputa nesta eleição, proporção suficiente para se preservar um mandato um não, mas não possuem a intenção de conservar a opinião, caso eleito.
“Se for necessário, votarei no impeachment de um ministro, presidente ou senador para cumprir com a Constituição”, justificou.
A defesa ou não da reeleição para cargos políticos, na mesma linha do impeachment, também foi citada pelo candidato que, apesar de enxergar mandatos prolongados com maus olhos, optou por transferir a responsabilidade para o eleitorado. “Não podemos deixar com que as reeleições sejam ilimitadas e prefeito (por exemplo) no quinto ou sexto mandato, mas se o candidato conseguiu ser reeleito nas urnas, teve seu mérito”, comparou.
19 agosto 2026
Acidente entre ônibus e carreta deixa mais de 20 mortos no Paraná
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O acidente aconteceu na BR-373, na altura do quilômetro 209. A pista foi totalmente interditada e não há previsão de liberação.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente envolveu um ônibus da Secretaria de Saúde de Imbituva e um caminhão com placas de Erechim (RS), que não estava transportando carga.
Evidências preliminares apontam que o caminhão teria invadido a faixa contrária, colidindo frontalmente com o ônibus. As circunstâncias estão sendo analisadas. Além dos ocupantes do ônibus, o condutor do caminhão também morreu.
O caminhão seguia no sentido de Ponta Grossa (PR) para Prudentópolis (PR). O ônibus se deslocava para hospitais na Região Metropolitana de Curitiba, para atendimento médico.
Equipes da PRF, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e Concessionária continuam trabalhando no local do acidente.
A Prefeitura de Imbituva manifestou “profundo pesar e solidariedade” às famílias e aos amigos das vítimas. “Em respeito às vítimas e às suas famílias, a Prefeitura Municipal e os demais locais de atendimento administrativo estarão fechados nesta data, como forma de respeito e luto”, disse.
Novas revelações sobre Lulinha e Marcola incomodam Lula
Eles reconhecem, porém, que as conversas divulgadas são inoportunas, inadequadas e não deveriam ter acontecido. Novas trocas de mensagens mostram Marcola recebendo um contrato de venda de canabidiol para o Ministério da Saúde, Lulinha falando para a empresária emitir nota fiscal para um cliente dela e fotos de joias trocadas entre a lobista e Marcola.
Segundo assessores, Lula está se sentindo muito contrariado com tudo e garantindo que não tinha conhecimento de nada disso. E que seu mantra seguirá o de que, se algo for comprovado contra seu filho e seu ex-chefe de gabinete, eles terão de pagar na Justiça. Além disso, vai cobrar que seu filho preste depoimento na Polícia Federal para esclarecer tudo.
A Polícia Federal vai convocar o filho mais velho de Lula para depor, mas está aguardando finalizar a análise de todo material recolhido até agora nos três inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal que acabam tratando de Fábio Luís Lula da Silva. Ele está morando na Espanha, mas já disse que, quando o depoimento for marcado, virá ao Brasil depor na PF.
No plano eleitoral, o PT vai usar a verba de Daniel Vorcaro pedida por Flávio Bolsonaro para bancar o filme sobre o pai como munição para tentar acuar o candidato do PL. A equipe de Lula aposta nas investigações da PF sobre o caminho dos R$ 61 milhões investidos pelo banqueiro no filme “Dark Horse”. A suspeita é que o dinheiro não tenha sido totalmente utilizado para financiar o filme, mas também para bancar despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Ele nega.
Plano de saúde de senadores gera rombo milionário
Da coluna de Cláudio Humberto
É deficitário o plano de saúde de senadores, ex-senadores e, claro, dependentes de suas excelências. Todos se penduram na benesse que, sem escolha, é custeada pelo pagador de impostos.
Levantamento do Ranking dos Políticos considerou a despesa ao longo de 2025, apenas de usuários do sangue azul, sem os servidores. São 79 senadores, 187 ex-senadores e mais 363 dependentes.
A arrecadação foi de R$ 5.179.524,92. As despesas são bem maiores, R$ 40.476.846,63.
João Campos anuncia retomada do programa Todos com a Nota em Pernambuco
Em publicação, João Campos afirmou que a proposta será retomada durante um eventual governo e que o programa ganhará novas funcionalidades. “O programa Todos com a Nota, criado pelo meu bisavô, Miguel Arraes, e que voltou com meu pai, Eduardo Campos, retornará conosco no governo de Pernambuco. E agora ainda maior e melhor!”, declarou. As informações são do Blog da Folha.
Segundo o candidato, a nova versão do programa utilizará um aplicativo para permitir que os consumidores acumulem pontos a partir do cadastro do CPF nas notas fiscais. A pontuação poderá ser trocada por benefícios.
“A gente vai fazer um programa renovado, que já vai nascer no meio digital, e conseguir garantir apoio a vários esportes, além do futebol. O futebol vai ser o principal, mas imagina se a gente também incentiva as corridas de rua, para que as pessoas possam ter acesso a elas por meio de um programa como o Todos com a Nota. Então, com isso, eu acho que todo mundo sai ganhando”, afirmou o líder da Frente Popular.
Pela proposta, a cada R$ 200 em compras com CPF na nota, o cidadão poderá acumular pontos e trocá-los por ingressos. De acordo com o candidato, o programa será retomado em uma versão digital e poderá alcançar diferentes modalidades esportivas e atividades de lazer.
“O Todos com a Nota é mais incentivo ao esporte e aos times de Pernambuco, mais torcedores nas arquibancadas e ainda ajuda na regularização fiscal. Esse é o jogo em que todo mundo sai ganhando”, afirmou.
O anúncio faz parte das propostas apresentadas pelo candidato durante a campanha para o governo do estado nas eleições de 2026.
Lula diz que aprovação do fim da taxa das blusinhas no Congresso é ‘questão de justiça’
Em um vídeo divulgado pela campanha do petista à reeleição, Lula afirma que está muito “otimista com a aprovação da MP” e que se trata de “uma questão de justiça”. As informações são do g1.
“Eu estou convencido que o presidente do Senado, Alcolumbre, e o presidente da Câmara, Hugo Motta, vão votar e a gente vai aprovar o fim da taxação das blusinhas porque é uma questão de justiça”.
“A classe média alta viaja para fora e pode gastar 2 mil dólares e não paga imposto. Por que uma pessoa da periferia, uma mulher, uma jovem, um menino, compra uma coisa de 50 dólares e querem taxar ele? É apenas uma questão de justiça e eu tenho certeza que se tratando de justiça o Senado e a Câmara vão votar para que o povo brasileiro possa comprar as coisas que eles precisam sem ninguém perturbar”, disse o presidente.
A medida provisória foi editada pelo governo em 12 de maio e, caso não seja aprovada até 8 de setembro pelo Congresso Nacional, perde a validade e tributação de 20% é retomada a partir de 9 de setembro.
A tramitação da MP estava travada em função do rompimento entre Lula e o presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após o senador articular a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) no fim do mês de abril.
Os dois retomaram o diálogo na última semana e Alcolumbre agendou a instalação da comissão mista como um gesto de reconciliação, mas o Congresso adiou para 1° de setembro a instalação da comissão.
A decisão do governo de editar, em maio, uma MP para revogar uma taxa que ele mesmo criou foi interpretada por integrantes do Centrão e da oposição como uma iniciativa de caráter eleitoral.
Em ano eleitoral, a medida transferiu para o Congresso a decisão de manter ou derrubar a cobrança.