PREFEITURA DE TRINDADE

PREFEITURA DE ARARIPIINA

ATELTELECOM

07 julho 2026

Bairro Zé Martins recebe Banho de Asfalto e ganha nova realidade em infraestrutura

 


Nova etapa do programa executado pela CODEVASF vai beneficiar mais de 100 ruas e travessas, totalizando 100 mil metros de asfalto em Araripina.

O bairro Zé Martins agora faz parte da nova realidade da infraestrutura urbana de Araripina. A Prefeitura, em parceria com a CODEVASF, concluiu os serviços de pavimentação asfáltica na comunidade, levando mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para centenas de famílias.

A obra integra uma das maiores etapas do programa de Banho de Asfalto da história do município. Ao todo, mais de *100 ruas e travessas* serão contempladas, somando *100 mil metros de pavimentação asfáltica* em diversos bairros da cidade.

Com a conclusão dos serviços no bairro Zé Martins, os moradores passam a contar com ruas mais seguras, organizadas e acessíveis, garantindo mais conforto para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Além de melhorar a mobilidade urbana, a obra contribui para a valorização do bairro e fortalece o desenvolvimento da região.

"Cada rua asfaltada representa mais qualidade de vida para nossa população. Estamos realizando um trabalho planejado para levar infraestrutura a todos os bairros, melhorando a mobilidade urbana e oferecendo mais dignidade às pessoas. Ver a satisfação dos moradores após a conclusão dessa obra é a certeza de que estamos no caminho certo", afirmou o prefeito.


O programa de pavimentação segue avançando para outros bairros do município, consolidando um amplo investimento em infraestrutura urbana. A expectativa da gestão é concluir esta etapa beneficiando mais de 100 ruas e travessas, tornando Araripina uma cidade cada vez mais moderna, acessível e preparada para o futuro.

Mais do que asfalto, a obra representa respeito à população, valorização dos bairros e o compromisso da gestão municipal em investir em melhorias que transformam o dia a dia das pessoas.

Araripina realiza Oficinas Comunitárias do Plano Diretor Participativo e convida população para construir o futuro do município


 A Prefeitura de Araripina realizará, na próxima quarta-feira, *08 de julho de 2026, as **Oficinas Comunitárias do Plano Diretor Participativo*, uma importante etapa do processo de revisão e construção do Plano Diretor do município. A iniciativa busca ampliar o diálogo com a população, garantindo que o planejamento urbano seja elaborado de forma democrática, transparente e alinhada às necessidades da comunidade.

As oficinas serão realizadas em dois momentos para facilitar a participação dos moradores da sede e da zona rural:

*Oficina 1 – Sede Urbana*

* *Data:* 08 de julho de 2026

* *Horário:* 8h

* *Local:* Biblioteca da AEDA

* *Endereço:* Avenida Antônio de Hermógenes, 80, Bairro Universitário.

*Oficina 2 – Distrito de Nascente*

* *Data:* 08 de julho de 2026

* *Horário:* 17h

* *Local:* Escola Virgílio Coelho

* *Endereço:* Avenida Recife, Centro, Distrito de Nascente, Araripina-PE.

Durante os encontros, os participantes poderão apresentar sugestões, discutir desafios e contribuir com propostas para o desenvolvimento urbano, social, ambiental e econômico de Araripina. A participação popular é um dos pilares do Plano Diretor, instrumento que orienta o crescimento da cidade e define diretrizes para os próximos anos.

A Prefeitura reforça o convite para que moradores, lideranças comunitárias, representantes de entidades, comerciantes, estudantes e toda a sociedade participem desse momento de construção coletiva.

As inscrições podem ser realizadas pelo link:

**[https://forms.gle/5wYJ4HPWBMBn36x17](https://forms.gle/5wYJ4HPWBMBn36x17)**

Construir uma Araripina mais organizada, sustentável, inclusiva e preparada para o futuro depende da participação de todos.

PRESIDENTE DA CÂMARA DE ARARIPINA, FRANCISCO EDIVALDO, ALERTA SOBRE GOLPE APLICADO EM SEU NOME NO COMÉRCIO LOCAL


O presidente da Câmara Municipal de Araripina, Francisco Edivaldo, emitiu um alerta público à população após criminosos utilizarem sua identidade para tentar aplicar golpes contra comerciantes do município.

De acordo com o parlamentar, pessoas mal-intencionadas estão entrando em contato com empresários e comerciantes utilizando seu nome para solicitar pagamentos e transferências financeiras. Francisco Edivaldo esclareceu que não alterou seu número de telefone e que não está realizando qualquer tipo de cobrança, pedido de dinheiro ou transferência por meio de outro contato.


O vereador informou ainda que o caso já foi registrado por meio de Boletim de Ocorrência, porém os criminosos continuam tentando fazer novas vítimas. Diante da situação, ele pede que a população redobre a atenção e confirme a autenticidade de qualquer contato antes de realizar qualquer negociação ou movimentação financeira.


Em sua mensagem, Francisco Edivaldo também solicitou que o comunicado seja amplamente compartilhado para evitar que mais comerciantes sejam prejudicados.

O episódio reforça a importância de cuidados com golpes praticados por aplicativos de mensagens, modalidade criminosa que tem atingido autoridades públicas, empresários e cidadãos em diversas regiões do país.

Região Metropolitana do Recife tem em média quase nove pessoas baleadas em assaltos por mês

 

Diário de Pernambuco

Entre janeiro e junho deste ano, a Região Metropolitana do Recife registrou o maior crescimento no número de pessoas baleadas durante assaltos, de acordo com o levantamento do Instituto Fogo Cruzado, publicado ontem.

Conforme o Instituto, foram 52 vítimas de disparos de arma de fogo, o equivalente a uma média de 8,6 pessoas baleadas por mês, praticamente nove vítimas mensais ou cerca de duas por semana.

Do total de baleados, 24 morreram e 28 ficaram feridos. Em comparação com o primeiro semestre de 2025, quando foram contabilizadas 28 vítimas, sendo nove mortas e 19 feridas. Pernambuco apresentou um aumento de quase 86% dos casos, o maior percentual entre os estados acompanhados pelo instituto.

Entre as vítimas está o motorista de aplicativo João Valdemir da Silva, de 57 anos, que foi baleado e morto durante uma tentativa de assalto em maio deste ano. O caso aconteceu no bairro do Bongi, na Zona Oeste do Recife.

O crime aconteceu quando o motorista aguardava uma passageira. Nesse momento, o suspeito, que estava de bicicleta, se aproximou do carro e ao anunciar o assalto o motorista por aplicativo tentou fugir, arrancando com o carro. Mas, o assaltante segue o veículo e atira contra João Valdemir, que acabou batendo o carro mais à frente.

No dia seguinte, o criminoso foi localizado e preso pela Polícia Civil de Pernambuco. O caso de João Valdemir foi o décimo envolvendo mortes de motoristas por aplicativo em 2026.

Os dados sobre assaltos fazem parte de um levantamento do Instituto Fogo Cruzado sobre a violência nas regiões metropolitanas do Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Belém.

No conjunto das quatro localidades, 259 pessoas foram baleadas entre janeiro e junho de 2026, o equivalente a quase dez vítimas por semana. Desse total, 123 morreram e 136 sobreviveram aos ferimentos. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 240 baleados, houve aumento de 8%.

Embora a Região Metropolitana do Rio de Janeiro concentre o maior número absoluto de vítimas, com 147 baleados no semestre, foi Pernambuco quem apresentou a maior aceleração nos registros. Enquanto o Rio teve alta de 40%, Salvador e região metropolitana registraram redução de 51% nos casos, e a Região Metropolitana de Belém apresentou queda de 32%.

Senado pode votar na próxima semana ‘pauta-bomba’ com impacto de R$ 30 bi

 

O Senado Federal pode votar, na próxima semana, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, considerada uma “pauta-bomba” pelo Executivo.

Apesar do gesto feito ao governo de adiar a votação da proposta na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve o tema em pauta e pelo cronograma, o assunto deve estar pronto para votação na próxima semana, antes do início do recesso legislativo, que começa em 18 de julho.

Na prática, uma pauta-bomba é um projeto de lei ou uma proposta legislativa que cria despesas elevadas para o governo, pressionando os cofres públicos ou reduzindo a arrecadação.

A proposta precisa passar por cinco sessões de debate antes de ser votada.

A proposta também determina a regularização do vínculo funcional desses agentes, proibindo contratações temporárias ou terceirizadas, exceto em situações de emergência em saúde pública. Uma projeção da Previdência Social indica impacto fiscal de R$ 30 bilhões em dez anos.

Alcolumbre anunciou, na terça-feira passada (30), em plenário, que a tramitação da PEC respeitará o rito constitucional com o prazo de cinco sessões antes da deliberação do texto em primeiro turno. Até então, era ventilada a possibilidade de aceleração no trâmite com a votação na semana passada.

“Estou deixando claro o rito processual que vou adotar: primeiro, não vou tirar a proposta de deliberação; segundo, não vou votar o calendário especial para a gente quebrar o interstício. Não vou fazer isso. Eu vou ouvir cinco sessões; quando eu ouvir cinco sessões, vou botar em votação o requerimento do calendário especial para a gente suprimir as outras três, fazer a votação do segundo turno e marcar a sessão de promulgação”, declarou Alcolumbre, garantindo que após o prazo o tema será votado.

De acordo com o regimento interno do Senado Federal, que norteia as diretrizes das tramitações da casa, uma PEC deve ser votada, em primeiro turno, após cinco sessões deliberativas de debate. A primeira delas aconteceu na última terça-feira (30).

Assim, de acordo com o cronograma informado pelo Senado, existem sessões agendadas para esta terça (7), quarta (8) e quinta (9), cada uma com uma sessão para debate sobre o tema.

Concluída essa semana, restará apenas mais uma sessão para que o assunto seja votado em primeiro turno, o que pode acontecer na próxima terça-feira (14).

Tebet e Marina lideram disputa pelo Senado em SP, diz Datafolha

 

Pesquisa Datafolha, divulgada ontem, mostra Marina Silva (Rede) numericamente à frente, mas em empate técnico com Simone Tebet (PSB), que também empata tecnicamente com Ricardo Salles (Novo), na disputa pelo Senado em São Paulo. Marina tem 18% das intenções de voto, Tebet, 16%, e Salles, 13%.

O levantamento foi realizado de 1º a 3 de julho. O Datafolha entrevistou 1.608 pessoas com 16 anos ou mais em 71 municípios paulistas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. As informações são do portal Poder360.

A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob os números SP-01703/2026 e BR-06481/2026. Custou R$ 185.706,64 e foi paga com recursos próprios. Eis os resultados:

·      Marina Silva (Rede) – 18%;

·      Simone Tebet (PSB) – 16%;

·      Ricardo Salles (Novo) – 13%;

·      André do Prado (PL) – 11%;

·      Guilherme Derrite (PP) – 10%;

·      Paulinho da Força (Solidariedade) – 8

·      brancos/nulos – 17%;

·      não sabe – 7%.

Dossiê sobre tarifas e Pix enviado ao governo Trump amplia desgaste de Flávio Bolsonaro entre eleitores decisivos, aponta pesquisa

 

POR MÍRIAM LEITÃO – O GLOBO

O dossiê, de 86 páginas, enviado por Flávio Bolsonaro ao governo dos Estados Unidos, no qual pede a suspensão por 180 dias das tarifas sobre produtos brasileiros — até depois das eleições — teve repercussão negativa entre os chamados eleitores pendulares, aqueles que alternam o voto entre candidatos da esquerda e da direita.

A conclusão é da oitava rodada da pesquisa qualitativa do Instituto Democracia em Xeque, que vem acompanhando de perto esse grupo de eleitores considerado decisivo para uma disputa presidencial que promete ser novamente polarizada e acirrada. Segundo Beto Vasques, diretor de Relações Institucionais da instituição, o pré-candidato do PL à Presidência não está apenas perdendo confiança entre esse segmento do eleitorado, mas também autonomia narrativa.

Segundo o levantamento, os entrevistados avaliam que Flávio Bolsonaro demonstrou maior preocupação com o custo eleitoral das tarifas do que com a defesa dos interesses das empresas brasileiras afetadas pela medida. A referência ao Pix na carta enviada ao presidente Donald Trump também foi mal recebida, sendo interpretada por parte dos participantes como um gesto em defesa das empresas americanas de cartões de crédito, em detrimento de uma inovação brasileira amplamente utilizada pela população. Flávio Bolsonaro está inscrito para falar, nesta terça-feira, na na Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC), em Washington.

De acordo com a pesquisa, pela terceira semana consecutiva a agenda do senador é dominada por polêmicas, explicações consideradas insuficientes e pela percepção de que há fatos sendo omitidos.

— A carta a Trump, o ruído com Michelle Bolsonaro, a fala de Paulo Figueiredo sobre o voto feminino, a sequência de polêmicas fazem o senador deixar de ser visto como um candidato autônomo para ser percebido como uma extensão de uma família em conflito permanente, envolvida em sucessivas controvérsias, subordinada aos Estados Unidos e pouco preocupada com os interesses da população — afirma Vasques.

Nesse cenário, a pesquisa qualitativa aponta avanço do presidente Lula entre os eleitores pendulares. Segundo Vasques, embora Lula não desperte entusiasmo nesse segmento, ele é percebido como mais associado às políticas sociais e mais alinhado à defesa dos interesses do Brasil.

O levantamento indica que esse eleitorado distingue uma boa relação com os Estados Unidos de uma postura de submissão aos interesses norte-americanos. A defesa do Brasil feita por Lula é vista de forma positiva, embora persistam críticas ao que alguns entrevistados classificam como um discurso “antiamericanista” do presidente. Já o impacto do envolvimento de Jaques Wagner, ex-líder do governo no Senado, continua presente, mas perdeu força, avalia Vasques.

— O afastamento do senador da liderança do governo foi bem recebido. Por outro lado, o abraço de Lula em Jaques Wagner reabriu suspeitas de proteção a aliados, criando um ruído no campo moral — afirma o diretor do Instituto Democracia em Xeque.

Exército diz ao STF que entregou armas de Bolsonaro à PF

 

O Comando do Batalhão de Polícia do Exército informou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), nesta segunda-feira (6), que entregou à PF (Polícia Federal) as armas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Mais cedo, Moraes havia determinado um prazo de 48 horas para que o Exército entregasse à corporação policial os itens que estavam sob guarda da Força. As informações são da CNN.

Na última sexta-feira (3), ao decidir manter Bolsonaro em prisão domiciliar, o ministro determinou que todo o arsenal vinculado ao ex-presidente fosse entregue à PF pela defesa. Na decisão, o ministro considerou “incompatível” a manutenção da posse de armas de fogo por Bolsonaro enquanto ele cumpre pena criminal.

Ainda na sexta-feira, porém, a defesa informou ao STF que duas armas da marca Caracal já haviam sido entregues em 2023, em cumprimento a uma decisão do TCU (Tribunal de Contas da União).

Outras oito, segundo os advogados, estão acauteladas no Batalhão de Polícia do Exército. Nesta segunda, o Exército informou, porém, que duas armas não estão em posse do batalhão, mas que os demais itens, foram entregues à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Ainda nesta segunda, Moraes também determinou que a Polícia Federal confirme se as duas armas da marca Caracal – um fuzil e uma pistola – mencionadas pela defesa estão, de fato, sob a guarda da corporação, conforme informado pelos advogados.

Além da entrega do arsenal, Moraes determinou na sexta a revogação do Certificado de Registro de CAC de Bolsonaro.

Motta cria comissão para discutir redução de maioridade penal

 

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (6) a criação de uma comissão especial para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.

Na prática, o presidente da Câmara decidiu dar andamento ao texto na Casa. Apesar de a comissão especial ser uma das etapas de tramitação de uma PEC, ele não é obrigado a criar o colegiado. As informações são do g1.

Motta já sinalizou que não pretende concluir a análise do tema antes das eleições de outubro. A redução da maioridade penal chegou a ser incluída na PEC da Segurança Pública, aprovada no início do ano.

Mas Motta pediu ao relator, deputado Mendonça Filho (PL-PE), que a alteração na maioridade penal fosse retirada do texto e discutida separadamente, após apelos da base do governo, que chamou a medida de “populismo eleitoral”.

A PEC já havia sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa em junho, que analisou apenas a constitucionalidade da matéria, decidindo que, ao não ferir a Constituição, poderia continuar sendo analisada.

O que diz o projeto?

A proposta altera o artigo 228 da Constituição para estabelecer que a maioridade é atingida aos 16 anos, idade a partir da qual a pessoa é considerada penalmente imputável.

Atualmente, o mesmo artigo diz que os menores de 18 anos são inimputáveis e sujeitos às normas da legislação especial.

Governistas argumentam que a PEC desfigura um dos direitos e garantias fundamentais da Constituição, trecho que não poderia ser alterado por emenda por ser considerado cláusula pétrea. Já deputados da oposição afirmam que a PEC não afronta a Constituição e tratados internacionais ratificados pelo Brasil.

Próximos passos

Após a criação da comissão especial e a indicação dos seus integrantes pelos líderes dos partidos, o colegiado terá um prazo inicial de 10 sessões do plenário para que os parlamentares apresentem emendas ao texto.

Ao final desse período, o parecer do relator já pode ser votado no colegiado. O prazo máximo de funcionamento da comissão especial é de 40 sessões do plenário.

Se a proposta não for analisada, o presidente da Câmara pode decidir levar o texto diretamente ao plenário.

Flávio Bolsonaro deve discursar por 5 minutos em audiência do Departamento de Comércio dos Estados Unidos

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarcou nos Estados Unidos no último domingo (5) para participar na próxima terça-feira (7) de uma audiência pública para discutir a imposição de uma tarifa extra de 25% sobre produtos brasileiros. A previsão é que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro discurse por cinco minutos.

A audiência é organizada pelo USTR, sigla em inglês para Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, órgão que conduz a investigação comercial declarada contra o Brasil. As informações são da CNN.

O senador deverá utilizar seus cinco minutos para defender a não aplicação da sobretaxa e pedir que os dois países busquem uma solução através do diálogo.

A manifestação de Flávio está marcada para as 10h, no horário de Washington (11h, em Brasília), e será um dos expositores no segundo e último dia de debates organizados pelo escritório. A fala antecede a decisão definitiva do governo americano, que deve ser anunciada até 15 de julho.

Segundo a avaliação do pré-candidato a presidente pelo PL, a tarifa traria prejuízos para exportadores e consumidores brasileiros e fortaleceria o presidente Lula (PT) em sua pré-campanha à reeleição.

Para participar do debate, Flávio encaminhou um documento de 86 páginas às autoridades americanas. No relatório, o senador solicitou a suspensão do tarifaço anunciado pelo EUA e que o país não incluísse o Pix na disputa comercial com o Brasil.

Flávio argumenta na justificativa do documento que a adoção desta medida terá o efeito contrário ao desejado pela Casa Branca, respaldando o governo Lula.

O que está sendo investigado?

A audiência tomou como base a investigação instaurada com base na Seção 301 da legislação comercial americana, analisando se as políticas adotadas pelo país nas áreas de comércio digital, propriedade intelecutal, meios eletrônicos de pagamento, acesso ao mercado de etanol, tarifas preferenciais, combate à corrupção e enfrentamento ao desmatamento ilegal representam prejuízo aos interesses comerciais dos Estados Unidos.

Apesar da investigação, o governo Trump abriu um período para o envio de manifestações escritads e realização de audiências públicas antes de definir eventuais medidas contra o Brasil.

Nesta fase colaboram empresas, entidades representativas, especialistas e organizações dos dois países. Além de Flávio Bolsonaro, também participará do painel Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), que falará em nome da CNI (Confederação Nacional da Indústria), da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional).

Apesar do esforço, as chances de o Brasil reverter a decisão dos EUA são baixas, segundo Azevêdo em entrevista à CNN.

“Estive recentemente no Departamento de Estado e no USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), e a mensagem que recebi foi muito clara: os impostos e as taxas serão implementados. Acho muito difícil que, nesta altura, consigamos reverter essa decisão”, afirmou.

PL faz nova tentativa para pacificar relação entre Michelle Bolsonaro e Flávio

 

Por Bela Megale – O GLOBO

Uma aliada de primeira hora de Michelle Bolsonaro tem se movimentado para construir uma trégua entre a ex-primeira-dama e o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Em conversas com integrantes do PL, essa intermediária tem feito apelos para que Flávio se aproxime da madrasta durante as visitas que faz a Jair Bolsonaro. Ela destaca a necessidade do senador pedir desculpas a Michelle.

Na cúpula do PL, o movimento pela reconciliação também ganha força. A ideia é gravar um vídeo com Flávio e Michelle lado a lado, declarando que “toda família briga, mas que estarão juntos para derrotar Lula”. A gravação ainda não aconteceu, mas o plano é que esse registro ocorra até o dia 25 de julho, data da convenção do PL que oficializará Flávio como candidato à Presidência.

O problema é que, para essa equação funcionar, é preciso o consentimento de Michelle. Assessores da ex-primeira-dama garantem que ela continua resistente a participar da campanha presidencial de Flávio. Na conversa com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, na semana passada, a ex-primeira-dama deixou claro que não está disposta a colaborar com a campanha do enteado.

06 julho 2026

Noruega deixa Brasil fora da Copa

 

A Seleção Brasileira se despediu da Copa do Mundo de 2026 nas oitavas de final, neste domingo (5), após ser eliminada com derrota por 2 a 1 para a Noruega, no Metlife Stadium, em Nova Jersey.

O artilheiro Haaland marcou os dois gols da partida, aos 34 e 44 minutos do segundo tempo. Neymar descontou nos acréscimos, batendo pênalti. Na primeira etapa, o Brasil ainda desperdiçou um pênalti, cobrado mal por Bruno Guimarães e defendido por Nyland, goleiro norueguês que teve grande atuação. As informações são da CNN Brasil.

Com a eliminação, a Seleção terá o maior período sem títulos de Copa do Mundo de sua história: em 2030, completará 28 anos desde que foi pentacampeã em 2002, mesmo intervalo entre 1930 e 1958, que teve menos edições.

Esta é também a pior campanha brasileira desde 1990, quando o Brasil caiu nas oitavas de final para a rival Argentina. E a Seleção segue sem vencer a Noruega na história, agora com cinco confrontos, três derrotas e dois empates.

Bruno Guimarães desperdiça pênalti no primeiro tempo

A etapa inicial foi marcada pelo controle da bola da Noruega, que teve mais de 64% de posse. A primeira chance mais clara, inclusive, foi dos noruegueses. Logo com dois minutos de jogo, Sorloth ganhou pela direita e cruzou para trás. Berg, livre dentro da área, bateu bem e superou Alisson, mas o gol foi anulado por impedimento de Sorloth na origem da jogada.

Aos 9 minutos, Rayan roubou a bola no ataque e Matheus Cunha foi derrubado dentro da área. Após chamada do VAR, o árbitro norte-americano Ismail Elfath reviu o lance e marcou o pênalti. Na cobrança, após certa indefinição entre possíveis cobradores, Bruno Guimarães pegou a bola, mas bateu mal, a meia altura, e facilitou a defesa do goleiro Nyland, que ainda fez ótima intervenção após tentativa de Vini Jr., aos 40 minutos.

Endrick entra e perde chance clara no 2º tempo

Com a volta para o segundo tempo ainda amarrada, Carlo Ancelotti voltou a acionar o jovem Endrick, que substituiu Matheus Cunha logo aos 12 minutos. O atacante de 19 anos teve uma ótima oportunidade logo com um minuto em campo. Vini Jr. achou passe açucarado para Endrick na velocidade, ele conduziu e tocou na saída de Nyland, mas a bola foi para fora.

A Seleção Brasileira cresceu com a troca. Bruno Guimarães teve boa chance aos 18, com Rayan servindo Bruno Guimarães e Nyland fazendo mais uma ótima intervenção, mas o árbitro marcou impedimento no lance.

Neymar é acionado aos 21 minutos do 2º tempo

Com o zero a zero persistindo no placar, Carlo Ancelotti resolveu ousar. Acionou Neymar, que jogou poucos minutos na Copa, e Danilo Santos. A dupla substituiu Rayan e Gabriel Martinelli, buscando mais inspiração ofensiva.

Mas a tensão não aliviava. Aos 30 minutos, a Noruega voltou a ter uma boa chance, agora com o jovem Schjelderup, que arriscou bom chute e fez Alisson salvar a Seleção Brasileira, mais uma vez.

Carlo Ancelotti tentou dar mais gás no meio de campo aos 33 minutos do segundo tempo, trocando Bruno Guimarães por Edérson, último jogador convocado pelo técnico italiano à Copa do Mundo, após o corte de Wesley.