02 março 2026
Prefeito acompanha ações emergenciais e coordena resposta às chuvas em Araripina
O prefeito Evilásio Mateus acompanhou de forma direta as ações emergenciais realizadas após as fortes chuvas que atingiram Araripina nos últimos dias. Desde as primeiras horas, o gestor esteve de plantão com sua equipe, monitorando as previsões meteorológicas e acionando todas as secretarias municipais para garantir uma resposta rápida e integrada.
Ao longo do dia, o prefeito percorreu pessoalmente os principais pontos afetados, visitando a Vila Santa Maria, Vila Três Vaqueiros, bairros Zé Martins e Bela Vista, áreas próximas ao Canal São Pedro, bairro Universitário (COHAB), Cavalete 1 e Alto da Boa Vista. Durante as visitas, Evilásio conversou com moradores, ouviu relatos e acompanhou de perto as demandas mais urgentes de cada localidade.
As ações de campo foram acompanhadas pela primeira-dama e vereadora Kaligia Mateus. Paralelamente, o prefeito convocou uma reunião com todo o secretariado municipal, que resultou na criação de um Comitê de Emergência. O grupo reúne as áreas de infraestrutura, assistência social, saúde e demais pastas estratégicas, com o objetivo de coordenar o atendimento às famílias atingidas e acelerar as medidas de suporte.
A deputada estadual Roberta Arraes também esteve presente durante as ações, acompanhando os trabalhos e iniciando articulações junto ao Governo do Estado para reforçar o apoio às medidas emergenciais no município.
Durante as visitas, o prefeito entrou nas residências afetadas, ouviu moradores e avaliou de perto os impactos causados pelas chuvas. Com mais de 25 anos de vida pública, Evilásio Mateus mantém uma atuação marcada pelo diálogo direto com a população e pela busca de soluções práticas diante das dificuldades enfrentadas.
A gestão municipal segue mobilizada, com equipes em campo e monitoramento contínuo da situação, priorizando a segurança, o cuidado com as famílias e a recuperação das áreas afetadas.
ALEPE fará audiência pública sobre retomada das obras da Ferrovia Transnordestina entre Salgueiro e Suape
No dia 13 de abril, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) realiza audiência pública para tratar da retomada das obras da Ferrovia Transnordestina no trecho entre Salgueiro e Porto de Suape. O Ministério dos Transportes está garantindo o restabelecimento do trecho pernambucano do projeto, com previsão de abertura de licitação dos lotes ainda neste primeiro semestre.
A Infra S.A., responsável pelo braço da ferrovia em Pernambuco, deve participar da audiência. Segundo o Blog Dantas Barreto, o deputado estadual João Paulo (PT) convidou para o evento o diretor de Empreendimentos da empresa pública, André Ludolfo, que confirmou presença no debate.
Durante a audiência na ALEPE, representantes do Governo Federal, setor produtivo e sociedade civil discutirão informações técnicas, cronogramas e esclarecimentos sobre investimentos na obra. Serão debatidos tópicos como alinhamento de prazos, encaminhamentos necessários para maior previsibilidade do projeto e a definição de aportes financeiros.
“A Transnordestina não é apenas uma obra de infraestrutura. Ela representa geração de emprego, dinamização da economia e integração do interior ao litoral. Estamos tratando de desenvolvimento com justiça social”, ressalta João Paulo, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Ferrovia Transnordestina em Pernambuco.
Anteriormente sob responsabilidade da Transnordestina Logística S.A. (TLSA), a Licença de Instalação ambiental do trecho SPS foi transferida para a Infra S.A. Com a conclusão desse processo burocrático, está prevista para este mês a publicação do edital do primeiro trecho a ser retomado, entre os municípios de Custódia e Arcoverde, com 73 km de extensão.
Moraes autoriza Bolsonaro a receber estímulo elétrico craniano para tratar crise de soluços

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a passar por um tratamento de estímulo elétrico craniano. Conforme a defesa, esse procedimento visa melhorar as crises de soluço, ansiedade, depressão e qualidade do sono.
“AUTORIZO o ingresso do médico Ricardo Caiado nas dependências da carceragem na qual o apenado JAIR MESSIAS BOLSONARO encontra-se custodiado, três vezes por semana, as segundas, quartas e sextas-feiras às 19 horas, podendo o profissional portar o aparelho utilizado para a aplicação do Estímulo Elétrico Craniano, tais como clipes auriculares bilaterais necessários ao procedimento, devidamente vistoriados pelo estabelecimento”, escreveu Moraes, no despacho, permitindo a entrada do médico especializado no tratamento. As informações são do jornal O Globo.
O ex-mandatário está preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, também conhecido como Papudinha, em Brasília. Ele foi transferido para o local em janeiro após uma articulação feita pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Rep), junto ao Supremo.
Segundo a defesa de Bolsonaro, o tratamento promove a “regulação funcional da atividade neurofisiológica central” aplicado por meio de “clipes auriculares bilaterais” enquanto o paciente permanece “em repouso consciente”.
Na petição, os advogados afirmaram que, com o procedimento, foi possível documentar “melhoras perceptíveis” no quadro de saúde de Bolsonaro, como no “sono e ansiedade/depressão e no quadro de soluços”. De acordo com os defensores, o tratamento elétrico precisa ser feito de modo frequente e sem prazo de término.
Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro divulgou uma carta manuscrita, neste domingo (1), em que sai em defesa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e prega a união da direita. Bolsonaro afirma ter pedido a sua mulher que só envolva nas articulações políticas após março de 2026.
Carta aos aliados
Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro divulgou uma carta manuscrita, neste domingo, em que sai em defesa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e prega a união da direita. O documento foi escrito de dentro da prisão e enviado aos seus apoiadores. A existência da carta foi revelada primeiramente pelo portal Metrópoles e confirmada pelo Globo.
“Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores — Deus, pátria, família e liberdade — para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”, escreveu Bolsonaro. A menção ocorre em meio a disputas internas no campo conservador sobre a condução das estratégias eleitorais e a ocupação de espaços políticos, incluindo vagas ao Senado.
Na Paulista, Silas Malafaia acusa Moraes de corrupção: “Ele foi comprado”

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, discursou na tarde deste domingo (1) na Avenida Paulista, em São Paulo, durante ato que defende a conversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar e pede o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, entre eles Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Vários deputados estaduais e federais de São Paulo discursaram em cima do trio elétrico na Avenida.
Em um duro discurso, o pastor Silas Malafaia acusou o ministro Alexandre de Moraes de corrupção por causa do contrato de R$ 129 milhões do escritório de advocacia da mulher dele com o Banco Master. As informações são do portal Metrópoles.
“A mulher de Alexandre de Moraes tem um contrato de R$ 129 milhões com Banco Master para fazer o quê? Nada. Sabe o que significa isso? Corrupção deslavada. Compra do poder de Alexandre de Moraes”, disse Malafaia. “Ele [Moraes] foi comprado. Seu poder foi comprado”, completou.
Malafaia afirmou que Moraes até agora “não veio a público para dar satisfação dessa imoralidade” e disse que o STF está “desmoralizado” com o escândalo do Banco Master. “Alexandre de Moraes e Dias Toffoli tinham de estar afastados do STF. Não tem moral para julgar ninguém”.
Sem Tarcísio e Michelle, ato em SP tem palanque para Flávio e ataque ao STF

Do UOL
Sem a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o ato organizado pela direita hoje na avenida Paulista, em São Paulo, foi marcado por ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal) e serviu de palanque para pré-candidatura à Presidência do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Nomes como o pastor Silas Malafaia e os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) não pouparam críticas ao STF e seus ministros. “O destino do Alexandre de Moraes é cadeia”, disse o parlamentar mineiro durante seu discurso. Ele também se dirigiu a Moraes como “pateta” e “panaca”.
Flávio também fez ataques ao Supremo. “Todos nós somos favoráveis ao impeachment de qualquer ministro do Supremo que descumpra a lei e isso só não acontece hoje porque ainda não temos maioria no Senado federal”, afirmou.
A manifestação reuniu 20.400 pessoas. O dado é do monitor do Debate Político da USP (Universidade de São Paulo) e do Cebrap em parceria com a ONG More in Common. Em 7 de setembro do ano passado, 42,2 mil pessoas se reuniram no mesmo local para pedir liberdade a Bolsonaro e a prisão de Moraes, segundo a mesma fonte.
Senador afirmou que “enjaularam” seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. “A cada dia que passa, mais pessoas estão vendo como ele foi colocado onde ele está, com uma farsa, atropelando lei, rasgando a Constituição, julgado por seus inimigos”, disse ele. Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado pelo STF.
Malafaia acusou Moraes de ser um “ditador de toga” por causa do inquérito das fake news, que não tem a participação do Ministério Público. Ele também citou os contratos da mulher de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master e os negócios do ministro Dias Toffoli com sócios do banco para criticar a corte. “Ministro Alexandre de Moraes, para me calar, vai ter que me botar na cadeia”, afirmou Malafaia.
Manifestação ocorreu em meio a turbulências na direita
União da direita no protesto vai na contramão de sinais recentes de racha interno. O discurso unificado das lideranças no ato é mais uma sinalização nesse sentido. De acordo com Carla Araújo, colunista do UOL, há um esforço da parte de Flávio para tentar reduzir a troca de farpas com Michelle, Nikolas e outros nomes conservadores.
Flávio fez aceno a Nikolas em seu discurso. Ele disse que a caminhada organizada pelo deputado de Minas a Brasília “reacendeu a vontade de lutar pelo nosso Brasil”. “Nikolas, muito obrigado por existir”, disse o senador.
Aliado de Bolsonaro, Tarcísio não foi porque cumpre agenda na Alemanha. Michelle ficou em casa, em Brasília, já que se recupera de uma cirurgia realizada nos últimos dias.
Ato recebeu mais de 30 lideranças da direita. Dois governadores, pelo menos cinco deputados federais, 11 deputados estaduais paulistas e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), participaram do evento —além de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL.
Três pré-candidatos à Presidência estiveram na manifestação. Além de Flávio, os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado, de Goiás, (PSD) foram à Paulista hoje, mas destoaram do tom de palanque ao filho de Jair Bolsonaro em seus discursos.
A presença de outros pré-candidatos foi usada por Flávio para descaracterizar ato como evento eleitoral. “Isso aqui prova que não é ato eleitoral, tem aqui pré-candidatos juntos, não estamos disputando voto, estamos pensando o que é melhor para nosso país”, disse o senador.

Zema disse que o Brasil não aguenta mais “a farra de intocáveis” em Brasília. Também afirmou que iria aos atos em São Paulo “quantas vezes for necessário”.
Caiado enalteceu seu próprio governo e afirmou que ele, Flávio e Zema têm o mesmo objetivo. “Aquele que chegar lá, o primeiro ato será anistia plena e geral no 1º de janeiro de 2027”, afirmou.
Eleição é o caminho mais rápido para anistia, segundo Eduardo Bolsonaro. O ex-deputado federal, que está nos Estados Unidos desde o ano passado, participou do ato por meio de transmissão ao vivo. Ele defendeu que os eleitores de Bolsonaro votem no irmão para presidente em outubro. “Nós preferimos as lágrimas e a derrota do que a vergonha de não ter lutado”, disse.
Bonés com os dizeres “Flávio Bolsonaro 2026” foram vendidos por R$ 50. Na Paulista, os manifestantes também carregam cartazes que dizem “Bolsonaro livre”, “SOS Trump” e levaram bonecos infláveis do ex-presidente, do presidente Lula vestido de presidiário, e dos ministros do STF Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
Estreia de Flávio como pré-candidato
Manifestação de hoje foi a primeira de Flávio como pré-candidato à Presidência da República. A pré-candidatura do senador fluminense ao Palácio do Planalto foi anunciada no último dia 5 de dezembro e teve o aval de seu pai, que está preso em Brasília.
Assim como o pai fazia em atos na Paulista, Flávio usou colete à prova de balas por baixo da camiseta da seleção brasileira. O ato combinou público de apoiadores radicais com estratégia recente de moderação — em Brasília, aliados de Flávio têm repetido o mantra “a militância leva para o segundo turno. O centro decide a eleição”.
Na quarta, o senador chorou ao relatar as condições que Bolsonaro enfrenta na Papudinha. Parlamentares do PL postaram o vídeo em seus perfis.
Na sexta, Flávio tirou foto de Tarcísio de Freitas. O governador tratado como aliado do centrão e “traíra” pela ala mais radical do bolsonarismo, cedeu aos apelos e finalmente fez um gesto de apoio ao senador, além de propor coordenar a campanha em São Paulo.
Ato bolsonarista contra Lula e STF leva 20,4 mil em SP e 4,7 mil no RJ, diz USP

Por Leonardo Sakamoto
Do UOL
A manifestação contra o presidente Lula e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do STF, e a favor da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizada na tarde de hoje na avenida Paulista, em São Paulo, reuniu 20.400 pessoas. O número é do Monitor do Debate Político da USP (Universidade de São Paulo) e do Cebrap em parceria com a ONG More in Common.
A contagem de cabeças na multidão foi feita no pico da manifestação, a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. O levantamento tem margem de erro de 12%.
A manifestação teve menos que a metade daquela realizada em 7 de setembro do ano passado, quando 42,2 mil pessoas pediam liberdade a Bolsonaro e a prisão de Moraes na avenida Paulista. O ato ficou marcado pela ostentação de uma enorme bandeira dos Estados Unidos em pleno aniversário da Independência do Brasil.
E foi um pouco maior do que aquela realizada na praça do Cruzeiro, em Brasília, que reuniu cerca de 18 mil pessoas, segundo contagem também do Monitor do Debate Político. Esse ato foi a conclusão de uma marcha de 240 quilômetros liderada por Nikolas Ferreiras a fim de chamar a atenção para a liberdade do ex-presidente. Ao final, um raio que feriu manifestantes acabou roubando a atenção.
Convocada em todo o país pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o “Acorda, Brasil” teve a participação de pré-candidatos à Presidência da República, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e os governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO), de deputados federais, como Nikolas Ferreira (PL-MG) e do pastor Silas Malafaia.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e a diretora do PL Mulher Michelle Bolsonaro não compareceram apontando outras agendas. Ambos vêm sendo cobrados por setores da direita, como o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, para se engajarem na campanha de Flávio.
Entre o público, faixas pedindo intervenção de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. E bonés de Flávio Bolsonaro presidente sendo vendidos a R$ 50.
“A manifestação de São Paulo mostrou maior mobilização do que aquela que vimos no Rio. Não foi uma mobilização muito forte, mas também não foi um fracasso de público”, apontou Pablo Ortellado, professor de Polícia Pública da USP e um dos coordenadores do levantamento. “Ela mostra que a despeito das brigas no bolsonarismo (sobre a escolha da candidatura de Flávio Bolsonaro e sobre a inclusão ou não do mote ‘Fora Tofolli’), o bolsonarismo conseguiu fazer uma mobilização significativa sem a presença de Jair Bolsonaro”, diz.
Comparecimento baixo na praia de Copacabana
Mais cedo, a manifestação bolsonarista na praia de Copacabana, no Rio, reuniu 4.700 pessoas, segundo o mesmo Monitor do Debate Político da USP. A contagem de cabeças na multidão foi feita no pico da manifestação, às 11h20, a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. O levantamento tem margem de erro de 12%.
Em 7 de setembro do ano passado, a manifestação bolsonarista pró-anistia em Copacabana havia reunido 42,7 mil pessoas. Contou com a participação de deputados como Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante, Altineu Côrtes e General Pazuello, todos do PL fluminense, e do senador Carlos Portinho (PL-RJ).
Também fez uso da palavra, Douglas Ruas (PL), provável candidato bolsonarista ao governo do estado.
Outros atos foram realizados em capitais como Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador, entre outras.
Manifestação “Acorda Brasil” reúne líderes da direita em Recife

Forças políticas e apoiadores da direita brasileira se reuniram na orla da praia de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, neste domingo (1), para participar da manifestação “Acorda Brasil”.
Convocado em caráter nacional pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e seus aliados, o ato aconteceu de forma conjunta em diversas capitais brasileiras. Com informações do Blog da Folha.
O objetivo foi pressionar os congressistas pelo impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) e pela derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei da dosimetria, que reduz penas dos condenados pelos ataques do 8 de janeiro.
Entre os presentes, o deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) participou do ato, mesmo em recuperação de uma cirurgia na coluna realizada há menos de um mês, segundo sua assessoria. Durante a mobilização, ele fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu não poderia deixar de vir representar Pernambuco nesse movimento que acorda o Brasil para colocar um fim nesse governo de corrupção e nesse sistema que coleciona um escândalo atrás do outro”, disse.

“É inadmissível o que está acontecendo. Lula e o filho envolvidos no maior escândalo da história do INSS com roubo de aposentadorias, o escândalo do Banco Master expondo a cúpula do poder com ministros do STF envolvidos”, afirmou o deputado.
No local, manifestantes também realizaram alusões favoráveis aos atos políticos dos Estados Unidos e Israel, demonstrando apoio às duas nações no cenário geopolítico global.
Prefeitura de Lagoa Grande entrega 141 títulos de terra a moradores de assentamento rural

Moradores do Assentamento Ilha do Pontal, na zona rural de Lagoa Grande, receberam 141 títulos de posse de terra na última sexta-feira (27). A ação integra o programa Terra Pronta, executado pelo Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), com apoio da superintendência regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Médio São Francisco, sediada em Petrolina, e da prefeitura. A titulação formaliza a posse das áreas e permite que as famílias acessem políticas públicas voltadas à agricultura familiar.
A cerimônia ocorreu na escola da comunidade e contou com a presença da prefeita Catharina Garziera (MDB), além de representantes estaduais e federais, entre eles o deputado estadual Jarbas Filho (MDB) e o senador Fernando Dueire (MDB). Com os títulos, os agricultores passam a ter segurança jurídica sobre os terrenos e podem solicitar financiamentos e programas de incentivo à produção rural. “Hoje é um dia histórico para a Ilha do Pontal. Esse é um sonho antigo da população que se transforma em realidade. Estamos garantindo segurança jurídica, acesso ao crédito e novas possibilidades de investimento para quem vive da terra”, afirmou a prefeita.
Entre os beneficiados, a medida representa o reconhecimento de uma ocupação antiga. “Esse título de terra era uma coisa que a gente mais esperava e precisava. A entrega hoje se torna muito importante para todos nós que vivemos e tiramos nosso sustento aqui”, disse o agricultor Edson Barbosa da Silva. Outra moradora contemplada, Dona Carmem, destacou o impacto simbólico da titulação. “Agora sim, me sinto uma agricultora de verdade”.
Segundo o diretor-presidente do Iterpe, Cleodon Ricardo Lima, a iniciativa também deve ampliar o acesso a políticas públicas. “Estaremos firmando uma parceria com o Incra em Petrolina para que esse documento garanta também o acesso aos recursos da instituição para os agricultores assentados da Ilha do Pontal”. A entrega ocorre no contexto das ações de regularização fundiária conduzidas pelo Governo de Pernambuco.
A batalha das redes sociais e seus impactos negativos sobre o governo Lula nas eleições

Por Antônio Campos*
As eleições no Brasil já não se decidem apenas nos palanques, nos debates televisivos ou no horário eleitoral. O centro da disputa política migrou de forma definitiva para as redes sociais. É nesse ambiente que narrativas se formam, emoções são estimuladas e percepções se consolidam. No cenário atual, tudo indica que esse campo tende a operar majoritariamente contra o governo do presidente Lula.
Essa tendência não é fruto apenas de divergências ideológicas, mas do próprio funcionamento das plataformas digitais. As redes privilegiam mensagens curtas, diretas e carregadas de emoção, especialmente a indignação. Governos, por definição, lidam com temas complexos, decisões técnicas e limitações institucionais. Já a oposição atua com maior liberdade narrativa, explorando conflitos, simplificações e acusações que se adaptam melhor à lógica algorítmica.
Estrutura de mobilização
O bolsonarismo, mesmo fora do poder, mantém forte presença e organização no ambiente digital. Influenciadores políticos, perfis coordenados e canais de disseminação de conteúdo continuam ativos, operando como uma estrutura permanente de mobilização. Essa engrenagem produz um fluxo contínuo de críticas ao governo federal, muitas vezes dissociadas de fatos ou contexto, mas altamente eficazes em termos de alcance e engajamento.
Há também o desgaste natural de quem governa. Crises econômicas, impasses no Congresso, dificuldades fiscais e tensões internacionais geram insatisfação. Nas redes sociais, esse desgaste é amplificado e convertido rapidamente em narrativa negativa. A lógica digital não favorece explicações longas nem ponderações. O que se espalha é a versão mais simples e emocionalmente impactante dos acontecimentos.
Comunicação oficial institucional
Outro ponto sensível é a dificuldade do governo em se comunicar de forma eficiente nesse ambiente. A comunicação oficial permanece excessivamente institucional, reativa e lenta. Falta presença orgânica, linguagem adaptada e capacidade de disputa narrativa em tempo real. Comunicação pública tradicional não é suficiente para enfrentar campanhas digitais bem estruturadas e agressivas.
Quem perde a batalha das redes sociais entra em clara desvantagem no processo eleitoral. No Brasil atual, as plataformas digitais não apenas refletem o debate político, elas moldam a opinião pública e condicionam o eleitorado.
Fifa faz reunião de crise para discutir Copa do Mundo após ataque dos EUA ao Irã, diz jornal

Por Estadão Conteúdo
Os dirigentes da Fifa realizaram “reuniões de crise”, ontem, para discutir possíveis repercussões na Copa do Mundo dos ataques militares dos Estados Unidos e Israel ao Irã, de acordo com o jornal britânico The Times.
Os encontros ocorreram após a assembleia geral da International Board (IFAB), órgão responsável pela regulamentação das regras do futebol, sobre mudanças que serão incorporadas a partir da Copa do Mundo.
“Tivemos uma reunião hoje e é prematuro comentar em detalhes, mas vamos acompanhar os desenvolvimentos em torno de todas as questões ao redor do mundo”, afirmou secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom.
“Continuaremos a nos comunicar como sempre fazemos com os três governos (anfitriões), como sempre fazemos em qualquer caso. Todos estarão seguros”, afirmou.
A ação militar de ontem também levou figuras do futebol a questionarem, em caráter reservado, a decisão do presidente da Fifa, Gianni Infantino, de criar um prêmio da paz da Fifa, outorgado ao presidente Trump em dezembro. A entrega do prêmio ocorreu em meio à escalada de tensão entre Estados Unidos e Venezuela, quando Washington já ensaiava uma operação militar que acabou sendo concluída em janeiro. O ditador Nicolás Maduro foi capturado e transferido para Nova York para enfrentar acusações de narcotráfico.
A entrega da honraria para reconhecer personalidades que, em tese, contribuiriam para a paz, a um líder que vem comandando seguidas operações militares pode gerar críticas e levantar questões sobre a neutralidade da entidade esportiva.
Procurada pelo Estadão neste sábado, após os ataques ao Irã, a entidade não se manifestou.
Os Estados Unidos, juntamente com México e Canadá, serão os anfitriões do torneio a partir do dia 11 de junho. O Irã, já classificado para o Mundial, tem seus jogos da fase de grupos marcados para o território americano, em Los Angeles e um em Seattle.
Embora difícil medir diretamente a posição de atletas e delegações, os conflitos recentes aumentam a pressão sobre representantes esportivos e federações. Ainda não há anúncios oficiais de boicotes ou sanções esportivas em resposta ao conflito.


