
O Sertão do Pajeú não tem apenas gente brilhante e talentosa na poesia, no verso improvisado da viola. Na área jurídica, também. Os promotores de Justiça Romero Borja e Samuel Farias, de São José do Egito e Tuparetama, respectivamente, acabam de escrever uma nova página na justiça pernambucana. Emplacaram o primeiro e segundo lugares no ranking estadual de júris.
O Governo do Estado e os órgãos do Sistema de Justiça e Segurança Pública avaliaram a participação deles numa lista com mais de 500 concorrentes na categoria Ministério Público. Romero e Samuel são orgulhos do Sertão do Pajeú.
Ao se destacarem, mostraram que exercem com excelência e dedicação as suas funções em defesa da sociedade. Mais do isso, deram prova de que honram suas origens e fortalecem o sistema de Justiça.
Romero Borja é promotor em Afogados da Ingazeira. Ele conquistou o 1º lugar no ranking, figurando com o maior número de Júris realizados. “Recebo essa homenagem de forma serena e com muita humildade, com a consciência da responsabilidade de representar essa instituição que é o Ministério Público de Pernambuco”, disse.
E acrescentou: “O mês de novembro é muito desafiador e participar de uma sessão do Júri é desgastante, exige preparação prévia e análise minuciosa dos processos. O plenário às vezes se estende por longa horas, adentrando a madrugada. Como resido no interior, as vezes chego a me deslocar até 400 quilômetros para participar de uma sessão do Tribunal do Júri”.
Segundo ele, o esforço é compensado pela satisfação em atuar na defesa da vida. Ele é membro do Núcleo de Apoio ao Júri do MPPE (NAJ) e participa de sessões de Júri popular em todas as regiões do Estado. Já Samuel Farias é promotor em Itapetim. Conquistou o 2º lugar. “Recebo com muita alegria a homenagem. É o reconhecimento da responsabilidade renovada”, disse.
Ele participou de 13 júris em novembro de 2025 na sua região, no Agreste e Zona da Mata. Os promotores receberam a honraria das mãos da governadora Raquel Lyra, ao lado do Procurador-Geral de Justiça, do Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco e do Defensor Público-Geral, além de outras autoridades dos Poderes Executivo, Judiciário e do sistema de justiça.
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