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12 fevereiro 2026

Após assembleia da categoria, Policiais Civis decidem não paralisar atividades no Carnaval

 

Após assembleia realizada no Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE), ontem, a categoria decidiu não paralisar as atividades da Polícia Civil durante o período do Carnaval. A decisão ocorre em respeito ao povo pernambucano e em meio à proposta de convocação de negociação apresentada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), entre o sindicato e o Governo do Estado, com o objetivo de buscar uma solução para as reivindicações da categoria.

O presidente da Alepe, Álvaro Porto, encaminhou ofício ao SINPOL solicitando a reavaliação da deflagração de movimento paredista no período carnavalesco e propondo a abertura de um processo de mediação institucional. No documento, a Presidência da Casa Legislativa reconhece a legitimidade das reivindicações dos Policiais Civis e o papel constitucional do sindicato na defesa dos direitos da categoria.

A Alepe se colocou formalmente como mediadora institucional do conflito e propondo a convocação de uma reunião envolvendo representantes do SINPOL, da Secretaria de Defesa Social (SDS) e da Secretaria de Administração (SAD).

Para o presidente do SINPOL, Áureo Cisneiros, a iniciativa representa um reconhecimento da gravidade da situação enfrentada pela Polícia Civil e da legitimidade do movimento.

“O sindicato sempre defendeu e buscou o diálogo. Estivemos recentemente com o presidente do TJPE, onde fomos muito bem recebidos. Os poderes Legislativo e Judiciário se mostraram responsáveis e sensíveis às nossas pautas. A categoria não quer o conflito, quer solução. Quer investimento para melhor servir à população, o cumprimento da decisão da justiça da ação da carga horária (dos 33%) para todos os Policiais Civis, o envio da Lei Orgânica para Alepe e respeito. Se existe agora uma proposta de reunião, ela precisa chegar a um encaminhamento por parte do governo. O que não é mais possível é continuar com promessas sem resultados e com a Polícia Civil sendo empurrada para uma situação de colapso. O que pesou muito também foi o respeito ao povo pernambucano em sua festa maior festa cultural”, afirmou.

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