Duas pessoas foram encontradas mortas nessa segunda-feira, 19, em dois locais diferentes de Petrolina. As mortes não têm ligação, segundo a Polícia Civil.
De acordo com o G1, o primeiro corpo foi localizado às margens da BR-407, nas proximidades do aterro sanitário, com marcas de tiros. A vítima não foi identificada.
O outro cadáver, de um homem de 45 anos, foi encontrado em avançado estado de putrefação dentro de uma casa, no bairro Nova Vida.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) e a Polícia Civil instaurou inquéritos para investigar as circunstâncias das mortes.
A pessoa mais velha do mundo, a espanhola María Branyas Morera, morreu aos 117 anos, após sobreviver a guerras e pandemias, informou sua família nesta terça-feira (20).
“María Branyas nos deixou”, escreveu a família na conta da idosa na rede social X. “Morreu como desejava: enquanto dormia, tranquila e sem dor”.
“Há alguns dias nos dizia: um dia irei embora. Não voltarei a provar o café, nem tomar iogurte (…) Deixarei de existir neste corpo. Um dia que desconheço, mas que está muito perto, está longa viagem terá acabado”, contou a família em sua mensagem. “Será sempre lembrada por seus conselhos e bondade”, concluiu sua família.
Na mesma conta, Branyas antecipou na segunda-feira que o momento da morte estava próximo.”Me sinto fraca. Está chegando a hora. Não chorem, não gosto de lágrimas. E, principalmente, não sofram por mim. Onde estiver, estarei feliz”, afirmou a mulher.
Branyas era a pessoa mais velha do mundo, segundo o Grupo de Investigação Gerontológica de Estados Unidos (US Gerontology Research Group) e o livro Guinness dos recordes.
Ela substitui a francesa Lucile Randon, que morreu aos 118 anos em janeiro de 2023.
Após a morte de Branyas, a pessoa mais idosa é a japonesa Tomiko Itooka, que nasceu em 23 de maio de 1908 e tem 116 anos, segundo o Grupo de Investigação Gerontológica dos Estados Unidos.
Nascida em 1907, “nunca foi ao hospital”, Branyas sobreviveu à pandemia de gripe de 1918 (também chamada gripe espanhola), a duas guerras mundiais, à guerra civil espanhola e a covid, que contraiu pouco depois de completar 113 anos em 2020, e da qual se recuperou totalmente em poucos dias.
A mulher vivia na casa de repouso de Santa Maria del Tura, na cidade catalã de Olot, no nordeste da Espanha, há mais de 20 anos.
Em sabatina na TV Tribuna, no início da tarde desta terça-feira (20), a candidata à Prefeitura do Recife pela federação Psol/Rede, a deputada estadual Dani Portela, denunciou o abandono do Centro do Recife. Ela defendeu que a área seja revitalizada com projetos de moradia popular, para devolver a vida ao espaço.
Dani também vem denunciando nas redes sociais o baixo investimento em moradias populares feito pelo Recife no último ano. De acordo com a deputada, o Recife gastou, em 2023, R$ 40 milhões em propaganda e R$ 2 milhões em moradia.
“Aqui no Recife a gente precisa pensar num número que é muito ruim, uma estatística ruim de falar. Nós temos um déficit habitacional de mais de 70 mil moradias. Estou falando de 70 mil famílias que não vivem com dignidade e que depois da pandemia essas desigualdades, essa realidade, ela se aprofundou ainda mais. Aí você anda pelo centro da cidade, eu sei que isso é uma pauta recorrente, porque todo mundo tem alguma relação afetiva com o centro, e você vê o coração da cidade completamente abandonado e com muitos prédios desocupados”, afirmou Dani Portela.
Na opinião da candidata, “há muito prédio sem gente e há muita gente sem casa. “Então, precisamos pensar não apenas em construções de grandes habitacionais, que vão levar anos para serem erguidos, mas em soluções a curto, médio e longo prazo. E a curto e médio prazo, por que não olhar para esses imóveis desocupados e pensar em soluções de moradia popular no centro?”, questionou.
Dani ainda destacou que revitalizar não é apenas pintar ou colocar comércio. “A gente vai ter de volta o comércio quando a vida pulsar no centro da cidade e a gente defende um programa sério de moradia popular para que esses imóveis cumpram a lei, que é a função social da propriedade. Então, não dá mais para olhar para aquelas centenas de prédios completamente abandonados, isso deixa a cidade insegura para as mulheres e para todo mundo. Precisamos trazer vida para o centro com programa de moradia popular e requalificação dos imóveis abandonados”, observou Dani.
Atual prefeita de Trindade tem agenda intensa no fim de semana para fortalecer a conexão com o povo e consolidar sua busca pela reeleição
Neste fim de semana, a prefeita de Trindade, Helbe Rodrigues (UB), deu início à sua campanha rumo à reeleição com uma série de atividades que reforçam seu compromisso com o contato direto com os cidadãos. Com uma agenda dinâmica, Helbinha começou a caminhada com o pé direito, realizando ações que fortalecem seu vínculo com a população e demonstram sua disposição em continuar trabalhando por uma Trindade ainda mais forte.
No sábado, Helbinha e sua equipe visitaram moradores da Cohab em uma ação de porta a porta. A prefeita, ao lado do vice-prefeito Paulo Rennê e dos candidatos a vereador, caminhou pelas ruas do bairro, conversando com cada morador, ouvindo demandas e reafirmando seu compromisso de dar continuidade ao progresso alcançado nos últimos quatro anos. "O que nos move é o carinho e a confiança que o povo deposita em nós. Continuaremos sempre presentes e atentos às necessidades de cada um", destacou Helbinha.
À noite, a prefeita participou de uma live com os candidatos a vereador, um momento importante de interação com o público, onde foram discutidas as principais propostas para a cidade. A transmissão ao vivo reuniu apoiadores e eleitores, permitindo um diálogo direto e transparente com os candidatos da coligação
No domingo de manhã, a prefeita esteve na tradicional feira da Vila Saraiva, onde foi recebida com entusiasmo pelos comerciantes e frequentadores. Entre abraços, fotos e conversas, a prefeita aproveitou a oportunidade para ouvir as pessoas e sentir de perto as expectativas para o futuro da cidade. "Ver a feira cheia de vida e sentir essa energia positiva é o que nos dá forças para seguir em frente", comentou a prefeita
Com essa agenda intensa e diversificada, Helbinha dá o tom de uma campanha próxima do povo, mostrando que seu foco é seguir ouvindo, dialogando e construindo um caminho sólido para Trindade.
Candidatos com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas disputas por prefeituras ficam atrás de rivais em cinco capitais quando se considera o desempenho entre eleitores evangélicos. O segmento se consolidou nos últimos anos como base eleitoral importante de Bolsonaro, que chegou a ter mais de 60% das intenções de voto entre os evangélicos no segundo turno de 2022, contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento do Jornal O Globo leva em conta os últimos resultados de pesquisas Quaest e Datafolha.
O desempenho abaixo do esperado de nomes mais próximos de Bolsonaro na base evangélica ocorre em meio à divisão da direita. É o caso de São Paulo, onde o aliado do ex-presidente, embora não apareça em desvantagem, tem concorrência acirrada nessa fatia do eleitorado. Outro fator que explica as dificuldades de bolsonaristas é a presença de prefeitos com boa avaliação geral nas disputas.
No Rio, por exemplo, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL) aparece consideravelmente atrás do atual prefeito Eduardo Paes (PSD) entre os evangélicos. Segundo levantamento da Quaest, divulgado em julho, o aliado de Bolsonaro registra 21% das intenções de voto, ante 41% de Paes, que concorre à reeleição com apoio de Lula. Em junho, Ramagem tinha 14% no segmento religioso.
A distância é ainda mais ampla no Recife. De acordo a pesquisa Datafolha mais recente, de julho, o candidato à reeleição João Campos (PSB) tem 77% das intenções de voto do eleitorado evangélico. O bolsonarista Gilson Machado (PL), ex-ministro do Turismo, marca apenas 7% e disputa o segundo lugar com o ex-deputado federal Daniel Coelho (Cidadania), que tem 5% e empata na margem de erro.
Nessas duas capitais, o cenário entre eleitores evangélicos pouco difere do quadro geral de intenções de votos. No Rio, Paes aparece com quase 30 pontos percentuais de vantagem para Ramagem, conforme a média levantada pelo Rali, o agregador de pesquisas do Globo. No Recife, Campos também figura com mais de 70% das intenções de voto na média de todos os segmentos.
Além disso, Paes e Campos registram índices de aprovação em patamares que historicamente garantiram reeleições em suas cidades.
Em outras três capitais — Belo Horizonte, Manaus e Campo Grande —, candidatos apoiados por Bolsonaro também patinam entre evangélicos, em cenários que sugerem fragmentação da direita. Na capital mineira, Mauro Tramonte (Republicanos) lidera com folga neste segmento religioso, com 22 pontos percentuais de vantagem sobre o bolsonarista Bruno Engler (PL).
Engler soma 14% das intenções de voto entre evangélicos, segundo pesquisa Quaest divulgada em meados de julho. O percentual é similar ao registrado pelo senador Carlos Viana (Podemos), que tem 13%. Viana concorreu ao governo de Minas em 2022 pelo PL, partido de Bolsonaro.
Em Manaus, onde o segmento evangélico representa 40% da amostra da pesquisa Quaest, o candidato apoiado por Bolsonaro, Capitão Alberto Neto (PL), oscilou negativamente no último levantamento. Neto apareceu com 16% das intenções de voto entre os evangélicos, ante 20% registrados em maio.
Ele aparece atrás do prefeito e candidato à reeleição David Almeida (Avante), que marca 39% nesse segmento.
Em Campo Grande, o deputado federal Beto Pereira (PSDB), que é o nome de Bolsonaro na disputa, é o terceiro entre os evangélicos, com 13%. Rose Modesto (União) soma 34%, enquanto a atual prefeita Adriane Lima (PP), apoiada pela senadora Teresa Cristina (PP), ex-ministra de Bolsonaro, chega a 21%.Candidatos com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas disputas por prefeituras ficam atrás de rivais em cinco capitais quando se considera o desempenho entre eleitores evangélicos. O segmento se consolidou nos últimos anos como base eleitoral importante de Bolsonaro, que chegou a ter mais de 60% das intenções de voto entre os evangélicos no segundo turno de 2022, contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento do Jornal O Globo leva em conta os últimos resultados de pesquisas Quaest e Datafolha.
O desempenho abaixo do esperado de nomes mais próximos de Bolsonaro na base evangélica ocorre em meio à divisão da direita. É o caso de São Paulo, onde o aliado do ex-presidente, embora não apareça em desvantagem, tem concorrência acirrada nessa fatia do eleitorado. Outro fator que explica as dificuldades de bolsonaristas é a presença de prefeitos com boa avaliação geral nas disputas.
No Rio, por exemplo, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL) aparece consideravelmente atrás do atual prefeito Eduardo Paes (PSD) entre os evangélicos. Segundo levantamento da Quaest, divulgado em julho, o aliado de Bolsonaro registra 21% das intenções de voto, ante 41% de Paes, que concorre à reeleição com apoio de Lula. Em junho, Ramagem tinha 14% no segmento religioso.
A distância é ainda mais ampla no Recife. De acordo a pesquisa Datafolha mais recente, de julho, o candidato à reeleição João Campos (PSB) tem 77% das intenções de voto do eleitorado evangélico. O bolsonarista Gilson Machado (PL), ex-ministro do Turismo, marca apenas 7% e disputa o segundo lugar com o ex-deputado federal Daniel Coelho (Cidadania), que tem 5% e empata na margem de erro.
Nessas duas capitais, o cenário entre eleitores evangélicos pouco difere do quadro geral de intenções de votos. No Rio, Paes aparece com quase 30 pontos percentuais de vantagem para Ramagem, conforme a média levantada pelo Rali, o agregador de pesquisas do Globo. No Recife, Campos também figura com mais de 70% das intenções de voto na média de todos os segmentos.
Além disso, Paes e Campos registram índices de aprovação em patamares que historicamente garantiram reeleições em suas cidades.
Em outras três capitais — Belo Horizonte, Manaus e Campo Grande —, candidatos apoiados por Bolsonaro também patinam entre evangélicos, em cenários que sugerem fragmentação da direita. Na capital mineira, Mauro Tramonte (Republicanos) lidera com folga neste segmento religioso, com 22 pontos percentuais de vantagem sobre o bolsonarista Bruno Engler (PL).
Engler soma 14% das intenções de voto entre evangélicos, segundo pesquisa Quaest divulgada em meados de julho. O percentual é similar ao registrado pelo senador Carlos Viana (Podemos), que tem 13%. Viana concorreu ao governo de Minas em 2022 pelo PL, partido de Bolsonaro.
Em Manaus, onde o segmento evangélico representa 40% da amostra da pesquisa Quaest, o candidato apoiado por Bolsonaro, Capitão Alberto Neto (PL), oscilou negativamente no último levantamento. Neto apareceu com 16% das intenções de voto entre os evangélicos, ante 20% registrados em maio.
Ele aparece atrás do prefeito e candidato à reeleição David Almeida (Avante), que marca 39% nesse segmento.
Em Campo Grande, o deputado federal Beto Pereira (PSDB), que é o nome de Bolsonaro na disputa, é o terceiro entre os evangélicos, com 13%. Rose Modesto (União) soma 34%, enquanto a atual prefeita Adriane Lima (PP), apoiada pela senadora Teresa Cristina (PP), ex-ministra de Bolsonaro, chega a 21%.
Mais um homicídio foi registrado neste domingo (18) em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco. O corpo encontrado às margens da PE-418, próximo a um motel, é do agricultorLuiz Carlos Alves Quirino, 43 anos. Segundo a polícia, ele residia no Sítio Timorante, e seu corpo estava com marcas de perfurações de arma de fogo
O corpo do serra-talhadense foi conduzido ao Instituto Médico Legal (IML) de Caruaru, no Agreste, onde será emitido o laudo pericial.
Esta é a 16ª morte violenta do ano em Serra Talhada. Ainda segundo a polícia, a investigação vai esclarecer os fatos e a motivação do crime. (Farol de Notícias)
Em entrevista, presidente repete um dos principais argumentos usados pelo ministro do STF para impor derrota aos parlamentares
Por Revista Veja
Em seu terceiro mandato na Presidência da República, Lula definiu como prioridade estabelecer uma relação de parceria com o Supremo Tribunal Federal, até como forma de compensar o fato de não ter maioria no Congresso. Até agora, a estratégia tem sido bem-sucedida, e o governo reverteu no STF derrotas sofridas na Câmara e no Senado, como no caso da desoneração da folha de pagamento.
Essa tabelinha entre Planalto e Supremo irrita os congressistas, que receberam como uma declaração de guerra a decisão do ministro do STF Flávio Dino de suspender o pagamento de emendas parlamentares.
Nos bastidores, integrantes da cúpula do Legislativo dizem que Dino, aliado de Lula, de quem foi ministro da Justiça, agiu sob encomenda do presidente da República. “O governo está indo para o enfrentamento com o Congresso com a ajuda do STF, para não cumprir acordos costurados pelo próprio governo”, disse a VEJA um líder de partido, que pediu para não ser identificado.
Ação e reação Em resposta às decisões que suspenderam as emendas, os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), até recorreram ao Supremo, sem sucesso. Mas a prioridade deles é negociar com o governo ajustes nas emendas, de forma a contemplar todas as partes interessadas. A pressão nesse sentido já está em curso.
Nos últimos dias, a Comissão Mista de Orçamento, em decisão que ainda será submetida ao plenário do Congresso, rejeitou uma medida provisória que abre crédito de 1,3 bilhão de reais ao Judiciário. Além disso, adiou a leitura de um relatório preliminar da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025, tema prioritário para o governo.
Retaliações mais explosivas também estão sendo preparadas nos bastidores — contra o Executivo e o Judiciário. Entre elas, demora para votação de projetos da pauta econômica e pressa para aprovação de textos que limitem a atuação de ministros do Supremo. Responsável pela articulação política, o ministro Alexandre Padilha, ciente do potencial explosivo do caso, declarou que o governo não teve nada a ver com a decisão do STF sobre as emendas.
Um jovem casal morreu na noite deste domingo (18), em um acidente de trânsito na BR-316, próximo ao povoado do Cajueiro, zona rural do município de Araripina, no Sertão de Pernambuco.
De acordo com informações de testemunhas, o casal estava em uma motocicleta que acabou colidindo com uma carreta que trafegava pelo local. Ambos morreram no local.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e isolou a área para o trabalho do Instituto de Criminalística. Os corpos das vítimas foram levados para o Instituto Médico Legal – IML de Petrolina, no Sertão do São Francisco.
Levantamento divulgado ontem pelo jornal O Globo mostra que o prefeito do Recife, João Campos (PSB), tem avaliação superior aos melhores registros de aprovação de gestores que já foram candidatos à reeleição na capital pernambucana e em outras capitais brasileiras. Com índice de 69% de ótimo e bom, o recifense aparece muito acima dos patamares mínimos que foram necessários para reconduções de prefeitos a um segundo mandato desde 2004, quando iniciou a série histórica.
João Campos aparece bem na frente, por exemplo, de Eduardo Paes (PSD), do Rio de Janeiro, que conta com 46% de aprovação e também está acima do patamar mínimo que historicamente viabilizou a renovação de mandatos de candidatos à reeleição na capital fluminense. Já Ricardo Nunes (MDB), de São Paulo, com 26% de aprovação, e Fuad Norman (PSD), de Belo Horizonte, com 31%, aparecem abaixo dos percentuais que gestores que conseguiram se reeleger tinham nesta fase da campanha eleitoral.
“No Recife, João Campos (PSB) nada de braçada. O filho do ex-governador Eduardo Campos tem avaliação bem acima da de qualquer outro prefeito no período considerado no levantamento”, afirmou o jornal carioca.
Quando se considera apenas o Recife, João Campos também tem índices muito superiores aos que outros dois prefeitos precisaram para renovar seus mandatos. Em julho de 2004, João Paulo (PT) tinha o governo considerado ótimo e bom por 33,7% da população. Já Geraldo Julio (PSB) foi reeleito após obter, em setembro de 2016, avaliação como ótimo e bom por 33% dos entrevistados. O levantamento do jornal O Globo se baseou em pesquisas dos institutos Datafolha, Quaest e do antigo Ibope.
Jair Bolsonaro (PL) criticou, em entrevista à CNN, declaração do candidato Pablo Marçal (PRTB) na qual negou que tenha buscado apoio do ex-presidente para a disputa eleitoral pela Prefeitura de São Paulo.
O ex-presidente afirmou que conversou com Marçal durante uma hora. Já Marçal, em vídeo, disse que nunca pediu apoio a Bolsonaro.
“Só corrigir uma impressão sua que está errada e da mídia inteira. Eu não fui buscar apoio de Bolsonaro. Eu jamais… Eu nunca que fui lá para pedir apoio dele. Zero”, afirmou Marçal.
Em seguida, também à CNN, Bolsonaro reafirmou o apoio à reeleição do atual prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).
As declarações marcam uma mudança de tom do ex-presidente, que havia elogiado Marçal na quinta-feira (15) e deixado explícita a sua contrariedade com Nunes, apesar do compromisso partidário de apoiá-lo.
Em entrevista à Rádio 96 FM, de Natal, Bolsonaro havia elogiado o que chamou de “figura nova do Pablo Marçal”. “Fala muito bem, uma pessoa inteligente, tem suas virtudes. Não tem experiência, mas faz parte.” Ele disse que Nunes não é seu “candidato dos sonhos”, mas que assumiu o compromisso de ajudá-lo.
Em um ofício de 16 de março de 2023, a Polícia Federal pediu ao X dados pessoais de dois perfis do deputado federal André Fernandes (PL-CE). O delegado Raphael Soares Astini deu um prazo de dois dias para que a rede social respondesse.
O texto do requerimento cita o artigo 2º, do parágrafo 1º da lei 12.830/2013 (que trata sobre investigação criminal conduzida pelo delegado de polícia) e o artigo 10º, do parágrafo terceiro da Lei do Marco Civil da Internet para fundamentar o pedido sem ordem judicial.
O trecho da lei de 2023, citado pela PF, diz que “ao delegado de polícia, na qualidade de autoridade policial, cabe a condução da investigação criminal por meio de inquérito policial ou outro procedimento previsto em lei, que tem como objetivo a apuração das circunstâncias, da materialidade e da autoria das infrações penais”.
O documento enviado ao X pedia “nome, CPF, e-mail, endereços, terminais telefônicos utilizados e/ou cadastros, dados bancários e do cartão de crédito cadastrados e logs de criação, contendo IP, data, hora, fuso horário GMT/UTC e porta lógica da conta do usuário”, no caso, o deputado André Fernandes (PL-CE).
O escritório Bastian Advogados, contratado pelo X Brasil, respondeu à Polícia Federal e ao delegado Raphael Soares Astini, por meio de um ofício em 5 de abril de 2023.
Após mencionar os artigos 10, 15, e 22 do Marco Civil da Internet, o ofício afirma que “as operadoras do X estão impossibilitadas de fornecer os registros de acesso, até que seja proferida uma ordem judicial fundamentada e com indicação de período e descrição da utilidade, de forma a atender à exigência criada pelo legislador para o regular trâmite do procedimento de quebra de sigilo”.
O ofício reproduz os artigos citados do Marco Civil da Internet. O artigo 10, parágrafo 1º, diz que o provedor só será obrigado a disponibilizar os registros mediante ordem judicial.
O artigo 15 diz que o provedor deverá manter os registros de acesso pelo prazo de 6 meses. O parágrafo 3º do mesmo artigo afirma que a disponibilização ao requerente dos registros deverá ser precedida de autorização judicial.
Já o artigo 22 diz que a parte interessada poderá requerer ao juiz que ordene ao responsável pela guarda o fornecimento do registro. Esse mesmo artigo cita que “o requerimento deverá conter, sob pena de inadmissibilidade, fundados indícios de ocorrência do ilícito e justificativa motivada da utilidade dos registros solicitados”.
Logo após citar os artigos do Marco Civil da Internet, o representante do X no Brasil afirma que não pode fornecer os registros.
“Operadoras do X estão impossibilitadas de fornecer os registros de acesso, até que seja proferida uma ordem judicial fundamentada e com indicação de período e descrição da utilidade, de forma a atender à exigência pelo legislador para o regular trâmite do procedimento de quebra de sigilo. (…) Não se trata de preciosismo formalista, mas unicamente de observação atinente à obrigação legal imposta à empresa no tratamento de dados de usuários”, diz o Twitter Brasil.
Diante do ambiente eleitoral natural de mais uma eleição, a municipal, marcada para 6 de outubro, a pergunta mais frequente que me fazem diz respeito ao pleito seguinte, o de 2026, quando a governadora Raquel Lyra (PSDB) tentará a reeleição. “João Campos é candidato a governador?” Estou cansado de ouvir a indagação, seja partindo de políticos tarimbados ao mais neófito eleitor distanciado da vida pública.
João tem, sim, uma estratégia na cabeça para disputar o Palácio do Campo das Princesas em 2026. Isso está evidente no seu comportamento a partir do momento em que enfrentou resistências no PT, partido aliado, dobrou Lula e a direção nacional petista, para ter a liberdade de escolher como vice o jovem Victor Marques, seu ex-chefe de gabinete, a quem filiou no PcdoB, partido que integra a federação com o PT e PV.
Para criar as condições efetivas, entretanto, João tem que ser reeleito no primeiro turno com uma ampla vantagem, se possível com a maior votação entre os prefeitos de capitais, conforme sinalizam as pesquisas. Mas eleição, já dizia o sábio e prudente Marco Maciel, com quem convivi e escrevi sua biografia, é como mineração – só se sabe o resultado depois da apuração.
Além de sair consagrado das urnas na capital, João tem que eleger prefeitos do PSB e aliados de outros partidos em colégios eleitorais importantes e de visibilidade. Isso passa por um “banho de urnas” nos candidatos de Raquel na Região Metropolitana. Inclui Caruaru, Petrolina, Garanhuns, Palmares e outros colégios eleitorais simbólicos, como Arcoverde, Belo Jardim, Salgueiro, Araripina, Gravatá e Vitória de Santo Antão.
No Interior, se reeleito no primeiro turno no Recife, como apontam as pesquisas, João se voltará para Caruaru, se ali também a eleição vier a ser decidida no segundo turno – as pesquisas indicam esse caminho. Não há, na ligação do contexto municipal de hoje com o estadual das eleições de 2026, uma guerra eleitoral mais importante, depois da do Recife, do que a de Caruaru, por ser a terra em que a governadora foi prefeita.
Num eventual segundo turno entre o prefeito Rodrigo Pinheiro (PSDB) e o ex-prefeito Zé Queiroz (PDT), a capital do Agreste passa a ser objeto de cobiça de Raquel e João, porque se transformará num embate eleitoral antecipado de 2026. Já disse e repito: a única cidade que a governadora não pode perder o pleito municipal é Caruaru. Se isso ocorrer, a depender do saldo eleitoral no restante do Estado, especialmente a RMR, sendo desfavorável, adeus à reeleição de Raquel Lyra!