18 novembro 2013
ANS suspende 150 planos de saúde a partir de HOJE
De 19 de julho a 18 de setembro, a ANS recebeu 15.158 reclamações sobre 516 operadoras de planos de saúde. A suspensão será por um período de 3 meses. Segundo o diretor-presidente da ANS, André Longo, as operadoras têm se esforçado para resolver problemas apontados por seus clientes, e hoje, de cada cinco reclamações que chegam à ANS, quatro são resolvidas, ele afirmou. Longo disse também que o número de reclamações baixou no último trimestre de 17.417 para 15.158. O monitoramento é feito desde dezembro de 2011.
Dos 150 planos, 68 já estavam suspensos por problemas em monitoramentos anteriores. Outros 178 planos que estavam suspensos resolveram seus problemas e poderão voltar a ser comercializados pelas suas operadoras. O bloqueio não afeta os cerca de 4,1 milhão de beneficiários desses planos (cerca de 6,2% do mercado de saúde suplementar), mas impede que as empresas vendam para novos clientes. (de Agência)
17 novembro 2013
Henrique Pizzolato viaja para a Itália e é considerado foragido pela Polícia Federal
PF não pôde prender Pizzolato porque ele não estava em casa; réu agora é considerado foragido e passa a integrar a lista da Interpol
Marthius Sávio Cavalcante Lobato informou ainda que não representa mais Pizzolato. "A minha participação encerrou com o transitado e julgado da ação, que foi na quinta-feira (14). Não tenho poderes para falar em nome dele. A procuração que ele me passou se encerrou no transitado e julgado. Na fase da execução, ele teve que me outorgar poderes", acrescentou ao explicar que não é mais advogado de Pizzolato.
O advogado, no entanto, ainda manteve contato com a Polícia Federal no Rio e em Brasília para tratar do caso. Pela manhã, ele confirmou ao delegado da Polícia Federal, da superintendência do órgão no Rio de Janeiro, Marcelo Nogueira, que uma carta divulgada na imprensa pela família de Pizzolato era mesmo do ex-diretor do Banco do Brasil. Nela, Pizzolato, que tem dupla cidadania, diz que decidiu buscar um novo julgamento na Itália.
"Por não vislumbrar a mínima chance de ter julgamento afastado de motivações político-eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no tratado de extradição Brasil e Itália. Agradeço com muita emoção a todos e todas que se empenharam com enorme sentimento de solidariedade cívica na defesa de minha inocência, motivadas em garantir o Estado Democrático de Direito que a mim foi sumariamente negado, concluiu Pizzolato.
O delegado Marcelo Nogueira informou que, como a Polícia Federal não pôde prender Pizzolato porque ele não estava em casa, o réu no processo é considerado foragido e vai passar a integrar a lista da Interpol. "A partir do momento em que o mandado de prisão não foi cumprido porque ele estava ausente, ele já é considerado foragido. Este é o procedimento padrão", explicou.
Marcelo Nogueira confirmou que recebeu a ligação do advogado Marthius Sávio Cavalcante Lobato assegurando que a carta divulgada na imprensa era de Pizzolato e, portanto, indicando que ele está fora do Brasil.
O delegado disse que não está mais prevista qualquer ação da Polícia Federal no Rio de Janeiro com relação à prisão de Pizzolato. "Agora, é com o ministério da Justiça", concluiu.
Seu bolso, outra vez
E quais os compromissos tão importantes? Na segunda, encontrarão o presidente da Assembléia Geral da ONU, John Ashe, e o presidente do Conselho de Segurança, Liu Ji-ey. E darão entrevista à Rádio ONU. Cada passagem custa R$ 19 mil, ida e volta
EM FIM JUSTIÇA
Presos do mensalão: 3 refeições diárias e banho frio
Celas não têm mobília e comportam apenas uma cama, um lavabo e um vaso sanitário.
Celas não têm mobília e comportam apenas uma cama, um lavabo e um vaso sanitário.
Os presos do mensalão encaminhados para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, terão que se adaptar a condições espartanas de acomodação.
As celas individuais não têm mobília e comportam apenas uma cama, um lavatório e um vaso sanitário. O banho é frio e a comida é servida três vezes ao dia.
Os dois réus condenados ao regime fechado cumprirão a pena nas penitenciárias DF-1 e DF-2. Segundo o subsecretário do Sistema Penitenciário (Sesipe), Cláudio Magalhães, as celas têm cerca de 6 m².
Os próprios presos são responsáveis por levar suas vestimentas e a roupa de cama. Todas as peças têm de ser brancas ou em tons pastéis.
Como todos os detidos são de fora de Brasília, é provável que seus advogados façam petições para que eles sejam transferidos para prisões próximas a seu domicílio, como é praxe. Para aqueles com direito a regime semiaberto, só depois a Justiça deve receber o pedido para autorizá-los a trabalhar fora.
No local está Natan Donadon (sem partido-RO), primeiro deputado preso desde a redemocratização de 1985. Os detentos podem receber visitas de familiares a cada 15 dias. Nessas ocasiões, segundo Magalhães, as famílias podem levar comida para eles.
Já os réus do regime semiaberto podem ficar no CIR (Centro de Internamento e Reeducação), que também fica na Papuda. Ali, as celas variam de tamanho, dependendo da quantidade de presos.
Kátia Rabello e a ex-funcionária do publicitário Marcos Valério Simone Vasconcelos cumprirão pena no Presídio Feminino. (Folha de S.Paulo)
Barbosa pediu à PF agir com 'urbanidade' junto a presos
Nos 12 mandados de prisão que expediu contra parte dos condenados na Ação Penal 470, o mensalão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, deu ordem expressa para que os policiais federais que iriam executar as ordens judiciais agissem com “absoluta urbanidade” com os condenados. Urbanidade significa cortesia, delicadeza, polidez.
O ministro determinou ainda às autoridades policiais assegurar aos presos 'respeito às garantias constitucionais'. Apesar dos pedidos do magistrado, a PF não executou nenhuma detenção. Dos 12 réus que receberam ordens de prisão, 11 optaram por se apresentar voluntariamente à Polícia Federal, sem criar problemas. Apenas Henrique Pizzolato não se apresentou, porque está na Itália, onde, por ter dupla cidadania, pedirá um novo julgamento.(Portal 247
16 novembro 2013
15 novembro 2013
Prefeitura de Araripina inicia construção de barragem com capacidade de 3 milhões de m³ em Rancharia
A Prefeitura de Araripina continua seu trabalho com o olhar voltado para os distritos. Na manhã desta sexta-feira (15) o prefeito Alexandre Arraes foi até o Bom Jardim do Araripe (Rancharia) para iniciar a construção de uma barragem pública que poderá acumular até três milhões de m³ de água.
Orçada no valor de R$150 mil, a barragem pública será denominada Barragem de Benício da Lagoa do Jacinto e as obras de construção iniciam imediatamente com recursos da própria Prefeitura de Araripina em parceria com o Governo de Pernambuco. O terreno para a construção foi doado pelo casal Chico Laurindo e dona Didi.
O prefeito Alexandre Arraes destacou as ações direcionadas para os distritos que tanto necessitam da presença do poder público.
Para ele a construção desta barragem vai acabar de vez com o problema de abastecimento d’água em Rancharia. “Esta barragem será uma das maiores de Araripina, maior inclusive que a própria Cisagro que atualmente abastece Rancharia. A obra ficará pronta beneficiando a todos os moradores do distrito. Estamos fazendo o nosso papel com o maior programa de construções e reformas de aguadas públicas da história de Araripina”, destacou.
Uma grande comitiva de lideranças locais acompanhou o prefeito Alexandre Arraes durante a visita ao distrito. Estavam a primeira dama Roberta Arraes, o vice-prefeito Valmir Filho, todos os vereadores, o assessor especial do Governo de Pernambuco, Ricardo Arraes, presidentes de Associações Rurais e as famílias de Bom Jardim do Araripe.
Orçada no valor de R$150 mil, a barragem pública será denominada Barragem de Benício da Lagoa do Jacinto e as obras de construção iniciam imediatamente com recursos da própria Prefeitura de Araripina em parceria com o Governo de Pernambuco. O terreno para a construção foi doado pelo casal Chico Laurindo e dona Didi.
O prefeito Alexandre Arraes destacou as ações direcionadas para os distritos que tanto necessitam da presença do poder público.
Uma grande comitiva de lideranças locais acompanhou o prefeito Alexandre Arraes durante a visita ao distrito. Estavam a primeira dama Roberta Arraes, o vice-prefeito Valmir Filho, todos os vereadores, o assessor especial do Governo de Pernambuco, Ricardo Arraes, presidentes de Associações Rurais e as famílias de Bom Jardim do Araripe.
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