Expectativa é que obras facilitem práticas agrícolas e o consumo de água das famílias
Aproximadamente R$ 268, 5 milhões serão investidos pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) em Pernambuco. O montante, que será empregado em obras de acessibilidade à água no Semiárido de Pernambuco, foi divulgado nesta terça-feira (21) e é resultado de uma parceria entre o Governo do Estado e o Programa Um Milhão de Cisternas. Entre as obras de implementação de novas tecnologias de abastecimento de água, estão ações que visam facilitar o trabalho agrícola e o acesso das pessoas à água. Todo o valor será investido até o final de 2015.
Para que as famílias do Semiárido possam ter acesso facilitado à água, cisternas com placas de cimento, cada uma com capacidade média para abastecer cinco pessoas por oito meses, serão instaladas. Já para a produção agrícola, cisternas dos tipos calçadão, enxurrada, telhadão e aprisco, além de barragens subterrâneas, barreiros lonados e barreiros trincheira, serão feitas. Ao todo, além das obras de barragens e barreiros, 40 mil cisternas serão construídas.
Expectativa é de que as obras, que estavam autorizadas desde o fim de 2013, possam aumentar a capacidade operacional de água no Estado e auxiliar no crescimento dos números da produção agrícola.






O suplente de deputado federal Ernesto Vieira, preso no último sábado acusado pela Polícia Federal de participar de um esquema que desviou R$ 73 milhões da Mega-Sena, loteria administrado pela Caixa Econômica Federal (CEF), tem como padrinho político o presidente do PMDB no Maranhão, senador João Alberto, e o deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA), ambos ligados ao grupo do senador José Sarney (PMDB-AP). O desvio é o maior da história da CEF.


A Alstom dividiu em parcelas o pagamento de propina para obter um contrato de US$ 45,7 milhões (R$ 52 milhões em valores da época) com a EPTE (Empresa Paulista de Transmissão de Energia) em 1998, durante o governo de Mário Covas (PSDB), segundo documento da própria companhia francesa. O secretário na época da assinatura do contrato era o tucano Andrea Matarazzo. Ele nega ter discutido o contrato, firmado para a construção de três subestações de energia.