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27 setembro 2018

Partir pra cima de Bolsonaro

Meirelles se soma à estratégia tucana e ataca polarização entre PT e Bolsonaro na TV
Daniela Lima – Painel – Folha de D.Paulo
Dois contra um - Dono do terceiro maior tempo de propaganda, Henrique Meirelles (MDB) vai se somar ao esforço dos tucanos e atacar a polarização entre PSL e PT na eleição. Em nova peça, o emedebista cita Jair Bolsonaro nominalmente pela primeira vez. “Bolsonaro é fruto da indignação que muitos brasileiros sentem. Verdade. Vamos falar da consequência”, provoca, e diz que o líder das pesquisas já “disse que não entende nada de economia” e que “o país, que está dividido, vai se dividir ainda mais”.
O nome de Fernando Haddad, o candidato do PT, não é citado, mas o partido, sim. Meirelles lembra que atuou no governo Lula e atribui a isso a bonança na economia. Depois, diz: “O PT nunca fez uma autocrítica pelo fracasso do governo Dilma e pela corrupção”.
A campanha de Meirelles foi subindo o tom de sua propaganda no horário eleitoral paulatinamente. A decisão de fazer crítica frontal na nova peça, que estreia nesta quinta (27), marca o movimento mais ousado até agora e em meio a tentativas de unir candidaturas de centro.

Temer busca carona com próximo presidente...

...para lustrar biografia
Emedebista tenta usar transição para preencher embalagem vazia do ajuste fiscal
Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo
Sem gasolina há meses, Michel Temer quer pegar uma carona com o próximo presidente. O passageiro já ousa dar orientações para o sucessor e chega a sentenciar que “dificilmente” o novo governo conseguirá seguir uma rota diferente da atual. “Quem poderá fazê-lo?”, perguntou, na semana passada.
Temer fala como se a escolha do próximo presidente e sua participação na transição pudessem ajudá-lo a recuperar algum poder. Foi sua impopularidade, no entanto, que contaminou as pautas elaboradas durante seu mandato —e não o contrário.
Em viagem a Nova York, Temer decidiu “anunciar” (e não “sugerir”) que faria uma reforma da Previdência logo depois da eleição. “Procurarei o presidente eleito, seja ele quem for, e tenho certeza de que ele atentará para o fato de que a medida é indispensável”, afirmou.
A intenção pode ser nobre, dada a situação precária das contas do país, mas Temer deixa de levar em consideração que o grupo eleito em outubro terá muito mais força do que ele para apresentar uma agenda ao Congresso, mesmo antes de subir a rampa do Planalto.
O governo atual deixa um legado de projetos não aprovados que podem ou não ser aproveitados pelo próximo presidente. Basta lembrar que o PT rechaça a ideia de Temer de mudança nas aposentadorias. O time de Jair Bolsonaro até concorda com o projeto, mas certamente tentará impor sua marca ao texto. 
Temer até conseguiu reverter a recessão aberta pela gestão Dilma Rousseff e começou a reequilibrar os cofres públicos. O país, no entanto, está longe de retomar o crescimento e o emprego.
Na prática, o presidente quer diluir as fronteiras de seu mandato para insinuar que criou uma “doutrina” capaz de dar resultados nos próximos anos e lustrar sua biografia.
Depois de sofrer uma pane seca que paralisou a votação de assuntos importantes, Temer tenta deixar como legado a embalagem do ajuste fiscal, esperando que seu sucessor preencha o espaço vazio.

Diga-me com quem andas

“Essa repórter é filha do cão. Petralha imunda. Nordeste, sai do Brasil!”.
Ataque à imprensa alcançou escala e organização inéditas com eleitores de Bolsonaro
Daniela Lima – Folha de S.Paulo
No já célebre “Como as Democracias Morrem”, Steven Levitsky e Daniel Ziblatt mostram como a intimidação à mídia está conectada à falência do Estado de Direito. O ataque sistemático à imprensa, que passa a ser apresentada como inimiga de políticos e regimes, está fartamente descrito no livro como parte do processo de fragilização das democracias pelo mundo.
O fenômeno não é, portanto, criação do Brasil. Nem novo é por aqui. Ganhou, porém, escala e organização inéditas na disputa eleitoral deste ano, protagonizado —sem exclusividade, é verdade, mas com destaque— por apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL).
Qualquer reportagem que incomode o candidato ou seus simpatizantes é descrita como fake. O Judiciário, o Congresso, os partidos e os adversários são alvos de tratamento semelhante. Até a Polícia Federal, exaltada por muitos dos que são “contra tudo o que está aí”, recebeu pedradas. Nenhuma instituição parece merecer voto de confiança.
Mas aqui vou me ater a ofensas contra jornalistas. Ah, não vai falar sobre a esquerda? Vou. Em 2013, fui cobrir pela Folha o ato de dez anos do PT no governo. Houve tumulto na entrada. Fui checar. Militantes viram meu crachá. Tomei um chute pelas costas e fui chamada de coisas como “cadela do PIG” —termo usado por detratores quando a imprensa era chamada de golpista, e não de esquerdista como agora.
A direção do PT emitiu nota lamentando o ataque e afirmando respeito —não expresso no discurso de seus líderes— aos profissionais de comunicação.
Em 2014, fiz reportagem que desagradou eleitores do PSDB. Um blogueiro do partido, já morto, escreveu: “Repórter que levou pontapés da esquerda ataca a direita liberal”. Novamente, pedidos de desculpas de líderes da sigla. 
O episódio mais recente de manifestação de ódio veio neste ano e em grande escala, após o programa Roda Viva com Bolsonaro. Peço desculpas aos leitores que defendem a moral, os bons costumes e os valores da família, mas o que reproduzo abaixo foi expresso por quem diz pregar ideias parecidas. 
“Vagabunda”, “filha da puta”, “piranha”, “mentirosa”, “bandida”, “jumenta”, “você é do tipo que merece receber menos do que os homens”, “você merece morrer”. Foi em julho. Não parou mais.
Neste mês, gravei um programa na internet sobre pesquisas. “Essa repórter é filha do cão. Petralha imunda. Nordeste, sai do Brasil!”. Outro: “Essa boca só serve para mamar mesmo”.
Na terça (25), os repórteres Rubens Valente e Marina Dias, da Folha, revelaram documento do Itamaraty que registra que, em 2011, uma ex-mulher de Bolsonaro disse ao órgão que havia fugido do país sob ameaça de morte. Hoje ela nega —a negativa já constava da reportagem antes de ela produzir vídeo contra o que chama de “mídia suja”.
Os dois repórteres foram alvo de um levante. Parte dos bolsonaristas errou a mira e atacou uma homônima de Marina. Um amigo foi às redes dizer que haviam pego a pessoa errada para Cristo. Em vão. “Olhem a cara dessa vagabunda. Putas de rua têm mais decência do que essa cadela.”
Jornalistas da TV Globo, de O Globo, do Estadão, de blogs, sites de checagem... Todos estão com as redes cheias dessas mensagens. O motim é contra a imprensa livre, crítica e profissional. Reportagem com documento oficial, três fontes e outro lado não presta. Vídeo de youtuber com teoria da conspiração sem qualquer prova? Esse vale.
Bolsonaro não representa ameaça à democracia, dizem seus apoiadores. Bolsonaro não é misógino, insistem. Ele e seus aliados, então, deveriam desencorajar oficialmente esse tipo de conduta —o que não foi feito até a conclusão desse texto. Afinal, o que dizer desses eleitores?

Eleitorado feminino foi estrela do debate SBT-Folha

Helena Chagas – Blog Os Divergentes
Apesar de momentos de confronto, o debate SBT-Folha-Uol teve um jeito de passeio no parque, uma certa leveza que não se registrou em outros. Ciro Gomes brincou com o gesticular de Henrique Meirelles com as mãos, imitando-o. Marina estava alegrinha, vestida de rosa. Guilherme Boulos chegou a declarar ao Cabo Daciolo, ausente no último debate, que estavam com saudades dele.
Mas o personagem principal do debate foi a eleitora brasileira, aquela que não está votamdo e, Jair Bolsonaro e se mostra inda indecisa em relação à sua escolha. Marina foi a primeira a dirigir-se às mulheres, e falou para elas em todas as suas respostas. Na intervenção final, disse que, numa família, quando há algum problema ou desentendimento, “ninguém chama o Meirelles não; chamam a mãe, a tia, para resolver…”.
Seus adversários também não se descuidaram do eleitorado feminino, e Boulos aproveitou a ocasião para chamar as mulheres para a manifestação anti-bolsonaro deste sábado.
Como sempre, porém, Cabo Daciolo roubou a cena ao perguntar e ser perguntado. Fez uma declaração de amor à própria mãe, prometendo, se eleito, dar valor a todas as mulheres e atribuindo a grande crise nacional ao fato de a mulher não ocupar no país o espaço que merece. No bloco anterior, o cabo deixara perplexa a platéia ao defender “a reciclagem do ser humano”.
Brincadeiras à parte, os piores confrontos foram mesmo pelos que lutam pela vaga para derrotar Bolsonaro no segundo turno – hoje, pelas pesquisas, nas mãos de Fernando Haddad, que teve um embate duro com Ciro Gomes. O candidato do PDT, respondendo a uma pergunta dos jornalistas, disse que não governará com o PT. Haddad, ao falar logo depois, disse ficar surpreso, revelando que, há poucos meses, fora convidado por Ciro para ser vice em sua chapa: “Não é assim que se faz política”.

Sucessão escancara falta de quadros da política

Josias de Souza
De todas as evidências que a sucessão de 2018 escancara, a mais incômoda é a absoluta falta de quadros da política nacional. O líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, era até ontem um deputado com 27 anos de mandato e nenhuma obra relevante a exibir. O vice-líder é Fernando Haddad, um ex-prefeito cujo mandato o eleitor de São Paulo se recusou a renovar, impondo-lhe uma derrota de primeiro turno.
O país está de novo às voltas com uma disputa do tipo PT versus anti-PT. A diferença é que o eleitor anti-petista se deslocou da centro-deireita para a extrema-direita. Incompetência do PSDB. Há 16 anos fora do Planalto, o tucanato não conseguiu oferecer esperança que justificasse o seu retorno. Aécio, a oferta de 2014, virou lama. Alckmin, a aposta de 2018, está na posição do jogador que corre o risco de levantar da mesa de pôquer sem dinheiro para o táxi.


O PT celebra a ascensão meteórica de Haddad como um renascimento. Nada mais ilusório. Depois de dois mega-escândalos e um impeachment, tudo o que o petismo foi capaz de oferecer foi um novo poste. O único líder do partido com luz própria está na cadeia. Sofrerá novas condenações. Ainda que eleja mais um preposto, Lula talvez não consiga mais disputar eleições. Costuma-se dizer que o brasileiro não sabe votar. Mas a verdade é que o eleitor não pode escolher o que não está na vitrine.

Debate potencializa a sensação de jogo jogado

Josias de Souza
O debate presidencial promovido por UOL, Folha e SBT não produziu nenhum lance capaz de despolarizar a sucessão de 2018. Ao contrário. O programa potencializou a sensação de que o jogo do primeiro turno está jogado. Sem muita presença de espírito, Bolsonaro beneficiou-se da ausência de corpo propiciada pela hospitalização. Presente, Haddad saboreou os ataques que o vincularam a Lula.
lulodependência tornou-se para ele uma espécie de kriptonita às avessas, pois é da cadeia de Curitiba que vêm os superpoderes que o fez voar nas pesquisas, saindo de um dígito para mais de 20% das intenções de voto.
Os rivais de Bolsonaro e Haddad serviram aos espectadores mais do mesmo. Em sua versão “doce de coco”,
Ciro não perdeu a calma nem quando Cabo Daciolo lhe perguntou por que preferiu o Sírio Libanês a um hospital público quando precisou tratar da próstata, na noite anterior. Soou insincero ao dizer que tomaria distânciado PT se fosse eleito.
Alckmin recorreu ao velho blá-blá-blá quando lhe esfregaram na face a corrupção do PSDB.
Marina gastou baldes de saliva dirigindo apelos ao eleitorado feminino, que não a escuta. Escaldada pelo apoio dado a Aécio em 2014, absteve-se de assumir novos compromissos. Meirelles, Dias e Boulos esforçaram-se para aparecer. Mas tiveram um desempenho de sub-Daciolo.

TSE autoriza campanha a dizer que “Haddad é Lula”

O Tribunal Superior Eleitoral autorizou na noite desta quarta-feira (26), por 6 votos a 1, que a campanha do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, utilize como slogan “Haddad é Lula”.
Os ministros analisaram e rejeitaram uma representação apresentada pelo Partido Novo questionando propagandas da coligação do PT. Eles decidiram que a assinatura não gera confusão entre os eleitores sobre quem é o presidenciável da legenda.
O ministro Sérgio Banhos, relator da matéria, votou para considerar a assinatura da campanha petista irregular. Mas ele acabou isolado.  O ministro Edson Fachin foi o primeiro a divergir e sustentou que não se verifica no caso qualquer desinformação. A posição de Fachin foi seguida pelos ministros Alexandre de Moraes, Jorge Mussi, Og Fernandes, Tarcísio Vieira de Carvalho e Rosa Weber.


“A figura do apoiador vitaminado, hipertrofiado é ilícita? Não é. Gera confusão? Não gera. Fica muito claro que o candidato Haddad se socorre do ex-presidente Lula para obtenção de votos. Mas em momento algum aqui parece há tentativa de se ter Lula como candidato. Olha, eu sou o candidato do Lula. Em alguns locais Haddad é chamado de Andrade, mas é chamado de candidato do Lula. Não dizem que é vice de Lula. É escancarado que Haddad é o candidato do Lula”, argumentou Moraes.  (BR 247)

Ibope: Bolsonaro 27%; Haddad 21%; Ciro 12%; Alckmin 8%

Candidatos do PSL e do PT oscilaram um ponto para baixo
Nova pesquisa foi divulgada agora há pouco
Bruno Góes – O Globo
Pesquisa Ibope contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira mostra o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, na liderança com 27% das intenções de voto. Em segundo lugar, está Fernando Haddad (PT), com 21%; seguido por Ciro Gomes (PDT), com 12%; e Geraldo Alckmin, com 8%. Marina Silva (Rede) tem 6%.
A pesquisa ouviu 2 mil pessoas nos dias 22, 23 e 24 de setembro, em 126 municípios. Na última segunda-feira, o mesmo instituto divulgou uma outra pesquisa, contratada pela TV Globo, em que 2.506 pessoas foram ouvidas entre os dias 22 e 23 de setembro. Houve pouca variação: Bolsonaro aparece com um ponto a menos, assim como Haddad, enquanto Ciro tem um ponto a mais, e Alckmin continuou no mesmo patamar.
Assim como na pesquisa divulgada na segunda-feira, numa simulação de segundo turno Bolsonaro perde para os principais candidatos, menos para Marina Silva. Num eventual cenário contra Haddad, ele fica com 38% contra 42% do petista.
Nesta pesquisa, Marina tem 6% das intenções de voto — na anterior, tinha 5% —, João Amoêdo (Novo) manteve 3%, Alvaro Dias (Podemos) manteve 2%, assim como Henrique Meirelles, e não sabem ou não responderam 7% dos entrevistados. Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC), Cabo Daciolo (Patriota) João Goulart Filho (PPL) não pontuaram.
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O novo levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-04669/2018.
SEGUNDO TURNO
O Ibope ainda fez quatro simulações de segundo turno, todas com a presença de Jair Bolsonaro. O candidato do PSL só venceria numericamente Marina Silva.
Na disputa entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, o petista tem 42% das intenções de voto, contra 38% do candidato do PSL. Dos entrevistados, 16% disseram votar em branco ou nulo nesta hipótese e não sabem ou não responderam 4%.
Na disputa entre Bolsonaro e Marina Silva, o candidato do PSL tem 40%, contra 38% da ex-ministra. Brancos e nulos somariam 19% e 3% não sabem ou não responderam.
A convicção dos entrevistados que já têm um candidato também foi testada. Bolsonaro e Haddad são os mais consolidados.
Entre os eleitores de Bolsonaro, 55% afirmam já ter uma decisão "definitiva" sobre o voto, enquanto 17% dizem ser uma "decisão firme, mas que poderá mudar no decorrer da campanha". Já 13% avaliam ser uma "escolha do atual momento, que durante a campanha pode mudar" e 12% que avaliam ser apenas uma "preferência inicial".
Rejeição
Os entrevistados responderam em qual candidato não votariam de jeito nenhum (nessa hipótese, o entrevistado pode responder mais de um nome; daí, a soma superar 100%). Os resultados foram:


  • Jair Bolsonaro: 44%
  • Fernando Haddad: 27%
  • Marina Silva: 27%
  • Geraldo Alckmin: 19%
  • Ciro Gomes: 16%
  • Cabo Daciolo: 11%
  • Henrique Meirelles: 11%
  • Eymael: 10%
  • Alvaro Dias: 9%
  • Guilherme Boulos: 9%
  • Vera Lúcia: 9%
  • João Amoêdo: 8%
  • João Goulart Filho: 7%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 7%

25 setembro 2018

O Vereador Silvano do Moraes dar Total apoio a Missa do Vaqueiro que acontece neste Domingo (30), no distrito do Moraes


vereador Silvano do Moraes

O vereador de oposição na Câmara de Araripina Silvano do Moraes, está convidando toda a vaqueirama da Região do Araripe, para a Missa do Vaqueiro que acontece no final da manhã deste Domingo (30), no distrito do Moraes.

De acordo com o parlamentar, logo após a missa que está prevista para começar ás 10 horas na igreja do Bom Jesus, os vaqueiros sairão em cavalgada para o parque Luiz Filho no Sitio Limoeiro, organização Zé Baiano com o apoio total do Vereador Silvano do Moraes.


Venha para a tradicional Vaquejada organizado por Zé Baiano.

''A vaquejada é um esporte Brasileiro de mulher e de Vaqueiro pra farrar no fim de semana, No caminhão vou pra festa de mourão bater logo a inscrição e dançar forro com as damas, Pois sou vaqueiro e adotei a profissão de bolar o boi no chão no esporte que a gente AMA'' disse Silvano do Moraes Vereador.  

Silvano que é genro do organizador Zé Baiano, sempre esteve apoiando a missa do vaqueiro que já é tradição no Moraes.  

Eleição de Bolsonaro é golpe?

Há uma diferença entre ser possível e dar como líquido e certo
Hélio Schwartsman – Folha de S.Paulo
Uma eventual eleição de Jair Bolsonaro significaria o fim da democracia no Brasil? Como eu disse numa coluna publicada alguns dias atrás, golpes clássicos, daqueles que tanques saem às ruas e direitos e garantias fundamentais são suspensos, tornaram-se pouco prováveis. Frequentes na América Latina nos anos 60 e 70, eles se enquadravam na lógica da Guerra Fria, da qual felizmente já nos livramos. 
Ameaças à democracia mais em voga, como ensina Steven Levitsky, vêm de líderes eleitos que vãos aos poucos deturpando instituições como Judiciário e Legislativo a fim de ampliar seu poder. Não há como descartar a possibilidade de que, uma vez alçado à Presidência, Bolsonaro se ponha nessa trilha. Mas há uma diferença entre ser possível e dar como líquido e certo.
Se olharmos para a lista de demagogos que solaparam a democracia em seus países, veremos que quase todos os nomes são de governantes que em algum momento gozaram de grande popularidade, sendo eleitos ou reeleitos por expressivas maiorias. É gente como Vladimir PutinRecep ErdoganViktor OrbánHugo Chávez.
Bolsonaro, se triunfar, já começará com mais ou menos a metade do país fazendo-lhe forte oposição. Também estará longe de qualquer coisa parecida com uma base parlamentar consolidada. O centrão e o MDB, bem o sabemos, apoiam qualquer governo, mas só até certo ponto.
Essas são características que dificultariam uma eventual escalada autoritária bolsonarista, mas não bastariam para impedi-la. Para isso, teríamos de contar com a robustez de nossas instituições, sobre a qual só podemos especular.
Enfim, eleger Bolsonaro não é necessariamente sinônimo de sepultar a democracia, mas esse é um território no qual é melhor não brincar. Mesmo que ele não chegue a adotar nenhuma medida que rompa com a ordem constitucional, tende a fazer um belo estrago nas instituições. 

Temer fora do jantar deTrump a líderes em Nova York

Presidente dos EUA recebe chefes de Estado e governo que viajam à Assembleia-Geral da ONU em hotel
Danielle Brant – O Globo – Nova York
O tradicional jantar oferecido pelo presidente americano em Nova York na noite desta segunda-feira (24) em homenagem aos líderes mundiais que participam da Assembleia-Geral da ONU tem na lista nomes como o do argentino Mauricio Macri e, entre as ausências confirmadas, a de Michel Temer.
À Folha, o Itamaraty disse que não havia previsão de que Temer participasse do jantar oferecido pelo republicano Donald Trump, sobre o qual há poucos detalhes conhecidos. 
Questionada sobre se a ausência era fruto da corrida agenda do brasileiro —Temer fica menos de 48 horas em Nova York—, a Chancelaria se limitou a repetir que “não está previsto jantar com o Trump.”
A recepção é realizada no Lotte New York Palace Hotel, perto do Rockfeller Center, em Nova York. Trump e a primeira-dama, Melania, recebem chefes de Estado e de governo no local. A participação de Macri estava na agenda oficial divulgada pelo argentino.
No ano passado, Temer estava entre os convidados para o evento, ao lado do então presidente colombiano, Juan Manuel Santos, do panamenho Juan Carlos Varela (Panamá) e da vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti.

Bolsonaro critica PF por investigação de atentado

Candidato à Presidência afirmou que delegado responsável 'age, em parte, como defesa do criminoso'
O Globo
O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira, em entrevista à rádio “Jovem Pan”, que foi vítima de um atentado político e criticou a investigação da Polícia Federal sobre o ataque sofrido por ele no dia 6 de setembro em ato de campanha em Juiz de Fora, em Minas Gerais. O presidenciável disse que o parecer do delegado Rodrigo Morais, que comanda a investigação, é para “abafar o caso” e sugere que o policial “age, em parte, como defesa do criminoso.”
Na entrevista de 16 minutos, gravada na manhã desta segunda-feira no Hospital Albert Einstein em São Paulo, Bolsonaro chorou ao se lembrar do ataque e contou que imaginou ter levado “um soco ou um pedrada”. O presidenciável disse ter visto apenas um vulto de seu agressor Adélio Bispo de Oliveira. Para ele, o homem “foi cumprir uma missão” e não agiu sozinho.
— Ele (Adélio) não é tão inteligente assim, não. A tendência natural é, em um ato como aquele, ser linchado. Então, ele foi para cumprir a missão quase na certeza que não seria (linchado). Não seria como? Teria gente ao lado dele — disse Bolsonaro, ao lado do filho Flávio, deputado estadual pelo Rio e candidato ao Senado, que também se emocionou.
Bolsonaro contestou o delegado Rodrigo Morais, que em entrevista ao “Fantástico”, da Rede Globo, afirmou que até agora não há elementos que sustentam que Adélio Bispo teve ajuda para executar o crime.
— Ouvi dizer que a Polícia Civil de Juiz de Fora está bem mais avançada do que a Polícia Federal. O depoimento que eu ouvi do delegado da PF, que está conduzindo o caso, realmente é para abafar o caso. Eu lamento. O que eu o ouvi falando dá a entender até que age, em parte, como uma defesa do criminoso. Isso não pode acontecer — disse o candidato.
O deputado federal afirmou que não quer que “inventem um responsável” para o atentado, mas exigiu apuração.
— Eu não quero que inventem um responsável. Longe disso. Falar que é tal partido, que não sei o quê… não, não. Dá para apurar o caso — observou.


— Por que a pena dele (Adélio) tem que ser abaixo de um homicídio em si? Vamos mudar isso no futuro, se Deus quiser, caso eu seja Presidente. E mais ainda: vamos acabar com a progessão da pena.