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14 outubro 2026

Em dia decisivo da 6×1, Lula quer atrair indecisos com votação favorável

 

Metrópoles

O Senado analisa, hoje, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o fim da escala 6×1. Encampado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o texto será votado no momento em que o petista busca uma virada na corrida eleitoral a 11 dias para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

A pauta é uma grande aposta para a campanha de reeleição do atual titular do Executivo. A avaliação é de que a medida tem potencial de alcançar um eleitorado para além do que já vota no petista e conquistar o eleitor indeciso — um dos principais públicos-alvo da campanha neste segundo turno.

O tema também tem apelo entre as mulheres, outro segmento visado por Lula para melhorar o desempenho em relação à primeira fase da corrida. O primeiro turno terminou com Flávio Bolsonaro (PL) à frente com 56,1 milhões de votos (47,03%) contra 53,8 milhões (45,16%) do petista.

João Campos participa de reunião da campanha Lula-Alckmin em Brasília

 

A campanha da chapa Lula-Alckmin neste segundo turno está numa curva ascendente, de crescimento da mobilização digital, da presença cada vez maior nas ruas de todo o país, e de um sentimento de vitória que se consolida a cada dia.  A avaliação é do presidente nacional do PSB, João Campos, que participou, hoje, da reunião dos presidentes dos partidos aliados, em Brasília.

Durante o encontro que também contou com a presença de deputados, senadores e governadores, os participantes fizeram avaliações sobre a conjuntura política e eleitoral. Para Campos, a avaliação é de que há um momento muito bom sendo construído e consolidado a cada dia com trabalho e militância.

“A nossa tarefa é a de consolidar essa onda de crescimento até o dia 25, levando nossas propostas e mobilizando cada vez mais gente”, afirmou. “Estamos muito animados com este momento”. O presidente do PSB chama as pessoas que já votaram em Lula a convencerem aquelas que se abstiveram ou que não deram seu voto ao presidente no primeiro turno.

“A gente pede a dedicação de todos e todas para buscar esses votos pelo convencimento. Agora é hora de fazer o bom debate, falar do futuro, do compromisso e do cuidado verdadeiro com as pessoas”, afirmou.

João Campos reafirmou o papel ativo do PSB no esforço de garantir mais essa conquista decisiva para os brasileiros. “O nosso partido está junto, comprometido com a defesa dos direitos sociais e de um projeto de desenvolvimento que só Lula e Alckmin podem construir”, disse.

Flávio diz que não vai a debate da Band e Lula confirma presença

 

Portal CNN

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, hoje, que não deve comparecer ao primeiro debate do segundo turno, promovido pela Band no próximo domingo (18). Momentos depois, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou que vai ao evento e desafiou o adversário a encontrá-lo.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que não irá ao debate da Band após um evento no comitê político do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que marcou o anúncio do apoio de 17 diretórios estaduais do MDB à candidatura de Flávio.

“Não vou, não está previsto ir nesse debate domingo. Estamos analisando, quem vai dar a palavra final será minha equipe técnica, de ir no último debate”, declarou, reforçando a incerteza sobre sua presença ao confronto promovido pela TV Globo no próximo dia 23, dois dias antes do segundo turno.

Já Lula enviou um vídeo para a emissora confirmando sua presença. Na peça, o mandatário afirmou que “espera que o adversário compareça para que o povo tenha conhecimento sobre as diferenças de campanha e diferenças de programa”.

Além da Band, o debate do próximo domingo também é promovido pelo Estadão e pelas emissoras de rádio e televisão Cultura, Gazeta e Jovem Pan, além do YouTube. Procurada, a emissora afirmou que o debate está mantido e “caso um dos candidatos não compareça, o púlpito ficará vazio”.

Papa Leão retira parte do pulmão e tem câncer confirmado, diz Vaticano

 

O Vaticano informou, hoje, que o papa Leão XIV foi diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar, um tipo comum de câncer de pulmão. A cirurgia à qual o pontífice foi submetido mais cedo durou cerca de 90 minutos e foi considerada um sucesso. Após o procedimento, ele retornou ao quarto do hospital. No processo, o lobo inferior do pulmão direito foi removido por videotoracoscopia.

O papa acordou normalmente após a cirurgia, ainda segundo o comunicado, assinado pelo doutor Luigi Carbone e pelo professor Stefano Margaritora. Leão revelou, no último domingo (11), que precisaria passar pela operação, conforme recomendação dos médicos, destacando que o nódulo havia sido detectado em estágio inicial.

Ele foi operado no Hospital Policlínico Gemelli. O centro médico é um dos principais de Roma e possui uma ala reservada para os papas, no 10° andar. No ano passado, o papa Francisco ficou internado no Gemelli devido a uma crise respiratória. Já João Paulo II ficou tanto tempo internado neste hospital que passou a chamá-lo de “Vaticano III”.

Também hoje, Pietro Parolin, secretário de Estado e “número dois” do Vaticano, afirmou à imprensa italiana que foi surpreendido pela notícia de que Leão teria que passar pela cirurgia, mas ressaltou a serenidade do pontífice. “Conversamos com muita calma”, disse ele. “Estou preocupado? Sim, porque certamente não esperava algo assim”, adicionou o cardeal.

“É algo que, graças a Deus, foi detectado imediatamente. E, normalmente, quando essas coisas são descobertas a tempo, podem ser resolvidas”, continuou Parolin. Leão cancelou todos os seus compromissos públicos até 20 de outubro para conseguir se recuperar da cirurgia.

Gilson Machado e Gilson Filho articulam apoio a Flávio Bolsonaro

 

Lideranças da direita se reuniram no comitê de Flávio Bolsonaro (PL), no bairro do Pina, no Recife, para discutir ações de mobilização em apoio à candidatura presidencial do senador. O encontro contou com a presença do vereador e deputado estadual eleito Gilson Machado Filho (Podemos), que também viabilizou a participação virtual dos deputados federais eleitos Gilson Machado (Podemos)e Thiago Medina (PL).

Gilson Machado acompanhou a reunião do Piauí, onde atua na campanha de Flávio e no fortalecimento da candidatura de Dorinha ao Governo do Estado. “Fui chamado para fortalecer a candidatura de Dorinha para o governo do Piauí. Volto amanhã e já estarei ao lado de Alfredo Gaspar na grande carreata de Carpina”, afirmou.

Entre as ações previstas está um ato com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), no próximo dia 22, com concentração às 19h, na Pracinha de Boa Viagem. Eleito o deputado estadual de direita mais votado de Pernambuco, Gilson Filho reforçou o compromisso do grupo com a disputa presidencial. “Nosso objetivo coletivo maior agora é um só: eleger Flávio Bolsonaro nosso presidente”, declarou. Pai e filho também mantêm aberto o ponto de apoio utilizado em suas campanhas para distribuir materiais de divulgação de Flávio Bolsonaro, cuja imagem e número já estampavam suas peças eleitorais.

PEC do fim da 6×1 pode ser votada hoje

 

A proposta de emenda à Constituição que acaba com a jornada de trabalho 6×1 passou pela quarta sessão de discussão no Plenário do Senado, hoje. A quinta e última sessão regimental em primeiro turno está prevista para hoje.

A líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), anunciou um requerimento de calendário especial para acelerar a tramitação da proposta. Se a quebra de interstícios for aprovada, há a possibilidade de a PEC ter os dois turnos de votação concluídos ainda na quarta.

De autoria do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) – que estava presente no Plenário durante o debate –, a PEC 221/2019 foi aprovada pela Câmara dos Deputados por ampla maioria. No Senado, ela havia recebido 36 emendas até esta terça-feira, todas rejeitadas pelo relator no Senado, o senador Omar Aziz (PSD-AM). 

Interstício

No comando da sessão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que o fim da escala 6×1 “vai mudar a vida de milhões de trabalhadores brasileiros”. Davi informou que a base do governo já conseguiu as assinaturas necessárias e que o requerimento de quebra de interstício deverá ser votado após a quinta sessão de discussão.

Teresa Leitão disse no Plenário que ligou para vários colegas senadores e senadoras para pedir votos a favor do fim da 6×1. “Nada mais razoável do que a gente, amanhã, coroar esse processo de debate e aprovar essa PEC. Quem votar favoravelmente a essa PEC estará escrevendo, na história de seu mandato, um processo tão importante quanto a Constituição quando diminuiu de 48h para 44h”, disse a líder do governo.

Paulo Paim (PT-RS) voltou a defender que o texto seja aprovado sem alterações. Ele reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários. Paim argumentou que o “descanso não é luxo, é sagrado” e que a mudança deverá aumentar a oferta de empregos.

“Esta não é uma questão ideológica, partidária, de governo ou de oposição, é uma questão de Estado que tem como horizonte a melhoria da vida das pessoas. Estamos discutindo a dignidade das pessoas. Amanhã é o dia”, disse Paim.

O senador Weverton (PDT-MA) disse que o Brasil não vai “quebrar” se a escala 6×1 acabar e que vários países já o fizeram. Os senadores Chico Rodrigues (PSB-RR) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) também manifestaram apoio à aprovação.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), disse que os trabalhadores merecem ter mais um dia de descanso. “hoje, pela lucidez dos senadores, nós haveremos de fazer a redução dessa jornada”, concluiu.

Miguel assume o bolsonarismo

 


Em vídeo postado nas suas redes sociais, há pouco, o ex-prefeito de Petrolina e candidato a deputado federal derrotado, Miguel Coelho (UB), fez um pronunciamento declarando o seu apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. Com a justificativa de que o país precisa de mudança, Miguel disse que todo posicionamento político precisa de coragem e defendeu o respeito às diferenças. Confira!

Maria Arraes repete feito histórico e recebe votos em todos os municípios de Pernambuco

 

Pela segunda eleição consecutiva, Maria Arraes (PSB) alcançou um feito que demonstra a abrangência de sua atuação política em Pernambuco: recebeu votos nos 184 municípios do estado e no arquipélago de Fernando de Noronha. Deputada federal por quatro anos, ela agora foi eleita para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), com 75.888 votos, consolidando-se como a quarta candidata mais votada do PSB para o Legislativo estadual e a única mulher eleita pela legenda.

O resultado repete o desempenho alcançado em 2022, quando Maria Arraes conquistou uma vaga na Câmara dos Deputados e também registrou votos em todos os municípios pernambucanos, além de Fernando de Noronha.

Na eleição de 2026, a parlamentar voltou a demonstrar capilaridade eleitoral em todas as regiões do estado. A presença nas urnas de municípios com diferentes realidades sociais e econômicas reforça o alcance de seu projeto político e a conexão construída com o eleitorado pernambucano.

Com a eleição para a Alepe, Maria Arraes inicia uma nova etapa de sua trajetória política, agora no Legislativo estadual, levando consigo a experiência acumulada na Câmara Federal e o reconhecimento de eleitores de todo Pernambuco.

“No Congresso Nacional, estivemos ao lado do presidente Lula em defesa da democracia e de projetos importantes o povo brasileiro, sendo uma voz firme contra o bolsonarismo. Agora, chego à Assembleia Legislativa de Pernambuco com a mesma disposição e responsabilidade. Sei da importância da Alepe para o futuro do nosso estado e estarei atenta aos desafios de cada região, sendo uma voz ativa na defesa dos pernambucanos, fiscalizando, debatendo e trabalhando para que Pernambuco avance e a população tenha seus direitos respeitados”, pontuou a deputada estadual eleita.

Voto útil se concentra em eleitor de até 40 anos, diz pesquisa BTG/Nexus

 

Estadão

Os eleitores de até 40 anos têm a maior taxa de voto útil, ou seja, apoiam um candidato não por convicção, mas para derrotar o outro. Essa faixa etária é composta por dois grupos: o de 16 a 24 anos, onde Lula (PT) tem vantagem, e o de 25 a 40 anos, mais favorável a Flávio Bolsonaro (PL). Os dados são de um recorte obtido pela Coluna do Estadão da pesquisa BTG/Nexus publicada hoje.

No eleitorado de 16 a 24 anos, 13% admitem votar em Lula só para evitar a eleição de Flávio. Na faixa de 25 a 40 anos, 15% declaram voto em Flávio a fim de não reeleger o petista. A média nacional de voto pragmático é de 7%.

Na faixa mais jovem do eleitorado, de 16 a 24 anos, 44% declaram voto em Lula por convicção, mesmo motivo citado para 27% defenderem Flávio. Outros 13% apoiam Lula especificamente para “derrotar Flávio”, enquanto 9% apoiam o bolsonarista com o objetivo de “derrotar Lula”.

Já entre os brasileiros de 25 a 40 anos, o voto pragmático é mais benéfico ao candidato do PL. Nessa faixa etária, 35% declaram voto em Flávio e 34%, em Lula por convicção.

Outros 15% declaram votar em Flávio apenas para não reeleger Lula, e 6% escolhem o petista para evitar a eleição do bolsonarista. Há ainda 3% que rejeitam ambos, 3% que não se sentem representados, e 5% não souberam responder.

“Enquanto os jovens apresentam um porcentual considerável de votos antibolsonaristas, quase o dobro da média nacional, a faixa etária seguinte faz o movimento contrário, de tentar barrar a reeleição do presidente”, diz o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski.

Flávio e Lula estão em empate técnico no 2º turno, diz pesquisa BTG/Nexus

Flávio Bolsonaro tem 48% das intenções de voto contra 45% de Lula, de acordo com levantamento BTG/Nexus divulgado nesta terça-feira, 13. Os votos em branco, nulos e em nenhum dos dois presidenciáveis somaram 5%, e os que não responderam somaram 2%. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais, ambos permanecem empatados tecnicamente.

No levantamento anterior, feito antes do primeiro turno, Flávio aparecia com 44% contra 46% de Lula, também em empate técnico. A pesquisa entrevistou 2.002 eleitores entre 9 e 12 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o intervalo de confiança, de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07997/2026.

Após registro no TSE, Nunes Marques autoriza canal “Exército do Lula”

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, autorizou, hoje, a retomada do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). As informações são do portal Metrópoles.

A decisão foi tomada após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrar a comunidade na Justiça Eleitoral como um de seus endereços eletrônicos. O ministro também determinou que a Meta, responsável pelo WhatsApp, restabeleça o envio de mensagens e a entrada de seguidores em até 48 horas.

Nunes Marques liberou o canal após um vaivém de decisões judiciais nos últimos dias. O magistrado havia, inicialmente, determinado a suspensão do canal, a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula no segundo turno da eleição presidencial.

O ministro havia condicionado a retomada das atividades ao registro do endereço na Justiça Eleitoral. A exigência foi cumprida pela campanha de Lula nesta terça-feira.

Na nova decisão, Nunes Marques reconheceu que a irregularidade foi corrigida e afirmou que não há mais justificativa para manter o bloqueio integral. “Suprida a omissão, desaparece o suporte fático que a sustentava, e a manutenção da suspensão integral deixaria de corresponder à providência menos gravosa apta a fazer cessar a irregularidade”, escreveu.

A autorização não encerra, porém, a fiscalização sobre o canal. Nunes Marques manteve as determinações de preservação dos registros e de acompanhamento das publicações pela área técnica do TSE.

A empresa também terá 24 horas para se manifestar sobre novos documentos apresentados pela campanha de Flávio Bolsonaro, que questiona a exclusão de 499 mensagens do canal e aponta possíveis irregularidades na mobilização de apoiadores nas redes sociais.

TRE inicia preparação de 22,6 mil urnas para o 2º turno das eleições

 

Blog da Folha

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) iniciou, hoje, a preparação das 22.694 urnas eletrônicas que serão utilizadas no segundo turno das Eleições 2026, marcado para o domingo, 25 de outubro. O trabalho de auditoria, carga e lacração ocorre simultaneamente nos 18 polos eleitorais do estado e será concluído na próxima terça-feira (20).

Todos os equipamentos que operaram no primeiro turno passam por inspeção técnica para verificar o funcionamento do visor, teclado, impressora, leitor biométrico e sistemas sonoros. Os técnicos também avaliam e recarregam as baterias para garantir autonomia total durante o pleito.

Segundo o secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação do TRE-PE, George Maciel, os aparelhos passam por testes rigorosos de bancada. “O objetivo é fazer os autotestes e checar se houve algum dano durante o transporte após o primeiro turno”, detalha.

Nesta fase, cada equipamento recebe uma nova mídia de resultados zerada para a gravação dos votos. Após os testes, as urnas são lacradas e permanecem nos depósitos sob vigilância das forças de segurança estaduais. No segundo turno, os eleitores pernambucanos votarão exclusivamente para o cargo de presidente da República.

A partir da quinta-feira (22), o TRE-PE inicia o carregamento dos veículos responsáveis pelo transporte dos equipamentos. A distribuição começa na sexta-feira (23), com a previsão de entrega de 80% dos aparelhos nos locais de votação. A etapa de logística será finalizada no sábado (24), véspera da votação, quando todas as seções eleitorais estarão equipadas e sob custódia policial até a abertura das urnas no domingo.

Em dia de anúncio pró-Flávio, 10 diretórios do MDB declaram apoio a Lula

 

Dez diretórios estaduais do MDB das regiões Norte e Nordeste anunciaram, hoje, apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A manifestação ocorre no mesmo dia em que outra ala do partido prepara o anúncio de apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário do petista no segundo turno. O grupo favorável a Lula reúne os diretórios de Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia. As informações são do portal Metrópoles.