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10 julho 2026

Governo de Pernambuco explica situação de auxílio para pessoas atingidas pelas chuvas

 

Portal FolhaPE

Após três dias de protestos consecutivos no Recife, o governo de Pernambuco explicou a situação do auxílio para as famílias atingidas pelas chuvas entre maio e junho.

Representantes da gestão estadual concederam entrevista coletiva para detalhar o balanço da Operação Chuvas nesta quinta-feira (9), no auditório da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), em Santo Amaro, área central da capital pernambucana.

No momento, quando também foram apresentadas as ações preventivas no estado, estavam presentes membros do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS), Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento e Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

A respeito do Auxílio Pernambuco, a secretária de Assistência Social, Combate à Fome e Política Sobre Drogas (SAS), Andreza Pacheco, explicou que as pessoas aptas a receber os recursos já estavam definidas.

No total, foram investidos R$ 8,7 milhões para atender 3.500 famílias com um valor de R$ 2.500 mil por família. O governo estadual recolheu os dados junto aos municípios que estavam em situação de emergência.

Para ser beneficiado, era necessário estar no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal, ter uma renda per capita família de meio salário mínimo e morar em uma região afetada pelas chuvas.

A prioridade eram famílias com pessoas idosas, com pessoas com deficiência, mulheres gestantes ou mulheres chefes de família.

“Nós pagamos ao longo dos dias esse valor que estava previsto em lei. A questão é que recebemos cadastros de mais famílias. Fizemos a quantidade de famílias a partir dos dados dos municípios em situação de emergência [do dia 1º de maio]. Naquele momento, os municípios informaram essa quantidade de famílias e foi com esse número que trabalhamos”, detalhou Andreza Pacheco.

Desde a última terça-feira (7) até esta quinta-feira (9), houve protestos em diversas áreas da capital pernambucana. Os bloqueios ocorreram em pontos da Imbiribeira, Caxangá e BR-101.

A secretária ressaltou que a gestão está ciente dos protestos, mas não há previsão para o pagamento de valores a novas famílias além das 3.500 garantidas na lei estadual.

“Temos ciência desses protestos, porém nós temos o cadastro das famílias e foram analisados os dados. Não temos previsão [das famílias receberem]. Mas temos outras frentes da assistência social em que a gente apoia as famílias através dos municípios com pagamento do benefício eventual emergencial”, completou Andreza Pacheco.

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