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01 julho 2026

Polícia Civil do DF indicia segurança de Bolsonaro que foi flagrado com a arma do ex-presidente

 

A Polícia Civil do Distrito Federal indiciou Estácio Leite da Silva Filho, segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi flagrado em uma blitz de trânsito com a arma do ex-presidente da República. As informações são do portal Estadão.

O episódio fez com que o ministro Alexandre de Moraes questionasse a existência de uma falta grave por parte de Bolsonaro, o que poderia culminar com a revogação de sua prisão domiciliar e a volta a um estabelecimento prisional. Tanto o segurança quanto Bolsonaro disseram que o transporte da arma se deu para que ela fosse levada ao conserto.

A defesa de Bolsonaro afirmou na ocasião que havia retirado uma peça da arma para inutilizá-la, em razão do estado mental do ex-presidente. Contudo, Bolsonaro teria percebido ao manusear a arma e pedido que o segurança a levasse para o conserto.

Questionada por Moraes sobre uma possível falta grave do ex-presidente, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou na semana passada não haver ainda elementos para concluir nesse sentido e pediu que fosse aguardada a conclusão do inquérito policial, o que aconteceu agora. Moraes deve decidir nos próximos dias se mantém Bolsonaro em prisão domiciliar humanitária ou se o devolve à Papudinha. Procurado, Estácio Leite da Silva Filho não se manifestou.

O relatório final com o indiciamento de Estácio Leite da Silva Filho foi concluído no dia 26 e juntado ao processo do ex-presidente na manhã de hoje. Ele foi incurso no artigo 16 da Lei 10.826, por posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. O artigo diz que é proibido “possuir, deter, portar, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob sua guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou munição de uso restrito, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar” e prevê pena de 3 a 6 anos e multa.

No caso do segurança, a pena pode ser aumentada da metade por ter sido praticado por integrante de órgão e empresa referida nos artigos 6º, 7º e 8º da mesma lei. No caso de Bolsonaro, a Polícia Civil concluiu que não vislumbrou materialidade ou qualquer conduta dolosa de eventual crime de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. A arma, uma pistola Glock, calibre 9mm, foi apreendida e encaminhada para perícia, que concluiu que ela estava apta a efetuar disparos em série.

PF mira pessoas ligadas ao líder do PL em operação sobre suspeita de desvios de cota parlamentar

 

A Polícia Federal (PF) deflagrou, hoje, a terceira fase da Operação Rent a Car – chamada de Galho Fraco II –, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos vindos de cotas parlamentares.

A operação mira pessoas ligadas ao deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara dos Deputados, segundo informações obtidas pelo blog da Camila Bomfim. O parlamentar não está entre os alvos desta quarta, mas já foi em uma etapa anterior da investigação.

De acordo com investigadores, esta fase da operação tem como objetivo apurar a versão do deputado sobre dinheiro achado pela PF em endereço ligado a ele durante a segunda fase da operação, em dezembro do ano passado.

Na época, R$ 47 mil em dinheiro vivo foram encontrados durante busca e apreensão. Ele justificou que os recursos seriam originados da venda de um imóvel, mas a PF suspeita desta versão. Por isso, cumpre diligências para aprofundar as investigações.

Nesta fase, entre os alvos não há assessores do deputado federal na Câmara dos Deputados. São três pessoas físicas (empresários) e duas pessoas jurídicas relacionadas, alvos de mandados de busca e apreensão. Eles teriam apresentado até um contrato falso para justificar a transação financeira, segundo investigadores.

Michelle rejeita qualquer possibilidade de apoiar campanha de Flávio

 

POR BELA MEGALE – JORNAL O GLOBO

Nas conversas que teve nos últimos dias, Michelle Bolsonaro deixou claro: não existe possibilidade de entrar na campanha de Flávio à Presidência da República. A ex-primeira-dama não escondeu de aliados a mágoa que tem do enteado por ele não tê-la procurado antes para conversar.

No vídeo que publicou em suas redes, explicitando a briga com o senador, Michelle detalhou o telefonema que a magoou. Disse que o presidenciável a “maltratou” e determinou que ela se afastasse das decisões políticas. Depois disso, Michelle confidenciou a aliados que esperou um gesto do filho de Jair Bolsonaro que nunca veio.

Em momento algum, a ex-primeira-dama mostrou arrependimento pelos vídeos que publicou expondo Flávio. Ao contrário, Michelle diz que tem certeza de que as publicações foram positivas para ela.

Na reunião que teve com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, nesta terça-feira (29), Michelle chegou decidida a sair da legenda. Não via mais clima para permanecer no partido de Flávio depois que o caldo entornou de vez. Após uma longa conversa, foi convencida a deixar o comando do PL Mulher.

A decisão de concorrer ou não ao Senado pelo PL ficou para um futuro próximo. Michelle foi enfática ao dizer que não pisará no palco de Flávio na campanha, caso permaneça na legenda.

Quem esteve com a ex-primeira-dama saiu com uma certeza: esse é só o começo de mais uma confusão no clã Bolsonaro.

Dueire vê como naturais tensões na União Progressista

 

Por Alex Fonseca – Blog da Folha

O senador Fernando Dueire (PSD) avalia como naturais as tensões envolvendo a escolha do pré-candidato ao Senado na União Progressista. O congressista, que esteve na reabertura da Igreja de São Pedro, em Olinda, na manhã desta terça-feira (30) ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD), ressaltou que, apesar dessa impressão dele, trata-se de um assunto interno da federação.

“É legítimo que os partidos que fazem parte dessa federação queiram apresentar candidato para que seja protagonista no próximo processo eleitoral. (…) Acredito que a governadora, com serenidade, aguarda essa definição para poder, a partir da definição adotada, tomar a decisão que fizer melhor juízo para ela”, declarou.

Dueire avaliou, ainda, que a chefe do Executivo estadual não irá se antecipar em relação à escolha, dado que “isso ainda está restrito ao território da Federação”.

Na manhã de ontem, a executiva estadual da União Progressista reuniu-se na sede da federação, no bairro do Pina, para definir o pré-candidato ao Senado. No encontro, foi escolhido o deputado federal e presidente estadual da federação, Eduardo da Fonte (PP).

Essa decisão, contudo, parece estar longe de ser definitiva, já que, no âmbito estadual, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), ainda se coloca como pré-candidato ao Senado.

Soma-se a isso o fato de o presidente nacional da União Progressista, Antonio Rueda (presidente também do União Brasil), ter desautorizado, em nota, a decisão de ontem, enquanto Ciro Nogueira (senador e presidente do PP) vê os efeitos como válidos.

Prioridade 
O senador sustenta que, no momento, a prioridade deve ser oferecer à governadora tranquilidade e calma para montar uma chapa competitiva para a reeleição dela. 

Ele, ao ser questionado se as tensões envolvendo a federação o colocariam mais próximo de ser o nome escolhido por Raquel para disputar uma das vagas do  Senado, Dueire enfatizou que, na verdade, o fato de ser candidato natural à reeleição é que o colocaria bem posiocionado.

“Sou incumbente, estou no cargo de senador da República. (…) Sou um dos postulantes. Ela (Raquel) vai definir isso com serenidade quando todas as informações estiverem na mesa dela. Hoje ainda não estão”, apontou.

Michelle Bolsonaro ameaça não concorrer ao Senado e pressiona Flávio após crise

 

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse a parlamentares aliados que desistiu de concorrer ao Senado. A ameaça de abadono da corrida eleitoral, segundo relatos de quem esteve com Michelle nos últimos dias, foi feita porque ela se sente “esgotada” e está preocupada com a repercussão que a briga pública entre ela e o pré-candidato do PL a presidente, Flávio Bolsonaro.

O entorno de Michelle diz que vai tentar articular para que ela reveja a intenção. As informações são do jornal O GLOBO.

Na quarta-feira da semana passada, Michelle publicou dois vídeos nas redes sociais em que fez uma série de críticas a Flávio. Ela disse que foi “maltratada e desrespeitada” pelo senador do PL e que ele foi ríspido com ela.

A desavença foi motivada por uma queda de braço sobre a posição do PL no Ceará. Flávio e a maior parte da cúpula do partido desejam apoiar Ciro Gomes (PSDB) para governador, enquanto Michelle é contra.

De acordo com aliados de Michelle, a briga pública entre ela e Flávio e a repercussão nas redes sociais, fizeram ela tomar a decisão de não concorrer ao Senado.

Aliados de Flávio têm criticado a ex-primeira-dama pelos vídeos, como o ex-deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP), irmão de Flávio, Alexandre Ramagem (PL-RJ) e o influenciador Paulo Figueiredo.

A aliados, a ex-primeira dama tem relatado preocupação sobre como as filhas dela vão receber toda a repercussão da briga nas redes sociais. Michelle também disse que está desmotivada a participar do pleito e que focaria em cuidar do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar após ser condenado pelo caso da trama golpista.

Apesar das críticas de aliados, Flávio Bolsonaro tenta fazer com que Michelle participe de um evento de sua pré-campanha voltado para mulheres, marcado para esta quarta-feira, mas ela ainda não sinalizou se vai estar presente.

Da mesma forma, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, tem uma reunião com a ex-primeira-dama nesta terça e tenta aparar as arestas entre ela e Flávio.

O PL havia decidido que Michelle seria candidata ao Senado pelo Distrito Federal, em uma chapa que também contaria com a participação da deputada Bia Kicis (PL-DF) na outra vaga do Senado e de Celina Leão (PP) na disputa pelo governo do DF.

STF decide liberar parte dos penduricalhos que o próprio tribunal havia barrado

 

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia votou nesta terça-feira (30) e consolidou a maioria de votos a favor da liberação de parte dos chamados “penduricalhos”.

Em março, o STF havia estabelecido critérios para o pagamento das verbas indenizatórias pagas a magistrados, procuradores e promotores, o fixando em 35% do teto constitucional, que corresponde ao valor da remuneração dos ministros do Supremo – atualmente em R$ 46.366,19. As informações são do g1.

Segundo esse entendimento, os penduricalhos ficaram limitados a até R$ 16.228,16.

Com o desfecho de hoje, esse limite ainda precisa ser respeitado, mas deixam de valer restrições que haviam sido impostas a algumas verbas indenizatórias pelo próprio STF.

Passou a ser permitido, por exemplo, o pagamento em dinheiro de férias, licenças-prêmio e plantões acumulados antes do julgamento (entenda abaixo).

Cármen Lúcia acompanhou os relatores, Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, que se posicionaram em conjunto, assim como o presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, a favor da liberação dos pagamentos com uma abrangência menor.

Por outro lado, os ministros Luiz Fux, Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli propuseram uma liberação mais ampla, que acabou vencida. Com isso, o placar do julgamento ficou em 6×4.

Ou seja: os ministros se manifestaram de forma unânime pela liberação dos pagamentos. No entanto, se dividiram em duas correntes, com abrangência distinta. Venceu a versão mais restrita.

No voto, a ministra fez uma ressalva. Ela disse que o Supremo resolve o caso concreto, mas que cabe ao Congresso aprovar uma lei para organizar de forma definitiva as regras sobre salários, indenizações e demais verbas pagas aos servidores públicos.

Para Cármen Lúcia, isso daria mais transparência sobre os gastos públicos e evitaria dúvidas sobre quais pagamentos são permitidos.

Os ministros analisaram recursos da Procuradoria-Geral da República (PGR) e das entidades de juízes e integrantes do Ministério Público contra a decisão do STF de março, que limitou o pagamento dos penduricalhos.

A maioria fixou duas regras para o pagamento de parte dos penduricalhos como licença-prêmio, férias e plantões judiciais: precisam ter sido adquiridos até março de 2026 e o pagamento ainda precisa respeitar o limite de 35% do teto constitucional.

Correntes distintas

O julgamento dos recursos começou na sexta-feira (26), quando os relatores Alexandre de Moraes, Flavio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin apresentaram um voto conjunto propondo a liberação de pagamento de verbas que tenham sido adquiridas até março de 2026 e validadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Conselho Nacional do MP.

Isso valeria, por exemplo, para férias, licença-prêmio e plantões judiciais. O presidente do STF, Edson Fachin, acompanhou o voto dos relatores, assim como a ministra Cármen Lúcia, última a votar.

A outra corrente, liderada por Fux, entende que o pagamento dos penduricalhos reconhecidos e validados deve ser pago na integralidade para evitar o enriquecimento irregular da Administração Pública e sem integrar o limite de 35%.

Nunes Marques seguiu a divergência aberta pelo ministro Luiz Fux, que concorda com parte do voto conjunto dos relatores, mas propõe não fixar um marco temporal para a liberação dessas verbas e o pagamento integral.

Os relatores, por sua vez, defendem o pagamento somente das verbas adquiridas até março de 2026 e validadas pelo Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do MP.

Kassio Nunes Marques afirmou que o modelo para o pagamento deve ser discutido, mas ressaltou que as verbas são legítimas.

“Tais verbas constituem direitos legitimamente adquiridos, que não foram usufruídos por absoluta necessidade do serviço. Na medida em que a Administração reconheceu que férias, licenças-prêmio, plantões ou outros direitos funcionais deixaram de ser fruídos exclusivamente por necessidade da Administração, motivada pela Supremacia do Interesse Público, correspondente indenização deixa de constituir vantagem nova”, afirmou.

O ministro defende ainda que seja liberado, para magistradas e magistrados que tenham filhos menores de cinco anos, o direito de receber em dinheiro o auxílio-creche ou pré-escolar, nos locais em que não for oferecida a prestação do serviço, conforme regulamentação do CNJ ou do CNMP.

29 junho 2026

Governadora Raquel Lyra entrega duas creches em Serra Talhada e reforça compromisso com a educação infantil no município


 Neste domingo (28), a governadora Raquel Lyra deu mais um importante passo para a valorização e a interiorização da educação básica. Em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, foram entregues duas novas creches, com investimento total de R$ 11,1 milhões. A gestora estadual também autorizou o início das obras para a implementação de mais de 850 pontos de iluminação no município, através do Programa Ilumina PE.

“Já estamos investindo mais de R$ 180 milhões em Serra Talhada, em obras e ações que vêm transformando verdadeiramente a vida das pessoas. Com essas duas creches que estamos entregando hoje, mais de 600 vagas serão disponibilizadas para crianças que serão cuidadas e protegidas, enquanto suas mães e responsáveis poderão sair para trabalhar e levar sustento para casa”, detalhou a governadora.

A partir do Juntos Pela Educação, o Governo do Estado se alia pela primeira vez na história aos municípios para construir creches, custeando integralmente o funcionamento das unidades por um ano, prazo em que, após esse período, os repasses passam a ser feitos pelo Governo Federal para a continuidade dos serviços pelas prefeituras.

Os Centros de Educação Infantil (CEIs) de Serra Talhada homenagearam figuras importantes do cenário educacional da cidade e receberam os nomes de Professor Laércio Pulça e Célia Maria Oliveira. Cada uma das unidades tem capacidade para receber mais de 320 crianças, em espaços modernos e estruturados para garantir as melhores condições de acolhimento e ensino.

Na ocasião, a governadora também assinou a ordem de serviço para o início das obras do Programa Ilumina PE, que prevê a substituição de 848 pontos de iluminação por luminárias de LED em todos os bairros de Serra Talhada e no acesso ao Residencial Vanete Almeida. “Quem ganha com as entregas do Governo do Estado é a população. Quando Pernambuco cresce, todos nós crescemos juntos”, assegurou o vice-prefeito de Serra Talhada, Faeca Melo.

A autorização para o início das obras de uma creche em Santa Cruz da Baixa Verde também foi assinada no ato. Com cerca de R$ 7 milhões em investimentos no equipamento, que contará com 10 salas de aula (2 para berçário, 3 para maternal e 5 para pré-escola), além de bloco administrativo, playground, refeitório e horta, entre outros espaços. “O povo do Sertão, especialmente do Pajeú, tem muito a agradecer ao Governo que tem realizado muitas entregas aqui na região, com maternidade, IML, creches e estradas”, destacou o deputado federal Waldemar Oliveira.

Já deputado estadual Luciano Duque elencou os investimentos trazidos pelo Governo do Estado ao município, citando avanços na educação, saúde, infraestrutura e segurança pública. “Ninguém pode criticar um governo que faz entregas que nunca foram feitas antes, um governo que faz a diferença porque verdadeiramente tem compromisso com o povo”, garantiu o parlamentar.

Estiveram presentes no evento, o secretário Túlio Vilaça (Casa Civil) e os prefeitos Elizinho (Carnaubeira da Penha), Dr. Pedro (Iguaracy), Joelson (Calumbi), Gilberto Ribeiro (Flores) e  Dr. Ismael (Santa Cruz da Baixa Verde).

São João de Arcoverde – Prestigiando mais uma tradicional festa junina do Estado, a governadora Raquel Lyra esteve, na noite deste sábado (27), em Arcoverde, Sertão do Moxotó. No evento, a gestora acompanhou a programação do penúltimo dia de festas na cidade, que conta com investimento do Governo do Estado. A vice-governadora Priscila Krause acompanhou a agenda.

Após ampliação, prefeito Evilásio Mateus entrega nova Escola Reis Ricardino na Serra do IPA

 


A Prefeitura de Araripina entregou, nesta sexta-feira (26), a ampliação e reestruturação da Escola Nucleada Reis Ricardino, localizada na comunidade da Serra do IPA. A obra representa mais um investimento da gestão do prefeito Evilásio Mateus e do vice Bringel Filho na educação municipal, ampliando a capacidade de atendimento da unidade e proporcionando um ambiente mais moderno, seguro e confortável para estudantes, professores e toda a comunidade escolar.

A nova estrutura recebeu cinco salas de aula, permitindo atender à crescente demanda da região. A escola também passou a contar com um novo complexo de banheiros masculinos e femininos, além de uma reforma completa que incluiu a modernização de toda a rede elétrica, nova pintura e melhorias em sua estrutura física.

As intervenções reforçam o compromisso da gestão municipal com a valorização da educação pública, garantindo melhores condições de ensino e aprendizagem para os alunos da zona rural de Araripina.

Durante a solenidade de entrega, que reuniu autoridades, lideranças comunitárias, professores, estudantes e moradores da Serra do IPA, o prefeito Evilásio Mateus destacou que investir em educação é investir no futuro da cidade.

"Estamos entregando uma escola mais ampla, moderna e preparada para receber nossos alunos com dignidade. Nosso compromisso é continuar fortalecendo a educação em todas as comunidades do município, oferecendo espaços adequados para o aprendizado e valorizando nossos estudantes e profissionais da educação", afirmou.


Em seu discurso, o prefeito também anunciou mais um compromisso com a comunidade. Evilásio Mateus pediu que as lideranças locais iniciem a busca por uma área adequada para um novo investimento.

"Podem começar a procurar um terreno. A Prefeitura vai trabalhar para buscar os recursos necessários e construir uma quadra poliesportiva para esta escola. Queremos oferecer também um espaço para o esporte, lazer e integração dos nossos estudantes", anunciou o gestor, sendo aplaudido pelos presentes.

A entrega da nova estrutura da Escola Reis Ricardino integra o conjunto de investimentos realizados pela Prefeitura de Araripina para modernizar as unidades escolares, ampliar a oferta de vagas e garantir uma educação pública de mais qualidade para crianças e jovens do município.

Federação escolhe hoje Dudu para o Senado

 

A Federação Progressista em Pernambuco bate, hoje, o martelo e acaba com o mistério. Pela maioria dos que têm direito a voto na reunião da sua cúpula, convocada para logo mais dar o desfecho na escolha do nome que concorrerá ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), o escolhido será o presidente do colegiado, Eduardo da Fonte.

Dudu, como é mais conhecido, preside a Federação no Estado por delegação da direção nacional, leia-se os presidentes do PP e UB, respectivamente Ciro Nogueira e Antônio Rueda. Como tal, entra na disputa favorito contra o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que só tem três votos — o dele e os dos irmãos Fernando Filho, deputado federal, e Antônio Coelho, deputado estadual.

Diante disso, a pergunta natural que se ouve nos bastidores diz respeito ao destino que a governadora dará a Miguel, que sonha acordado com o Senado. Ele chegou a circular por Brasília para sondar junto a cúpula do União Brasil, partido que dirige no Estado, se poderia entrar na disputa com uma candidatura avulsa, ou seja, independente, sem a anuência da federação.

Mas isso está completamente fora de cogitação, porque quando dois partidos ou mais se unem numa federação, na prática viram apenas uma legenda, perdendo a autonomia para decisões que extrapolem as regras pelas quais a federação foi construída e formalmente reconhecida pela justiça eleitoral.

Miguel, portanto, terá que se curvar ao poder decisório da federação e apoiar automaticamente o nome de Dudu para o Senado. Quanto a Raquel, que tem pela frente esse abacaxi para descascar, será obrigada a acomodar o grupo Coelho na chapa, oferecendo a vaga de vice para o deputado estadual Antônio Coelho, o que implica em sacrificar Priscila Krause, atual ocupante do cargo.

Gusttavo Lima diz que devolveu cachê e promete medidas contra prefeito

 

Do portal Metrópoles

Após ser chamado de “ladrão” pelo prefeito de Surubim (PE), Cleber Chaparral (União-PE), Gusttavo Lima afirmou que as declarações são “pesadas” e “injustas”, disse que ninguém escolhe ficar doente e revelou que o cachê referente ao show cancelado já foi devolvido à prefeitura.

Em conversa com o Metrópoles, o sertanejo afirmou ainda que integrantes de sua banda e equipe foram impedidos de deixar o local após o cancelamento da apresentação. Segundo Gusttavo, os profissionais só deixaram a cidade horas depois.

“O cachê já foi devolvido. Ainda fizeram cárcere privado com a nossa banda e equipe. Estão saindo de lá agora. Isso é crime.”

O cantor cancelou o show que faria na cidade, nesse sábado (27/6), após sofrer uma intoxicação alimentar. Segundo ele, os sintomas começaram dias antes, durante a sequência de apresentações do São João. Mesmo debilitado, Gusttavo ainda subiu ao palco na sexta-feira (26/6), em Maracanaú (CE), na região metropolitana de Fortaleza.

“Nunca cancelei um show na minha vida por motivo assim. Foram 10 shows seguidos, apresentações de duas horas, só eu no palco. Da quarta para quinta-feira comecei a passar mal. Quando cheguei a Fortaleza já estava cansado, com os olhos marejados e sem apetite. Acho que foi uma virose.”

O artista ressaltou que a decisão de não subir ao palco foi tomada por responsabilidade e afirmou que jamais deixaria de faltar a um compromisso por vontade própria.

“Independentemente do valor do contrato ou do dinheiro, doença tem que ser tratada com responsabilidade acima de tudo. Chamar alguém de ladrão por adoecer é pesado, é injusto. Ninguém escolhe ficar doente.”

Cantor vai tomar medidas contra o prefeito

O sertanejo afirmou que pretende adotar medidas contra Cleber Chaparral e disse que as acusações feitas pelo prefeito ignoram sua trajetória e o trabalho social que desenvolve.

“As palavras ferem, destroem reputações. Todo mundo conhece o meu compromisso. Eu acho que já fiz mais pelo povo do que esse prefeito. Todo mundo conhece minha luta, minha preocupação com as pessoas e meu trabalho beneficente. Meus dois cachês de Barretos vão para o Hospital do Câncer. A gente faz um trabalho muito sério para alguém te ferir desse jeito. Está faltando empatia.”

Raquel Lyra acusa adversários de quererem atrapalhar relação dela com o governo federal

 

Por Alex Fonseca
Do Blog da Folha

A governadora Raquel Lyra (PSD) acusou, na manhã da última sexta-feira (26), os adversários de quererem atrapalhar a relação institucional dela com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em discurso na sede do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), onde entregou máquinas e lançou um programa de cisternas para a agricultura familiar, Raquel relembrou que, desde os primeiros dias da administração, buscou realizar ações conjuntas com o presidente da República.

“Tem muita gente que vai bater em todo o canto querendo nos dividir pelas cores: ‘você é vermelho, eu sou branca, você é roxo, eu sou amarelo’. A gente não vai aceitar essa divisão. Querem dividir a gente do governo federal, e isso não vai acontecer. Sou grata ao presidente Lula, que demonstrou (em) todos os momentos que está aqui para cuidar do seu povo, como nós”, declarou.

Candidata natural à reeleição, Raquel Lyra tem evitado revelar se defenderá um quarto mandato para Lula. Apesar disso, mantém relação próxima com ministros do governo e exalta, em quase todas as agendas, a relação institucional positiva, na visão dela, com o presidente da República.

João Campos propõe IPVA zero para motociclistas da zona rural

 

Durante o evento do programa de escuta popular Chega Junto, realizado neste domingo (28), em Palmares, na Mata Sul, o pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) apresentou a proposta de criar um programa para zerar o IPVA de motocicletas utilizadas por moradores da zona rural. Segundo João, a ideia é custear integralmente a inscrição e o curso para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além da entrega de capacetes aos condutores.

“Eu vou lançar um programa chamado Moto Rural, Moto Legal. A ideia não fui eu que tive. Quem teve foi o povo me contando no meio da rua, nessa tribuna do Anota Aí. Qual é a bronca? O camarada está com o IPVA da moto atrasado. Moto de agricultor da zona rural não vai pagar IPVA. Segundo ponto: a pessoa não tem carteira. O Governo de Pernambuco, na nossa gestão, vai bancar a formação e dar a carteira dos agricultores. Terceiro ponto: em vez de apreender a moto, a gente vai dar o capacete”, afirmou.

A proposta é voltada a motociclistas da zona rural, que utilizam o veículo no trabalho agrícola e no transporte da produção. “Sabe por que a gente vai fazer isso? Porque eu não estou aqui para cuidar de quem é grande, mas para cuidar de quem é pequeno”, declarou João Campos.