O desafio de Luiz Fernando foi projetar, configurar e proteger infraestruturas de redes responsáveis por manter empresas e sistemas conectados. O trabalho exige garantir conexões rápidas, seguras e estáveis. “Foram meses de muito trabalho e tive um ótimo suporte no Senai. Uma experiência que vou levar para toda vida, tanto profissional quanto pessoal”.
Na modalidade, o pernambucano já havia conquistado a medalha de ouro na etapa nacional, em outubro do ano passado, resultado que o credenciou para a disputa em Xangai. Em novembro, voltou ao lugar mais alto do pódio na WorldSkills Americas.
Caio Azevedo, por sua vez, disputou uma modalidade que estreou no torneio. Nela, os competidores executam tarefas que simulam demandas reais da indústria, como montagem, manutenção, configuração, diagnóstico de falhas e pilotagem ou programação de sistemas autônomos de drones.
As provas exigem conhecimentos de mecânica, eletrônica, programação e comunicação sem fio. Em agosto, Pernambuco já havia conquistado o terceiro lugar na WorldSkills UAS Friendly Competition 2026, realizada em Hangzhou, também na China.
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