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06 janeiro 2026

Prefeitura de Trindade abre 234 vagas em Seleção Pública da Educação com salários de até R$ 4.867,77

 


Inscrições são gratuitas e vão até o dia 20 de janeiro, exclusivamente pela internet

A Prefeitura de Trindade, por meio da Secretaria Municipal de Educação, lançou o Edital da Seleção Pública Simplificada nº 001/2026, destinada à contratação temporária de profissionais para atuar na rede municipal de ensino.

Ao todo, estão sendo ofertadas 234 vagas, além da formação de cadastro de reserva, contemplando cargos de níveis fundamental, médio e superior, para atender às necessidades das escolas da zona urbana e rural do município.

As remunerações variam de R$ 700,00 a R$ 4.867,77, de acordo com a função e a carga horária. Entre as oportunidades estão vagas para professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, Professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE), Psicólogo, Psicopedagogo, Nutricionista, Assistente Social, Fonoaudiólogo, além de funções de apoio como monitor de transporte escolar, merendeira, auxiliar de serviços gerais, vigilante, porteiro e bolsista para apoio escolar.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente de forma online, no período de 7 a 20 de janeiro de 2026, por meio de formulário eletrônico https://forms.gle/gixzCavEDt7ueDdFA.

O processo seletivo será realizado em etapa única, composta por análise curricular de títulos e experiência profissional, com caráter classificatório e eliminatório, conforme critérios estabelecidos no edital.

O resultado final da seleção será divulgado no site oficial do município e no Diário Oficial da União. A seleção terá validade de seis meses, podendo ser prorrogada por igual período.

O edital completo, com cronograma e quadro de vagas, está disponível no site da Prefeitura https://trindade.pe.gov.br/

Brasil continua com preços do gás entre os mais caros do mundo e preços estão subindo mais com aumento da tributação

 


No final de agosto de 2024, o presidente Lula e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira assinaram um decreto que consolidava as ações do Programa Gás para Empregar cujo objetivo era aumentar a oferta de gás natural e diminuir o preço ao consumidor final, contribuindo com a neoindustrialização da economia nacional e gerando emprego e renda para a sociedade brasileira. O decreto reuniu as recomendações propostas pelo Grupo de Trabalho do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Discursos animados, felicitações dos setores produtivos e um Alexandre Silveira afirmando que o decreto marcava o início de uma grande transformação no setor. Na semana passada, antes do final do ano, o ministro procurou a imprensa para manifestar preocupação com movimentos recentes de aumento de tarifas e margens no serviço local de gás canalizado em diversos estados, que têm limitado os efeitos esperados da Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021) e do Programa Gás para Empregar.

Marco Legal

O problema é que desde a entrada em vigor do novo marco legal, o setor de gás natural brasileiro passa por um processo de abertura de mercado, com estímulo à concorrência, diversificação da oferta e redução de custos ao longo da cadeia. Os estados entenderam aumentar a tributação do gás natural praticamente eliminando os efeitos do Gás para Empregar.

Segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP),em 2025, revisões tarifárias feitas a toque de caixa em sete estados (Pernambuco, Amazonas, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Ceará e Mato Grosso do Sul) geraram um custo extra anual de R$ 600 milhões para os consumidores. O problema se concentra no último quilômetro do ‘frete’ do gás, de responsabilidade das distribuidoras estaduais, sem relação com as transportadoras, que levam o insumo da produção até as cidades e são reguladas pela ANP.

Pernambuco subiu

No caso de Pernambuco os novos preços começaram a valer em 1ª de novembro último para todos os segmentos de uso, exceto Veicular (GNV/GNC), incidem impostos de 20,5% (ICMS) e 9,25% (PIS/COFINS). A aplicação da Tarifa é feita em cascata, ou seja, progressivamente em cada uma das faixas de uso, considerando as leituras a partir de 01/11/2025. Quem compra de 0 a 1.000 m³ paga R$3,6183 ; quem compra acima de 225.000 m³ paga R$3,3867, o maior desconto.

Em carta distribuída aos consumidores o IBP alerta para o descompasso que ameaça a competitividade da indústria e, principalmente, o bolso do consumidor brasileiro: a redução do preço do gás natural na origem – ou seja, na produção do insumo – está sendo anulada pelo aumento expressivo nas tarifas cobradas para a entrega do produto pelas distribuidoras ao consumidor final (indústrias e cidadãos que têm gás encanado em casa).

João tira 4º prefeito do grupo de Raquel e aliados afirmam que vem mais gente por aí

 

O prefeito João Campos que, no início do ano ,afirmou em entrevista que, no seu entendimento, os prefeitos têm “zero” de influência na eleição de governador – na época, a governadora Raquel Lyra tinha contabilizado a filiação a seu partido, o PSD, de 70 prefeitos – decidiu sair, com gosto de gás, à procura de prefeitos para reforçar sua candidatura. Nos últimos dois meses já tirou quatro dos prefeitos que vinham apoiando Raquel. O último, o de Pedra, Junior Vaz, declarou sua decisão esta segunda-feira na presença de lideranças políticas e correligionários.

Antes dele, já tinham saído do time de Raquel os prefeitos de Xexéu, Thiago de Miel, a prefeita de Santa Cruz, Eliane Soares e a prefeita de Jupi, Rivandra Freire. “Vem muito mais gente por aí, alguns já tiraram até foto com João” disse esta segunda o presidente estadual do partido Republicanos ao qual está filiado o ministro Sílvio Costa Filho, Samuel Andrade. No PSB e no entorno do prefeito ninguém quer adiantar nomes e nem números de atuais e futuros apoiadores. As adesões são anunciadas em cima da hora, mesmo que aconteçam nas sedes municipais do interior, como ocorreu em Pedra.

Hoje se sabe que João tem o apoio de 24 prefeitos do PSB, seu partido, e mais do prefeito de Araripina, Evilásio Mateus, do PDT, uma conquista recente, do prefeito do Cabo, Lula Cabral, do Solidariedade; e de Petrolina, Simão Durando, do União Brasil. Esses três governam grandes municípios, mas os quatro mais recentes são de pequenas cidades. Jupi tem 15 mil habitantes, Santa Cruz 13.841, Xexéu 11.611 e Pedra 22.795. “Eles filiaram quatro prefeitos de cidades pequenas , o PSD filiou de uma vez só em dezembro os prefeitos de Jaboatão, Mano Menezes e o de Camaragibe, Diego Cabral. Jaboatão é o segundo município mais populoso do estado, com 700 mil habitantes e Camaragibe tem mais de 150 mil”- comentou um deputado estadual da base governista.

Quem está maior
Se houver uma guerra por prefeitos entre João Campos e Raquel Lyra daqui para a frente, a governadora parte bem na frente. Além dos 72 prefeitos do seu partido, tem no total o apoio de cerca de 130 prefeitos, segundo assessores da Casa Civil, que cuidam do relacionamento com o interior. Os outros são de partidos aliados como PP, Podemos, e Avante, além petistas, emedebistas, liberais e do próprio Republicanos. Na Região Metropolitana, por exemplo, ela conta com apoio de 10 dos 14 prefeitos, embora seja a área do estado onde suas intenções de voto são as mais baixas, se comparadas com o percentual do prefeito do Recife, segundo as pesquisas.

Coronel Alberto Feitosa critica Justiça após queda de Bolsonaro

 

O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) divulgou um vídeo nas redes sociais no qual critica a atuação do judiciário ao comentar a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que sofreu uma queda que resultou em traumatismo craniano leve, de acordo com o cirurgião Cláudio Birolini, responsável pela saúde de Bolsonaro.

Na gravação, Feitosa questiona o tratamento dado a Bolsonaro e faz comparações com decisões judiciais envolvendo outros investigados e condenados, citando o que considera disparidade de critérios, além de afirmar que há perseguição e rigor excessivo contra o ex-presidente por parte das autoridades judiciais.

Bolsonaro deve ir a hospital em Brasília após cair e bater cabeça em prisão na PF

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser levado nesta terça-feira ao hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames após sofrer uma queda dentro da Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena. Segundo a equipe médica, Bolsonaro foi diagnosticado com traumatismo cranioencefálico leve.

A PF, por sua vez, afirmou que ele foi examinado por um médico da corporação que não identificou a necessidade de encaminhamento hospitalar. Em nota, a corporação afirmou que sua ida ao hospital depende de autorização judicial e explicou que Bolsonaro foi atendido na manhã desta terça-feira após relatar à equipe de plantão que havia sofrido uma queda durante a madrugada. As informações são do jornal O GLOBO.

A decisão de encaminhar o ex-presidente ao hospital foi tomada para avaliação mais detalhada do quadro por parte da equipe de Bolsonaro. Ele passou mal durante a madrugada, caiu e bateu a cabeça. Birolini ressaltou que quedas com traumatismo representam uma das principais preocupações da equipe médica diante da condição clínica do ex-presidente, risco que já havia sido previamente alertado.

— Em vista da situação em que ele se encontra, quedas com traumatismos são uma de nossas maiores preocupações. Já havíamos alertado sobre esse risco — afirmou o médico.

Fontes da PF informaram que o ex-presidente foi visto bem, caminhando e sorrindo no prédio da superintendência, mas que foi autorizado o pedido da equipe médica para levá-lo ao hospital.

A informação sobre a queda foi divulgada inicialmente por Michelle, que relatou em publicação nas redes sociais que Bolsonaro teve uma crise de soluços enquanto dormia, perdeu o equilíbrio e bateu a cabeça em um móvel. Segundo ela, por estar detido em uma sala especial da Polícia Federal, o atendimento médico só teria ocorrido quando ele foi chamado para a visita.

Michelle esteve na Superintendência da PF na manhã desta terça-feira e informou que aguardava esclarecimentos formais sobre como foram prestados os primeiros socorros após a queda. Integrantes da Polícia Federal, ouvidos sob reserva, afirmaram que houve atendimento médico no local e minimizaram a gravidade do episódio.

Além de Birolini, o cardiologista Brasil Ramos Caiado também foi acionado e esteve na unidade da Polícia Federal para realizar avaliação clínica do ex-presidente antes do deslocamento ao hospital.

O episódio ocorre poucos dias após Bolsonaro receber alta do hospital DF Star, onde ficou internado por nove dias depois de passar por uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral. Durante a internação, o ex-presidente também foi submetido a um bloqueio do nervo frênico, procedimento indicado para conter crises persistentes de soluços, associadas pelos médicos a complicações decorrentes da facada sofrida durante a campanha presidencial de 2018.

Desde o retorno à custódia da Polícia Federal, no dia 1º de janeiro, aliados relatavam evolução clínica considerada positiva, com redução das crises de soluço. Ainda assim, pessoas próximas afirmam que Bolsonaro vinha se queixando de dificuldades para dormir, atribuídas ao funcionamento contínuo do sistema de ar-condicionado da unidade.

A defesa levou essas reclamações ao Supremo Tribunal Federal. Em petição encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, os advogados afirmaram que o ruído compromete o repouso do ex-presidente e solicitaram medidas para adequação do espaço. Na segunda-feira, Moraes determinou que a Polícia Federal se manifeste, no prazo de cinco dias, sobre as condições relatadas.

Bolsonaro está preso desde o fim de novembro na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, imposta pelo STF por envolvimento na tentativa de golpe de Estado.

Brasil discursa em reunião da OEA convocada para tratar do ataque dos EUA à Venezuela

 

O Brasil discursou em reunião extraordinária do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA), hoje, e reafirmou sua posição de condenar a ação dos Estados Unidos na Venezuela. O Brasil é representado na comissão pelo embaixador Benoni Belli.

A convocação da reunião ocorreu após a intervenção americana no país latino-americano, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

Ontem, o Brasil também condenou a intervenção norte-americana durante reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Na ocasião, o embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, fez uma declaração pública. Segundo Danese, não é possível “aceitar o argumento de que os fins justificam os meios”.

Danese afirmou que esse raciocínio “carece de legitimidade e abre a possibilidade de conceder aos mais fortes o direito de definir o que é justo ou injusto, correto ou incorreto, e até mesmo de ignorar as soberanias nacionais, impondo decisões aos mais fracos.”

“O mundo multipolar do século XXI, que promova a paz e a prosperidade, não se confunde com áreas de influência”, pontou. A declaração está alinhada à nota divulgada pelo governo brasileiro, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no dia da ação norte-americana no país vizinho. A informação foi adiantada pelo blog do Valdo Cruz.

“O Brasil rejeita de maneira categórica e com a maior firmeza a intervenção armada em território venezuelano, em flagrante violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional”, afirmou o embaixador.

Para ele, o ataque e captura de Maduro “ultrapassam uma linha inaceitável”. Esses atos constituem uma gravíssima afronta à soberania da Venezuela e estabelecem um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, prosseguiu.

De acordo com o embaixador, a Carta das Nações Unidas estabelece, como pilar da ordem internacional, a proibição do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, salvo nas circunstâncias estritamente previstas nela.

Nesse sentido, Sérgio Danese ponderou que a aceitação de ações dessa natureza poderia conduzir a um “cenário marcado pela violência, pelo desordenamento e pela erosão do multilateralismo”.

Na reunião de emergência, Rússia e a China, aliados do presidente venezuelano, também condenaram a ação. Os EUA, por outro lado, se defenderam das críticas ao chamar Maduro de “fugitivo da Justiça” e falar em “operação para o cumprimento da lei”.

Lula volta a Brasília e terá de pensar em troca de ministros

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta a Brasília e terá de pensar imediatamente em trocas de ministros. Dois querem sair já. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, conversou com Lula no fim do ano passado e sinalizou que desejaria deixar o ministério ainda em janeiro, de preferência até o fim desta semana. Fernando Haddad quer sair até fevereiro.

Integrantes do Ministério da Justiça afirmam que, na virada do ano, Lewandowski sinalizou que quer antecipar a saída. E deixar a pasta até o fim desta semana, na sexta-feira (9). Entre técnicos da pasta, há os que defendam a permanência do ministro até a aprovação da “PEC da Segurança Pública”. A proposta ainda precisa passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado.

Já Fernando Haddad também conversou com Lula sobre seu desejo de deixar o Ministério da Fazenda neste início de ano, mas sinalizou que poderia ficar até o final de fevereiro. Na Fazenda, a tendência é de o secretário-executivo, Dario Durigan, ficar no comando da pasta. O interesse do ministro seria atuar na coordenação da campanha de reeleição de Lula à presidência. Os planos do PT – e de Lula – para ele são outros: uma candidatura ao governo de São Paulo ou ao Senado. As informações são do blog do Valdo Cruz.

05 janeiro 2026

INAUGURAÇÃO DA AL IMAGEM ACONTECERÁ NESTA QUINTA-FEIRA 08


 

Foco de Lula é na mídia digital

 

Por Roberta Jungmann

O foco da estratégia de comunicação na Internet gerou um salto nos investimentos do Governo Federal. O Google, dono do YouTube, faturou no ano passado R$ 9,5 milhões e, até novembro deste ano, já tinha chegado a R$ 36 milhões. Instagram e Facebook passaram de R$ 20 milhões para R$ 32,9 milhões no mesmo período.

A mudança ocorreu a partir da posse de Sidônio Palmeira como ministro da Comunicação Social, em janeiro do ano passado. As postagens nas redes sociais devem crescer este ano, quando as três agências contratadas para cuidar da comunicação digital terão R$ 98 milhões para investir.

Brasil deve pedir a palavra em reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre Venezuela

 

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reúne, hoje, em uma sessão extraordinária para tratar do ataque dos Estados Unidos à Venezuela. Durante a reunião, o Brasil deve pedir a palavra para fazer um discurso. A reunião foi solicitada pela Colômbia após os Estados Unidos atacarem, na madrugada do sábado (3), diversos pontos de Caracas e capturarem o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

O Brasil não é membro permanente do conselho, mas pretende pedir a palavra para fazer um discurso, segundo fontes da diplomacia confirmaram à GloboNews. O representante do Brasil na Organização das Nações Unidas, Sérgio Danese, deve reafirmar a posição brasileira de que a ação militar da Casa Branca na Venezuela é uma afronta à soberania do país sul-americano, e às regras do direito internacional.

A fala deve seguir na mesma linha do pronunciamento do ministro das Relações Exteriores (Itamaraty), Mauro Vieira, na reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), nesse domingo (4), e da nota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No último sábado, Lula afirmou que a ação militar norte-americana em solo venezuelano é “inaceitável”. Em seu único pronunciamento oficial sobre o caso, o presidente Lula afirmou que a ação venezuelana é um ataque à soberania do país, e cruzou uma linha inaceitável.

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”.

“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões”, acrescentou.

O petista também defendeu que “a ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”.

“A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação”.

Logo após o ataque, o governo também convocou uma reunião ministerial para tratar da resposta política e de eventuais reflexos do caso em território brasileiro. A fronteira com a Venezuela, na cidade de Pacaraima (RR), está sob monitoramento do Ministério da Defesa.

Brasil e 5 países sobre ação na Venezuela: ‘precedente perigoso para a paz’

 

Os governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram hoje uma carta em que manifestam preocupação após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela para prender o presidente Nicolás Maduro.

Países rechaçaram ações dos EUA para capturar e prender Maduro. “Tais ações constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional baseada em normas, além de colocarem em risco a população civil”, diz a carta. Minutos depois da publicação, a nota conjunta foi apagada do site do ministério das Relações Exteriores. Às 16h45, a nota foi republicada. As informações são do portal UOL.

Tentativa de controle governamental é “incompatível com direito internacional”, disseram os países. No documento, as nações manifestam preocupação e chama a ação dos EUA de “tentativa de controle governamental, de administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos” — o que, segundo eles, ameaça a estabilidade política, econômica e social da região.

Brasil e mais cinco países usaram o documento para afirmar “apego aos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas”. “Expressamos nossa profunda preocupação e rechaço diante das ações militares executadas unilateralmente no território da Venezuela, as quais contrariam princípios fundamentais do direito internacional”, afirma o documento.

Países defendem meios pacíficos para solucionar situação na Venezuela. As nações dizem, por meio do documento, que defendem o uso de diálogo, negociação e respeito à vontade do povo venezuelano. “Sem ingerências externas e em conformidade com o direito internacional”.

Processo político na Venezuela deve ser conduzido por venezuelanos. “Reafirmamos que apenas um processo político inclusivo, liderado pelas venezuelanas e pelos venezuelanos, pode conduzir a uma solução democrática, sustentável e respeitosa da dignidade humana.”

América Latina e Caribe são “zonas de paz, construída sobre o respeito mútuo”, ressalta o documento. “Fazemos um apelo à unidade regional, para além das diferenças políticas, diante de qualquer ação que coloque em risco a estabilidade regional”, afirmam os países.

Países também incentivaram as Nações Unidas e mecanismos multilaterais a tomar medidas para preservar a paz. “Exortamos as Nações Unidas e os mecanismos multilaterais pertinentes a fazer uso de seus bons ofícios para contribuir para a desescalada das tensões e para a preservação da paz regional.”

Baiano com paralisia cerebral inicia trajetória como palestrante motivacional

 

Rafael Souza dos Santos, jovem do Vale do Jiquiriçá, na Bahia, decidiu transformar sua história de vida em ferramenta de inspiração ao iniciar carreira como palestrante motivacional. Nascido com paralisia cerebral, ele aposta em relatos pessoais de superação para incentivar pessoas de diferentes idades a acreditarem em si mesmas e enfrentarem desafios.

Conhecido pelo bom humor e pela postura positiva, Rafael afirma que nunca permitiu que a deficiência definisse seus limites. A proposta das palestras é compartilhar experiências reais, unindo emoção, humor e mensagens sobre persistência, fé e propósito. As informações são do portal Criativa Online.

Além das apresentações, o jovem também desenvolve projetos na área da escrita. Ele é autor do livro “O Diário de Rafael”, no qual relata sua trajetória desde o nascimento até as conquistas alcançadas ao longo dos anos. O objetivo é levar suas mensagens a escolas, eventos sociais e espaços comunitários, reforçando a importância da autonomia e da confiança pessoal.