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31 agosto 2023

Líder do PT repete Lira e critica articulação do governo

 

O líder do PT na Câmara, deputado Zeca Dirceu (PR) disse, hoje, que “não é justo o governo ser a favor” do projeto de lei da desoneração da folha de pagamento com benefício que reduz a contribuição previdenciária dos municípios no Senado e depois cobrar mudanças na Câmara.

“A percepção que tenho é que o governo deveria ter feito isso [barrado a proposta] quando estava lá no Senado. Não é justo o governo deixar aprovar no Senado, ser a favor no Senado e depois quando chegar na Câmara a posição ser outra. É uma injustiça, não comigo, mas com os deputados da nossa bancada e de todos os outros partidos”, afirmou o líder.

A declaração de Zeca ocorre um dia depois de o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmar que o governo Lula não pode cobrar da Casa o que “não realizou” no Senado. Lira se queixou de que a gestão petista não se posicionou “claramente” e “nem com tanta sensibilidade” na Casa Alta.

O projeto aprovado pelos senadores incluiu um gasto de mais de R$ 9 bilhões por ano com o benefício aos municípios, além da redução de impostos da folha de pagamento de empresas de 17 setores.

Cai secretária da Defesa

 

A secretária de Defesa Social, Carla Patrícia Cunha, não integra mais a equipe de Raquel Lyra (PSDB), segundo uma fonte palaciana. Não se sabe ainda se a governadora irá oficializar a saída dela hoje ou amanhã.


 

Recife tem segundo melhor mês do ano na geração de empregos com carteira assinada

A Prefeitura do Recife criou mais 1.626 empregos formais em julho, marcando o segundo melhor resultado de 2023, atrás apenas de fevereiro (2.027). Todos os sete meses do ano trouxeram resultados positivos para o Recife, acumulando mais de 8 mil novas carteiras assinadas nas empresas da cidade e contribuindo para o estoque de 537.337 postos de trabalho em atividade. Desde o início da gestão João Campos, em janeiro de 2021, já foram criados 64.286 empregos com carteira assinada e em plena atividade na capital pernambucana. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje.

 “A economia real em condições favoráveis para as empresas reflete na criação de empregos formais e, além disso, sinaliza segurança e previsibilidade para quem investe e gera riquezas. O emprego é um dos principais indicadores de bem estar social e econômico e tem sido prioridade nas nossas ações como gestão pública”, destaca a secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Recife, Joana Portela Florêncio. “Vale ressaltar que o segundo semestre tradicionalmente tem maior número de oportunidades geradas por conta das datas comemorativas celebradas neste período e do aumento de volume de contratações temporárias que acabam sendo efetivadas. Então a tendência é otimista”, aponta a secretária.

No Nordeste, o Recife ficou em segundo lugar no mês de julho, atrás apenas de Fortaleza (3.209) e à frente de Teresina (3º, com 1.068) e Salvador (4º, com 1.010). O saldo de 1.626 empregos é resultado de 16.684 admissões e 15.058 desligamentos. O setor de Serviços mantém-se como o maior responsável pelo saldo positivo de empregos no Recife, com 1.500 vínculos celetistas a mais, resultado de 10.627 contratações e 9.127 demissões em julho. A Construção Civil segue em segundo, com saldo de 329 (2.016 contratações e 1.687 demissões), com a Indústria em terceiro, com saldo de 31 (850 contratações e 819 demissões). Já apresentando saldo negativo no mês, aparecem o Comércio (-195) e a Agropecuária (-39).

Por grau de instrução, o maior contingente contratado no Recife continua sendo o que tem ensino médio completo, com 1.336 contratações em julho, segundo o Caged. Trabalhadores com ensino superior completo somaram 114 e ensino superior incompleto, 78. Pelo recorte de gênero, dos 1.626 empregos criados no mês de julho, as mulheres foram maioria em comparação com os homens: 845 a 781. Por faixa etária, o maior saldo foi entre 18 e 24 anos (1.048), seguido pelo grupos entre 25 a 29 anos (254) e entre 40 a 49 anos (224).

Governo precisa de R$ 168 bilhões em receitas para zerar déficit em 2024, diz Tebet

A ministra do Orçamento e Planejamento, Simone Tebet, disse, hoje, que o governo federal precisa de R$ 168 bilhões em receitas para zerar o déficit das contas públicas em 2024. De acordo com a ministra, o Ministério da Fazenda apresentou à pasta as medidas necessárias para alcançar essa arrecadação. As medidas estarão detalhadas no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2024 – que precisa ser enviado pelo governo ao Congresso Nacional até amanhã (31).

 “O Ministério da Fazenda e sua equipe me mandaram (…) toda a grade de medidas de receitas já contratadas, portanto, asseguradas, ou aquelas que ainda estão em tramitação no Congresso Nacional, nós fizemos o encontro de contas, e vimos nós precisamos de R$ 168 bilhões de receita, ele [ministro da Fazenda] nos apresentou R$ 168 bilhões de receitas”, declarou a ministra durante audiência pública da Comissão Mista de Orçamento.

Se algumas dessas medidas em tramitação no Congresso não forem aprovadas, Tebet defendeu que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem “cartas na manga”.

Durante a audiência pública, a ministra do Planejamento adiantou que as despesas primárias do governo federal devem crescer R$ 129 bilhões em 2024, chegando a R$ 2 trilhões. Para o cálculo, a pasta considerou as regras do arcabouço fiscal e a projeção da inflação até final do ano.

A possibilidade de incluir no Orçamento despesas condicionadas à previsão de inflação foi derrubada pela Câmara dos Deputados durante a tramitação da nova regra fiscal, mas o governo propôs incluir o mesmo mecanismo em outro projeto, o da Lei de Diretrizes Orçamentárias.


 

Veloso lidera sucessão em Goiana

O vice-prefeito de Goiana, o jornalista Fernando Veloso, lidera o levantamento feito pelo Instituto Opinião sobre a sucessão no maior município da Mata Norte. O Opinião foi o único instituto de pesquisa que previu a vitória de Eduardo Honório sobre Edval Soares em 2020. Honório estava há dois anos substituindo o ex-prefeito Osvaldinho Rabelo, que se afastou do cargo no primeiro ano da gestão por problemas de saúde. No cenário em que se incluem cinco pré-candidatos, o secretário de Administração, Jones Pimentel, tem baixo desempenho, mesmo como pré-candidato do prefeito da cidade. Ano passado, os candidatos a deputado estadual, federal e ao governo, apoiados por Honório, não venceram na cidade.

Responderam que votam com certeza em Veloso 19,5 por cento; em Fenelon 16,3 ; Aninha Rabelo recebeu 10,8%; Jones Pimentel 4,0 e Walter da ETP 3,0.  

No cenário com três candidatos, Fernando Veloso tem 29,3% ; Walter da ETP tem 8% e Jones Pimentel 5,3% ; os que não responderam somaram 33,6% e os indecisos são 23,8%.

Na questão quem está preparado para resolver os problemas do povo, Fernando Veloso está em primeiro lugar com 22,5%;  em seguida vem o ex-vereador Quinho Fenelon com 18,3%; em terceiro lugar vem Aninha Rabelo, filha do ex-prefeito Osvaldinho, com 12,8%; em quarto lugar está o empresário Walter da ETP, com 3,5 e o secretário Jones Pimentel também com 3,5. Outros 39,4% não sabem/não responderam.

Menor rejeição é vantagem para Veloso. Entre todos os pré candidatos Fernando Veloso tem a menor rejeição: 5,8 não votariam nele; a segunda menor rejeição é de Aninha Rabelo com 7,5; Quinho Fenelon com A terceira menor rejeição de é de 9,5; Jones Pimentel tem 14 % que não votariam nele. e Walter da ETP é o de maior rejeição 15,8 por cento.

METODOLOGIA

A pesquisa foi realizada nos dias 26 e 27 de agosto de 2023. Foram realizadas 400 entrevistas com eleitores maiores de 16 anos, em todos os bairros e comunidades rurais do município, segundo a amostra Probabilística Casual Simples, estratificada proporcionalmente à densidade populacional das áreas pesquisadas.

Foram realizadas entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares. As entrevistas foram realizadas por uma equipe de entrevistadores, devidamente treinadas para abordagem desse tipo de público.

Sindileite emite nota de repúdio contra ator Márcio Garcia

 

Por Juliana Albuquerque – repórter do BlogO ator Márcio Garcia foi alvo de uma nota de repúdio assinada pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Lacticínios e Derivados do Estado de Pernambuco (Sindileite), Alex Costa, hoje, após o lançamento de uma campanha publicitária que acusa produtores de leite de maus tratos. A campanha, da organização não-governamental Mercy for Animals, critica o sistema de produção e o consumo de leite de vaca.

No vídeo, lançado no último fim de semana, nas redes sociais, o ator acusa a indústria de leite de maus-tratos. “Será que todo este sofrimento vale mesmo a pena por um copo de leite de vaca?”, questiona o ator, que faz um desafio às pessoas: ficar uma semana sem consumir leite de vaca. “Eu já estou há 20 anos”. Confira a nota na íntegra clicando aqui.

Wagner e Boulos comandarão frente contra a desigualdade

 

Diante de um Congresso de perfil mais conservador, com várias frentes voltadas à defesa da livre iniciativa e do mundo empresarial, o governo resolveu patrocinar a criação de uma Frente Parlamentar de Combate às Desigualdades. E colocou seu próprio líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) para coordená-la.Na Câmara, outro peso-pesado da base governista, o deputado Guilherme Boulos (PSol-SP), pré-candidato à prefeitura de São Paulo. A ideia é criar na frente um espaço de negociação de temas que o governo quer encampar e aprovar, como a taxação dos super ricos, melhora no salário mínimo e a segunda parte da reforma tributária, sobre imposto de renda, com faixas de cobrança mais justas. O governo tem grande dificuldade em ver sua pauta social avançar diante da resistência do Centrão. As informações são do jornalista Rudolfo Lago, do Correio da Manhã.

Prefeitura do Cabo começa a pagar novo piso da enfermagem amanhã

 

A Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho começa a pagar o novo piso da enfermagem amanhã. Quinhentos e trinta e oito profissionais, entre enfermeiros e técnicos em enfermagem, terão a equiparação salarial aplicada em seus vencimentos. O pagamento dos valores retroativos a maio, junho e julho será realizado no dia 11 de setembro. 

A boa notícia foi anunciada pelo prefeito Keko do Armazém, em suas redes sociais. “Ao efetuarmos o pagamento do novo piso e do retroativo, reforçamos o respeito e reconhecimento por esses profissionais que cuidam da nossa população,” disse Keko. A carga horária considerada para pagamento do piso é de 44 horas semanais ou 220 horas mensais Dessa maneira, o pagamento é proporcional nos casos de contratos com carga horária inferior.

Dos 538 profissionais que vão receber o novo piso, 90 são enfermeiros e 448 técnicos de enfermagem. Essa última categoria terá ganhos significativos em seus salários. Os valores variam de acordo com a carga horária semanal. Para exemplificar, um técnico que recebe o salário-base mais a gratificação SUS, pode ir de R$ 1.430,00 a R$ 3.022,72 de salário bruto.

As reformas de Hugo Morales da Silva

 

Por Elio Gaspari*

Estão a caminho do Congresso dois projetos do comissariado petista que desfigurarão o sistema político brasileiro, fortalecendo burocracias sindicais e partidárias, à custa do voto e do bolso dos cidadãos.

O primeiro é a substituição do imposto sindical por um negócio chamado de “contribuição sindical”. O segundo é o reaparecimento da proposta do voto em lista fechada para a Câmara dos Deputados.

Caso essas mudanças aconteçam, o comissariado petista (com a ajuda de alguns grão-tucanos, no caso do voto de lista) terá imposto mudanças dignas da jurisprudência dos companheiros Hugo Chávez, Evo Morales e Rafael Correa, com suas filosofagens sobre novas classes dirigentes.

Atualmente cada trabalhador do mercado formal entrega pelo menos um dia de seu suor à máquina sindical. Algo como 0,26% de sua renda anual. Em 2007 isso significou um monte de R$1,3 bilhão, noves fora os penduricalhos que os sindicatos cobram. A CUT de Nosso Guia ficou com R$55 milhões e a Força Sindical do inigualável Paulinho terá R$15 milhões.

Com a mudança, a tunga crescerá. A CUT já disse que aceita um teto de 1%. Aquilo que a ditadura protofascista de Getúlio Vargas fixou em um dia de trabalho para financiar a atividade de sindicatos apelegados virará algo entre três e quatro dias de trabalho. A mordida, aprovada em assembléias, irá direto ao contracheque, sem levar em conta se o trabalhador se filiou ao sindicato ou sequer sabe onde fica sua sede.

Esse ervanário público equipará financeiramente as centrais como fontes de manipulação política. (Por exemplo: no ano passado meia dúzia de sindicalistas pararam o metrô de São Paulo em nome de uma arcana discussão tributária.)

Caberá ao Congresso decidir o tamanho e a forma da mordida. Pode-se decidir que qualquer coisa além dos 0,26% do imposto sindical deva ser cobrada só a quem queira pagar. Se o povo pode eleger seu presidente, deve ter também o direito de escolher, individualmente, o tamanho de sua contribuição ao sindicato.

A segunda reforma destinada a degenerar o sistema político brasileiro é a reapresentação da proposta do voto de lista para as eleições à Câmara dos Deputados. Hoje o cidadão pode votar numa pessoa (Delfim Netto, em São Paulo, por exemplo), mas como a votação dele ficou abaixo do quociente de seu partido, os votos dados a Delfim acabaram na conta de outro deputado, que ficou mais bem colocado (Michel Temer, no caso). Pode-se dizer que o eleitor de um acabou elegendo outro, mas é indiscutível que quem quis votar em Delfim, em Delfim votou, mesmo não conseguindo elegê-lo.

O voto de lista acaba com essa trabalheira. O partido enumera os seus candidatos, de acordo com a preferência da máquina, a choldra vota no partido e as cadeiras são preenchidas na ordem decrescente da lista.

Juntando-se as duas reformas numa só, consegue-se o seguinte:

Hugo Morales da Silva é sindicalista numa categoria com cinco mil trabalhadores, dos quais só mil são sindicalizados. Numa eleição a que compareceram 500 colegas, ele se tornou presidente da guilda, com 300 votos. No congresso da central a que seu sindicato está filiado, ele foi indicado para a tesouraria do conglomerado. Cortejado por um partido, Hugo foi para o terceiro lugar na lista de candidatos a deputado. Veio a eleição e ele faturou o mandato, com 300 votos.

*Jornalista

29 agosto 2023

Prefeitura de Araripina dá início à pavimentação asfáltica em três vias centrais

A Secretaria de Obras e Infraestrutura de
Araripina deu início, nessa segunda-feira (28), ao projeto de pavimentação asfáltica em três vias centrais da cidade. As ruas beneficiadas são Décio Rodrigues dos Reis, José Gualter Alencar e a Travessa Rua José Gualter Alencar.

Nos últimos anos, a Prefeitura tem intensificado os investimentos em pavimentação asfáltica e calçamento. As obras têm como objetivo principal aprimorar a mobilidade urbana e elevar a qualidade de vida dos moradores da cidade.

O prefeito Raimundo Pimentel, que esteve presente no local das obras, comentou sobre o projeto: "Essas intervenções demonstram nosso compromisso contínuo em transformar Araripina, garantindo que nossos cidadãos tenham acesso a ruas mais seguras e confortáveis. A pavimentação é apenas uma das muitas iniciativas que temos em andamento para melhorar a vida de nossa população."

A expectativa é de que as obras contribuam significativamente para uma melhor fluidez do trânsito local e também para a valorização dos imóveis nas regiões beneficiadas.