09 junho 2021
REMESSA - PERNAMBUCO RECEBE O MAIOR LOTE DE VACINAS DA PFIZER
ARARIPINA - AEDA ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O VESTIBULAR ON-LINE 2021.2
quarta-feira, 9 de junho de 2021
Secretaria Executiva de Comunicação
07 junho 2021
7 alimentos que ajudam a manter a imunidade em dia
Que uma alimentação saudável faz toda a diferença você já sabe, não é mesmo? Diversos alimentos podem ser grandes aliados para aumentar a imunidade.
Em tempos de pandemia, olhar pra dentro se tornou essencial. Uma alimentação adequada é capaz de combater infecções, proteger células contra alterações e reduzir processos inflamatórios que possam estar acontecendo no corpo.
Hoje trouxemos sete alimentos que vão ajudar você a construir uma vida cada vez mais saudável. Confira!
Alho
O alho é um dos mais conhecidos aliados no aumento das defesas do organismo. Sua composição inibe o crescimento e proliferação de vírus, fungos e bactérias. Além disso, ajuda a eliminar toxinas atuantes no intestino e diminuem a resposta inflamatória do organismo, ativando e regulando o sistema imunológico.
Linhaça
Rica em ômega 3, a linhaça estimula as células do sistema imune e exerce função anti-inflamatória. Pode ser usada na preparação de bolos, pães, sucos, vitaminas ou em conjunto com saladas ou iogurtes.
Iogurte Natural
Por ser rico em probióticos, bactérias boas para o intestino, o iogurte natural ajuda a regular a resposta do sistema imune perante infecções, além disso, tende a fortalecer e a aumentar todas as defesas do corpo.
Morango
Rico em vitamina C, nutriente que ajuda a fortalecer as defesas naturais do organismo, o morango contribui também para a prevenção de infecções respiratórias e sistêmicas.
Amêndoas
Ricas em vitamina E, as amêndoas ajudam a regulam e estimular células do sistema imune diminuindo a incidência de infecções. Consumir amêndoas diariamente contribui para o aumento das defesas do organismo.
Batata Doce
Vitamina A, C e outros compostos antioxidantes são encontrados na batata doce. O alimento ajuda no desenvolvimento e fortalecimento do sistema imune. Ainda, segundo estudos, a vitamina A possui efeito terapêutico no tratamento de diversas doenças, sendo importante incluí-la em sua dieta e alimentação.
Gengibre
Os componentes do gengibre exercem funções anti-inflamatórias, antioxidantes e antimicrobianas, auxiliando no combate a diversas doenças. A raiz pode ser usada em sua forma natural, como pó para temperar os alimentos ou, ainda, como chá ou cápsula.
A saúde deve estar dentro de nossas prioridades e manter-se em equilíbrio e bem alimentado é um excelente caminho. Consulte seu nutricionista e seu médico para que eles elaborem para você o cardápio ideal para o seu corpo. E na hora de fazer as compras dos seus ingredientes para fazer suas receitas saudáveis, lembre-se: no ABC você encontra esses e muitos outros produtos.
MEIO AMBIENTE - BRASIL É O PRIMEIRO DO MUNDO EM POTENCIAL DE DESCOBERTA DE ESPÉCIES


OURICURI - HEMOPE PROMOVE CAMPANHA JUNHO VERMELHO
Durante todo o mês de junho/2021, o Hemope Ouricuri promove conscientização sobre a doação de sangue para a campanha Junho Vermelho, que comemora o Dia Mundial do Doador de Sangue, instituído no dia 14 de junho pela Organização Mundial da Saúde.
ARARIPINA - MÉDICO QUE DORMIA EM CARRO COM ARMA NO PAINEL É AUTUADO POR PORTE ILEGAL
Por volta das 06:30 da manhã de sexta-feira 04/06/21, a GTI OPERAÇÕES da polícia militar, ao realizar rondas em Operação de combate ao CVLI e CVP, avistou um veículo Astra de cor preta, estacionado na avenida Florentino Alves Batista, Centro de Araripina.
ARARIPINA - TRÊS ACIDENTES DE TRÂNSITO DEIXAM CINCO MORTOS EM APENAS UM DOMINGO
Acidente de trem deixa pelo menos 36 mortos no Paquistão

Um trem do Paquistão colidiu com vagões descarrilados de outra composição nesta segunda-feira (7), matando ao menos 36 pessoas, disseram autoridades de governo. O acidente mostra o estado ameaçador de um sistema ferroviário de mais de 165 anos de idade.

O número de mortos provavelmente aumentará, já que agentes de resgate estavam com dificuldade para alcançar pessoas aprisionadas em vários compartimentos esmagados e espalhados pelos trilhos em Sindh, província do sul do país.
Um porta-voz da Pakistan Railways disse que ao menos 33 corpos foram levados a hospitais, entre eles os de duas autoridades ferroviárias. Mais de 100 pessoas ficaram feridas, afirmou à Reuters.
O policial Umar Tufail disse que o número subiu para 36 pessoas e que seus homens conseguiam ver mais quatro corpos presos nos destroços. “Ainda não conseguimos retirá-los, mas uma operação está em andamento para isso”, informou aos repórteres no local. “Salvamos mais três pessoas; elas estão feridas”, acrescentou.
Um passageiro ferido, que estava no trem que descarrilou, contou como uma calamidade levou à outra. “Nós nos sentimos atirados para longe”, disse ele, com a cabeça enfaixada, a um repórter de televisão no hospital, ao falar do descarrilamento inicial do trem em que viajava. “Depois, um segundo trem atingiu o nosso, o que causou mais danos.”
O porta-voz da Pakistan Railways disse ainda que vários vagões do primeiro trem tombaram nos trilhos adjacentes, após o descarrilamento no distrito de Ghotki. Em seguida, o segundo trem, que vinha na direção oposta, se chocou com eles, acrescentou.
“O condutor tentou acionar os freios de emergência, mas a locomotiva atingiu os vagões espalhados”, disse a Pakistan Railways em um relatório inicial.
“A linha tem problemas em vários pontos, os vagões são antigos, alguns têm até 40 anos”, afirmou a autoridade ferroviária Khalid Latif à Geo News TV. “Eu disse a chefões várias vezes: ‘Por favor, façam algo a respeito disso'”.
O primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, escreveu no Twitter que está chocado com o acidente “horroroso” e que está determinando uma investigação abrangente sobre a segurança ferroviária.
Fonte: EBC
A cada minuto, oito mulheres são agredidas fisicamente no Brasil durante a pandemia

Seis anos atrás, Lucimara Pars, de 45 anos, foi deixada, de surpresa, pelo marido. Coube a ela cuidar, sozinha, da filha, que tinha apenas um ano e sete meses. Em janeiro deste ano, o ex-marido disse a ela que não tinha mais emprego no Ceará, para onde tinha ido quando a largou, e pediu para voltar para a casa dela, no Capão Redondo, zona sul da capital paulista. Por ser pai da sua filha, Lucimara autorizou, mas temporariamente.
No início, ele ficaria apenas dois dias dentro da casa, tempo que seria hábil para que ele encontrasse um novo emprego ou bico para se manter em outro lugar na cidade. O período aumentou para duas semanas. O ex-marido encontrou um bico de serviços gerais, mas começou a beber álcool depois de terminar o trabalho com os novos colegas. Embriagado, chegava em casa e tratava sua ex como se fosse sua posse.
Ao receber negativas de retornar o que viveram no passado, o ex dela começou a quebrar os itens domésticos. Bateu e quebrou a geladeira e a televisão. Depois, a agrediu, na frente da filha dos dois, que ficou assustada. Hematomas foram deixados em seus braços. Assim como ela, durante a cada minuto da pandemia, oito mulheres foram agredidas fisicamente no Brasil. O dado foi divulgado nesta segunda-feira (7) pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).
mesmo com a pandemia, continuamos com um número muito elevado de violência doméstica no Brasil.
Samira Bueno, diretora-executiva do FBSP
Os dados integram o relatório “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”. De acordo com o levantamento, no último ano, 17 milhões de mulheres foram expostas a algum tipo de violência no Brasil. Além de agressões físicas, os dados apontam que foram muitos os relatos de ameaças e de agressões psicológicas e verbais.
Samira Bueno, diretora-executiva do FBSP, “a principal informação é o fato de que, mesmo com a pandemia, continuamos com um número muito elevado de violência doméstica no Brasil. Esse número não é novo, infelizmente, tem muitos anos que indicamos isso, mas mostramos que, a cada minuto, oito mulheres apanharam no Brasil. Em sua maioria, em situações de violência doméstica intrafamiliar”.
As agressões e os agressores
F.S. é uma mulher de 34 anos que não pode dizer seu sobrenome, não pode mostrar o rosto e nem revelar onde está. Isso porque foi agredida pelo ex-marido em Araçatuba, a 517 km da capital paulista, fugiu e, agora, tenta reconstruir sua vida longe dele. Ela relembra do ex com dificuldade, diz que o estado de pânico não some e que tem muita dificuldade de se relacionar com as pessoas.
De acordo com o relatório, uma a cada quatro mulheres acima de 16 anos foi vítima de algum tipo de violência. Os índices apontam que as mulheres até 34 anos são as que mais sofrem. As vítimas entre 16 e 34 anos representam 63,8% do total das mulheres agredidas psicologicamente ou fisicamente no país.
Ao todo, 13 milhões de mulheres (18,6% do total) foram vítimas de ofensa verbal, como insulto, humilhação ou xingamento. Mais de 4 milhões de mulheres (6,3%) sofreram chutes, empurrões ou tapas. Mais de 3 milhões de mulheres (5,4%) sofreram violência sexual. Outras 2 milhões de mulheres (3,1%) foram ameaçadas com faca ou com arma. E mais de 1 milhão de mulheres (2,4%) foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento.
“No Brasil, nós temos, infelizmente, números elevadíssimos de violência contra a mulher. Somos uma das nações que mais mata no mundo. Então, é muito importante que a gente conscientize essa mulher que está sofrendo violência para buscar ajuda. Se não quer envolver polícia no caso, por exemplo, não tem problema: Ligue para o 180, para ONGs, hospitais. É importante não sofrer calada”, afirma Samira Bueno.
Entre as vítimas de violência, as mulheres separadas ou divorciadas foram as que mais sofreram violência durante a pandemia: 35% do total. Depois, as solteiras (30,7%), viúvas (17,1%) e casadas (16,8%). Quando é levado em conta a raça das vítimas, quem mais sofre são as mulheres pretas (28,3%), seguidas das pardas (24,6%) e brancas (23,5%), de acordo com o levantamento do FBSP.
A pesquisa também mostra que, a cada 10 casos registrados, em sete o autor da agressão é um conhecido da vítima. Desse total, em 25,4% dos casos, o agressor era o companheiro da vítima; em 18,1%, o ex da vítima; e, em 11,2%, o agressor é o pai ou a mãe. Quase metade desses casos (48,8%) foi registrada dentro de casa. Na rua: 19,9%; No trabalho: 9,4%.
“O fenômeno da violência doméstica é complexo, porque a mulher vítima está sendo agredida por uma pessoa que ela jurou amar. Isso torna tudo mais difícil. Denunciar para uma autoridade ou mesmo num hospital é muito difícil. Passa por vergonha, medo de que ele seja preso. Muitas vezes, a vítima só quer que o autor para de agredi-la”, diz Samira Bueno.
Depois da agressão
Repercutiu no final do mês de maio uma ligação que uma moradora de Andradina, a 625 km da capital paulista, fez para a PM (Polícia Militar) fingindo que pedia uma pizza para denunciar que estava sofrendo violência doméstica. Ao atender a ligação, o soldado Cássio Júnior dos Santos afirmou que ela estava ligando para polícia. Ao responder que sabia, o policial entendeu o recado e solicitou o envio de uma viatura para atendê-la no local.
Fonte: R7
Gonzaga Patriota parabeniza Santa Maria da Boa Vista pelos 149 anos de emancipação

Nesta segunda-feira (7), o município de Santa Maria da Boa Vista comemora 149 anos de emancipação política. A data foi lembrada pelo deputado Gonzaga Patriota que expressou seu carinho e admiração pela população da cidade e citou a importância do projeto Fulgêncio para a região.
“Parabéns Santa Maria da Boa Vista! Eu tenho um amor muito grande por essa terra. Espero que com a ajuda das autoridades do Estado e com o apoio do vereador Pica-pau a gente continue ajudando o projeto Fulgêncio que é tão importante para região, ajudando na fruticultura e na economia. Me coloco, mais uma vez, à disposição para lutar e defender as demandas desse povo. Forte abraço!”, disse o socialista.
Além do vinho, a região contempla atualmente uma das maiores produções de frutas do país e tem como principais produtos agrícolas: arroz, feijão, melancia, tomate, uva, mamona, manga, cebola, mandioca, melão, banana, milho, laranja e cana-de-açúcar.
A atividade predominante em Santa Maria da Boa Vista é a agricultura e vinicultura, com maior potencialidade de desenvolvimento para a agricultura. A mineração e os trabalhos artesanais em cerâmica, esteiras e vassouras, também merecem destaque.
04 junho 2021
Rodrigo Pacheco promulga lei do salário mínimo de R$ 1,1 mil

O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, promulgou a Lei 14.158, de 2021, que fixa o salário mínimo em R$ 1,1 mil a partir de 1º de janeiro de 2021. O texto estabelece a diária em R$ 36,67 e o valor horário do salário mínimo em R$ 5. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (4).
A nova lei é resultado da medida provisória (MP) 1.021/2020, aprovada pelo Senado no dia 27 de maio. O relator da matéria, senador Luiz do Carmo (MDB-GO), rejeitou as 30 emendas apresentadas pelos parlamentares e acolheu o texto original editado em dezembro de 2020 pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Como não sofreu alterações de mérito no Parlamento, a Lei 14.158, de 2021, foi promulgada por Rodrigo Pacheco — e não sancionada por Bolsonaro.
Fonte: Folha-PE
Brasil tem bons indicadores, mas ainda é foco de exploração infantil

Brincar, estudar, ter direito à saúde e à dignidade são direitos constitucionais garantidos às crianças brasileiras. Apesar de fundamentais, esses direitos esbarram muitas vezes em condições socioeconômicas que encurtam o trajeto de amadurecimento natural das crianças e apressam responsabilidades – o que gera experiências que se refletem em um futuro incerto e, por muitas vezes, traumático e limitador.

Visto atualmente por organismos internacionais como referência no combate ao trabalho infantil, o Brasil tem um histórico considerável de campanhas e ações públicas de combate à exploração de crianças e adolescentes. Mas nem sempre foi assim. Até a década de 90, o país era foco de exploração de suscetíveis na América Latina e apresentava indicadores alarmantes para faixas etárias abaixo de 16 anos.
Considerado um marco na aplicação dos direitos infantis, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é um dos responsáveis pela mudança nos indicadores brasileiros. Confira o especial sobre os 30 anos do ECA na Agência Brasil.
Hoje (4), é comemorado o Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão. A data, criada em 1982 pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi inicialmente pensada para conscientizar a sociedade sobre as crianças que sofriam no conflito entre Israel e Palestina, mas foi ampliada para lembrar de abusos físicos, psicológicos e emocionais contra pessoas em idade vulnerável em todo o mundo.
O ano de 2021, em especial, faz parte de uma campanha internacional pela extinção de atividades exploratórias de crianças, e foi eleito pela ONU como “Ano Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil”. Outras iniciativas semelhantes acontecem ao longo do mês de junho, como o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, celebrado no dia 12.
“Desde 1990 o Brasil vem se destacando no cenário nacional pelas boas práticas de erradicação do trabalho infantil com a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança e do Estatuto da Criança e do Adolescente. A intolerância a essa violação de direitos gerou que de um lado ajudassem as famílias para que suas crianças não necessitassem adotar essas estratégias de sobrevivência. E, de outro, desestimulassem a todos aqueles que explorassem o trabalho infantil”, disse Benedito Rodrigues Dos Santos, consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para a Proteção à Criança e ao Adolescente.
Trabalho nocivo
Segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil conta com 1,8 milhão de crianças e adolescentes com idades entre 5 e 17 anos em situação de trabalho infantil. Destes, 45,9% – cerca de 706 mil – enfrentam ocupações consideradas altamente nocivas para o desenvolvimento.
Para tentar reverter o quadro, o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Justiça do Trabalho, o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançaram nesta semana a campanha “Precisamos agir agora para acabar com o trabalho infantil!”, que promove ações de conscientização e visibilidade sobre o tema em redes sociais.
Exploração na pandemia
Segundo estimativa dos órgãos, o contexto da pandemia de covid-19 e o aumento de desigualdades sociais pode resultar em mais 300 mil crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. Atualmente, América Latina e Caribe somam 10,5 milhões nessa condição.
“Mais do que nunca, crianças e adolescentes devem ser colocados no centro das prioridades de ação, nas agendas políticas de reativação da economia e de atenção à população durante a crise, sempre por meio do diálogo social e com um enfoque de saúde em todas as políticas e ativa participação da sociedade civil”, afirmou Maria Cláudia Falcão, Coordenadora do Programa de Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, do Escritório da OIT no Brasil.
Para a Unicef, embora não existam estudos nacionais consolidados sobre o impacto da pandemia do covid-19 nas praticas de trabalho infantil, relatos de conselheiros tutelares, fiscais do trabalho, profissionais dos centros de referências da assistência social e colaboradores em geral denotam a percepção empírica de que houve impacto negativo da pandemia sobre os direitos das crianças.
“Dados coletados pelo Unicef em São Paulo apontam para o agravamento da situação de trabalho infantil durante a pandemia em pelo menos duas das consideradas piores formas de trabalho infantil: o trabalho urbano no mercado informal e o trabalho doméstico. A pandemia parece ter afetado, ainda, formas de exploração sexual e a participação de menores no tráfico de drogas”, relata Benedito Rodrigues Dos Santos.
Segundo o levantamento do Unicef, no conjunto dos domicílios em que mora pelo menos uma criança ou um adolescente, a incidência do trabalho infantil era de 17,5 por 1.000 antes da pandemia, e passou a ser 21,2 por 1.000 depois da pandemia, o que representa um aumento de 21%. Os dados da pesquisa são referentes à cidade de São Paulo.
Fonte: AB





