Os manda-chuvas da Femsa, gigante mexicana das bebibas, vieram ao Brasil na semana passada para uma reunião com a presidente Dilma Rousseff. O presidente do conselho, Jose Antonio Fernandéz Carbajal, embarcou da Espanha. O presidente-geral da Coca-Cola Femsa, Carlos Salazar Lomelin, do México. O encontro foi marcado pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.
Os poderosos da Femsa esperaram, esperaram, esperam – e não foram recebidos. O Planalto não confirmou a visita. “Por conta da incompatibilidade de agendas, o encontro não foi possível, fato compreensível”, disse a Femsa. Em 2013, o setor de bebidas foi abaldorado pelo aumento de impostos decidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Desde então, os empresários do ramo tiveram acesso menor ao governo. E Dilma ainda diz que está de bem com o empresariado.(Época - Felipe Patury)

Preso em uma cela de seis metros quadrados, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu criticou Luiz Inácio Lula da Silva pela forma como ele administrou até agora a crise do mensalão. A insatisfação com o ex-presidente foi manifestada por Dirceu a pelo menos três amigos que o visitaram, nos últimos dias, no Complexo Penitenciário da Papuda.
O ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer diz que propinas foram pagas em todos os Governos tucanos paulistas - Covas, Alckmin, Serra - e reforçaram o Caixa 2 de campanha do PSDB e de seu maior aliado, o DEM. As acusações, pela primeira vez, deixam de atingir apenas o segundo escalão e chegam a secretários de Estado e dirigentes de partidos aliados ao PSDB paulista. E citam ainda multinacionais como Bombardier e Caterpillar, além de Siemens e Alstom.
Pesquisa encomendada pelo PSB mostra que Eduardo Campos salta de 12% para 18% quando Marina é indicada como sua vice e fica à frente de Aécio Neves (PSDB), que vai de 16% a 17% quando José Serra compõe a chapa. Dilma oscila de 43% para 41% quando Michel Temer (PMDB) é apresentado.





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